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Trânsito: independência ou morte

O resultado da campanha de proteção ao pedestre em São Paulo...


Dgabc

04/05/2012 | 00:00


Artigo

O resultado da campanha de proteção ao pedestre em São Paulo está sendo muito positivo. Desde maio de 2011 até janeiro, o número de pedestres mortos na região central caiu 37% e a meta é reduzir em até 50% o número de vítimas até o fim do ano. Isso só foi possível com forte campanha de comunicação educativa, com faixas informativas e a presença de orientadores de travessia em alguns dos cruzamentos mais movimentados de São Paulo, além da conscientização da população, que está entendendo a importância dessa mudança de comportamento e abraçou a campanha.

Outro ponto importante para o sucesso da campanha é que foi intensificada a fiscalização e reforçada a aplicação de multas aos motoristas que não respeitam a faixa de pedestres. Como aconteceu com o cinto de segurança, a lei para respeitar a faixa só está pegando porque todo mundo sabe que haverá punição, não importa a rua ou avenida. Está na lei, no Brasil inteiro, desde 1998: motorista que não dá preferência, que atrapalha e ameaça o pedestre na hora de atravessar a rua comete infração de trânsito e tem que ser multado. A infração gera punição de R$ 191,53, prevista no Código de Trânsito Brasileiro e mais sete pontos na carteira.

Por falar em trânsito no Estado de São Paulo, é importante defender que as Assembleias Legislativas do Brasil deveriam ter mais autonomia para legislar sobre esse tema. Atualmente os deputados estaduais são impedidos de legislar sobre o trânsito e fica na mão do Congresso Nacional tratar os desiguais de maneira igual. Cada região tem uma característica bem diferente. O trânsito, o sistema viário, o tamanho da frota, o tipo de violência cometido pelos motoristas em cada Estado brasileiro são totalmente diferentes.

Por exemplo, os Estados com menor renda per capita tendem a ter maior concentração de motos em relação ao número de carros, já que elas têm custo menor. Este fato também ajuda a explicar o maior número de acidentes fatais.

O Congresso poderia muito bem se atualizar e se atentar sobre esse tema e, assim, transferir a responsabilidade que atualmente é do Código Nacional de Trânsito para Assembleias Legislativas. Cada Estado tem uma necessidade diferente sobre trânsito e infraestrutura de transporte e deve ter legislação própria. Por isso iniciativas regionais são muito importantes para reduzir acidentes fatais; podem servir de exemplo e se expandir por todo o País.

Orlando Morando é deputado estadual pelo PSDB.

PALAVRA DO LEITOR

Judiciário

Não bastasse tantas mazelas cometidas pelo Judiciário através de juízes e desembargadores, agora é a vez da Suprema Corte brasileira, através dos ministros do STF, trocar farpas, como dois garotinhos mimados que brigam pelo mesmo brinquedo. A credibilidade do Judiciário já não é das melhores e tal fato vem ressaltar o mar de lama que a rodeia. Outro absurdo da nossa Justiça que ganhou destaque foi a questão relativa à Lei Seca, onde o STJ praticamente enterrou tal lei, e os estúpidos continuam a destruir lares, pois bebem além da conta e saem por aí dirigindo. Se o problema é constitucional, que se mude a Constituição, pois as leis devem evoluir com o tempo. Temos Código Penal da idade da pedra e ninguém faz absolutamente nada. Queria ver se um dos figurões do poder tivesse algum parente próximo morto por indivíduo dirigindo embriagado se não tomaria alguma providência.

Mário Rodrigues de Souza, Santo André

Lula de bengala 1

Fiquei bastante impressionada com o fato de Lula ter chegado a evento no BNDES de bengala! Estou a pensar na finitude dos homens, como somos pequenos diante dos problemas, da saúde fragilizada. Daí veio à minha mente: será que se realmente tivéssemos noção da grande verdade que somos viveríamos a vida diferente do que vivemos? Há grandes oportunidades na observação da vida do próximo. Precisamos urgentemente detectar em nós mesmos nossa finitude. Pois tudo passa, a beleza, a fama, o dinheiro, o poder etc. E o que fica? A certeza de que da terra nada levaremos, apenas a esperança de outro começo. Deus, dê sabedoria para os seres humanos buscarem aquilo que dura para sempre. E o que dura para sempre? Será a fé no Deus criador do Céu e da terra?

Rosangela Caris, Mauá

Lula de bengala 2

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou bengala em evento no Rio de Janeiro. Será que ele está curado mesmo? Engraçado! Pode perguntar a qualquer pessoa obesa que perdeu mais de 30 quilos se um dia precisou usar bengalas por se sentir fraca. Ou o ex-presidente não se curou e seu estado de saúde é pior do que divulgam, ou usar bengala faz parte do seu novo marketing para emplacar sua nova cria (Fernando Haddad) na prefeitura de São Paulo. Quem viu nos últimos oito anos o ex-presidente em ação sabe que no seu estilo de fazer autopropaganda tudo pode. Até se fazer de vítima!

Beatriz Campos, Capital

Sem qualidade!

A CPTM a cada dia se supera. No dia 2, a Linha 10-Turquesa novamente apresentou problemas, por volta das 18h, pela segunda vez em menos de uma semana. Os intervalos entre os trens estavam longos e entrar na composição, na Estação Tamanduateí, sentido Rio Grande da Serra, era tarefa praticamente impossível. Superlotação e caos generalizado tomavam conta das plataformas. Para não me atrasar ainda mais, decidi retornar para a Estação Ipiranga e, enfim, tentar a sorte de entrar no trem. Nessa estação, descobri que não há outra maneira de fazer transferência de plataforma sem sair pela catraca e ter de pagar novamente para entrar! Não há nenhuma orientação nem funcionários dispostos a ajudar nessas situações. Paguei duas passagens e cheguei atrasado na volta ao trabalho. Enorme descaso com o usuário que paga caro por um serviço de baixa qualidade!

Edgard Ortiz Rinaldi, Santo André

SUS

Todos os dias acompanhamos reportagens sobre ministros, governadores, senadores e presidentes que gostam de se tratar em hospital chique de São Paulo. Por que esses digníssimos não enfrentam a fila do SUS? Já que alardeiam aos quatro cantos que é tudo lindo e maravilhoso? Quem paga essa conta? Claro que é o povo brasileiro. E tem mais: a Constituição assegura o direito de igualdade a todo cidadão, então nada mais justo do que usufruir dos hospitais particulares e chiques e mandar a conta para Dilma e companhia limitada.

Ailton Gomes, Ribeirão Pires 



Comentários

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Trânsito: independência ou morte

O resultado da campanha de proteção ao pedestre em São Paulo...

Dgabc

04/05/2012 | 00:00


Artigo

O resultado da campanha de proteção ao pedestre em São Paulo está sendo muito positivo. Desde maio de 2011 até janeiro, o número de pedestres mortos na região central caiu 37% e a meta é reduzir em até 50% o número de vítimas até o fim do ano. Isso só foi possível com forte campanha de comunicação educativa, com faixas informativas e a presença de orientadores de travessia em alguns dos cruzamentos mais movimentados de São Paulo, além da conscientização da população, que está entendendo a importância dessa mudança de comportamento e abraçou a campanha.

Outro ponto importante para o sucesso da campanha é que foi intensificada a fiscalização e reforçada a aplicação de multas aos motoristas que não respeitam a faixa de pedestres. Como aconteceu com o cinto de segurança, a lei para respeitar a faixa só está pegando porque todo mundo sabe que haverá punição, não importa a rua ou avenida. Está na lei, no Brasil inteiro, desde 1998: motorista que não dá preferência, que atrapalha e ameaça o pedestre na hora de atravessar a rua comete infração de trânsito e tem que ser multado. A infração gera punição de R$ 191,53, prevista no Código de Trânsito Brasileiro e mais sete pontos na carteira.

Por falar em trânsito no Estado de São Paulo, é importante defender que as Assembleias Legislativas do Brasil deveriam ter mais autonomia para legislar sobre esse tema. Atualmente os deputados estaduais são impedidos de legislar sobre o trânsito e fica na mão do Congresso Nacional tratar os desiguais de maneira igual. Cada região tem uma característica bem diferente. O trânsito, o sistema viário, o tamanho da frota, o tipo de violência cometido pelos motoristas em cada Estado brasileiro são totalmente diferentes.

Por exemplo, os Estados com menor renda per capita tendem a ter maior concentração de motos em relação ao número de carros, já que elas têm custo menor. Este fato também ajuda a explicar o maior número de acidentes fatais.

O Congresso poderia muito bem se atualizar e se atentar sobre esse tema e, assim, transferir a responsabilidade que atualmente é do Código Nacional de Trânsito para Assembleias Legislativas. Cada Estado tem uma necessidade diferente sobre trânsito e infraestrutura de transporte e deve ter legislação própria. Por isso iniciativas regionais são muito importantes para reduzir acidentes fatais; podem servir de exemplo e se expandir por todo o País.

Orlando Morando é deputado estadual pelo PSDB.

PALAVRA DO LEITOR

Judiciário

Não bastasse tantas mazelas cometidas pelo Judiciário através de juízes e desembargadores, agora é a vez da Suprema Corte brasileira, através dos ministros do STF, trocar farpas, como dois garotinhos mimados que brigam pelo mesmo brinquedo. A credibilidade do Judiciário já não é das melhores e tal fato vem ressaltar o mar de lama que a rodeia. Outro absurdo da nossa Justiça que ganhou destaque foi a questão relativa à Lei Seca, onde o STJ praticamente enterrou tal lei, e os estúpidos continuam a destruir lares, pois bebem além da conta e saem por aí dirigindo. Se o problema é constitucional, que se mude a Constituição, pois as leis devem evoluir com o tempo. Temos Código Penal da idade da pedra e ninguém faz absolutamente nada. Queria ver se um dos figurões do poder tivesse algum parente próximo morto por indivíduo dirigindo embriagado se não tomaria alguma providência.

Mário Rodrigues de Souza, Santo André

Lula de bengala 1

Fiquei bastante impressionada com o fato de Lula ter chegado a evento no BNDES de bengala! Estou a pensar na finitude dos homens, como somos pequenos diante dos problemas, da saúde fragilizada. Daí veio à minha mente: será que se realmente tivéssemos noção da grande verdade que somos viveríamos a vida diferente do que vivemos? Há grandes oportunidades na observação da vida do próximo. Precisamos urgentemente detectar em nós mesmos nossa finitude. Pois tudo passa, a beleza, a fama, o dinheiro, o poder etc. E o que fica? A certeza de que da terra nada levaremos, apenas a esperança de outro começo. Deus, dê sabedoria para os seres humanos buscarem aquilo que dura para sempre. E o que dura para sempre? Será a fé no Deus criador do Céu e da terra?

Rosangela Caris, Mauá

Lula de bengala 2

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou bengala em evento no Rio de Janeiro. Será que ele está curado mesmo? Engraçado! Pode perguntar a qualquer pessoa obesa que perdeu mais de 30 quilos se um dia precisou usar bengalas por se sentir fraca. Ou o ex-presidente não se curou e seu estado de saúde é pior do que divulgam, ou usar bengala faz parte do seu novo marketing para emplacar sua nova cria (Fernando Haddad) na prefeitura de São Paulo. Quem viu nos últimos oito anos o ex-presidente em ação sabe que no seu estilo de fazer autopropaganda tudo pode. Até se fazer de vítima!

Beatriz Campos, Capital

Sem qualidade!

A CPTM a cada dia se supera. No dia 2, a Linha 10-Turquesa novamente apresentou problemas, por volta das 18h, pela segunda vez em menos de uma semana. Os intervalos entre os trens estavam longos e entrar na composição, na Estação Tamanduateí, sentido Rio Grande da Serra, era tarefa praticamente impossível. Superlotação e caos generalizado tomavam conta das plataformas. Para não me atrasar ainda mais, decidi retornar para a Estação Ipiranga e, enfim, tentar a sorte de entrar no trem. Nessa estação, descobri que não há outra maneira de fazer transferência de plataforma sem sair pela catraca e ter de pagar novamente para entrar! Não há nenhuma orientação nem funcionários dispostos a ajudar nessas situações. Paguei duas passagens e cheguei atrasado na volta ao trabalho. Enorme descaso com o usuário que paga caro por um serviço de baixa qualidade!

Edgard Ortiz Rinaldi, Santo André

SUS

Todos os dias acompanhamos reportagens sobre ministros, governadores, senadores e presidentes que gostam de se tratar em hospital chique de São Paulo. Por que esses digníssimos não enfrentam a fila do SUS? Já que alardeiam aos quatro cantos que é tudo lindo e maravilhoso? Quem paga essa conta? Claro que é o povo brasileiro. E tem mais: a Constituição assegura o direito de igualdade a todo cidadão, então nada mais justo do que usufruir dos hospitais particulares e chiques e mandar a conta para Dilma e companhia limitada.

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