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Brunão fica com água até o teto

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Parte inferior do estádio, onde funcionam vestiário do visitante, cozinha e academia, passa o dia inundada e muda programação do Ramalhão


Anderson Fattori

12/03/2019 | 07:00


Historicamente, o Estádio Bruno Daniel, por ficar abaixo do nível da Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo e consequentemente do Córrego Guarará, sempre sofreu com alagamentos, mas nenhum parecido com o de domingo à noite. A parte inferior, onde ficavam os antigos vestiários e funciona o restaurante, cozinha e academia do Santo André, acabou inundada. A água chegou ao teto e continuou represada ontem, já que não tem vazão para o Guarará.

A situação fez o Santo André mudar a programação. Ontem, estava marcada a reapresentação do elenco após o empate por 0 a 0 com a Inter de Limeira, sábado, pela Série A-2, e treino no campo para os atletas que não jogaram. Mas a comissão técnica adiou o retorno aos trabalhos para hoje, quando a expectativa é escoar a água. “Vamos alugar bombas de sucção, pois essa água tem de ser mandada para o rio para iniciarmos a limpeza”, explicou o coordenador das categorias de base, Reinaldo Oliveira.

Por enquanto, não dá nem para saber o tamanho do prejuízo que o alagamento trouxe ao clube, já que equipamentos de musculação e da cozinha estavam submersos há mais de 24 horas. Ali também funcionavam salas da comissão técnica e da diretoria.

Por enquanto, não há risco de a partida contra o Atibaia, marcada para sábado, às 15h, no local, ser adiada ou transferida. “Não pensamos nessa possibilidade. Estamos priorizando a retirada da água para viabilizar o uso do vestiário visitante, que é o problema maior. A parte de cima, onde ficam o vestiário do Santo André, da arbitragem e a sala de antidoping, não foi atingida. Uma última hipótese seria improvisar um vestiário para o Atibaia na parte de cima, mas nosso pensamento não é esse. Não vamos pedir o adiamento. Faremos o possível, não vamos medir esforços para realizar a partida”, explicou o diretor de futebol, Juraci Catarino.

Clube no Fundação tem prejuízos

DÉREK BITTENCOURT
derekbittencourt@dgabc.com.br

O Centro Recreativo Esportivo Arthur Garbelotto, antigo CRE Fundação, no bairro de mesmo nome, em São Caetano, prevê que as aulas das escolinhas e todas as atividades que giram em torno do tradicional clube são-caetanense só voltarão ao normal em dez dias. O local foi completamente tomado pela água entre a noite de domingo e a madrugada de ontem. Funcionários tentavam limpar a lama e a sujeira que tomaram conta do ginásio e áreas sociais. Dois setores do muro que dividem o local do São Caetano EC caíram em decorrência do volume de água e da correnteza criada.

As piscinas também foram tomadas pela água suja que, segundo relatos, subiu em poucos minutos. Localizado ao lado da Avenida dos Estados, na Rua Ceará, o clube ainda sofreu perdas de materiais. “Trabalho aqui há 25 anos e nunca vi nada assim. Chorei muito. É minha casa, meu trabalho”, contou o administrador do local, Marco Cardoso, 48 anos, que estima que o complexo tenha ficado mais de dois metros submerso. “A água estourou a porta e levou bolas, material, tudo.”
 



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Brunão fica com água até o teto

Parte inferior do estádio, onde funcionam vestiário do visitante, cozinha e academia, passa o dia inundada e muda programação do Ramalhão

Anderson Fattori

12/03/2019 | 07:00


Historicamente, o Estádio Bruno Daniel, por ficar abaixo do nível da Avenida Capitão Mário Toledo de Camargo e consequentemente do Córrego Guarará, sempre sofreu com alagamentos, mas nenhum parecido com o de domingo à noite. A parte inferior, onde ficavam os antigos vestiários e funciona o restaurante, cozinha e academia do Santo André, acabou inundada. A água chegou ao teto e continuou represada ontem, já que não tem vazão para o Guarará.

A situação fez o Santo André mudar a programação. Ontem, estava marcada a reapresentação do elenco após o empate por 0 a 0 com a Inter de Limeira, sábado, pela Série A-2, e treino no campo para os atletas que não jogaram. Mas a comissão técnica adiou o retorno aos trabalhos para hoje, quando a expectativa é escoar a água. “Vamos alugar bombas de sucção, pois essa água tem de ser mandada para o rio para iniciarmos a limpeza”, explicou o coordenador das categorias de base, Reinaldo Oliveira.

Por enquanto, não dá nem para saber o tamanho do prejuízo que o alagamento trouxe ao clube, já que equipamentos de musculação e da cozinha estavam submersos há mais de 24 horas. Ali também funcionavam salas da comissão técnica e da diretoria.

Por enquanto, não há risco de a partida contra o Atibaia, marcada para sábado, às 15h, no local, ser adiada ou transferida. “Não pensamos nessa possibilidade. Estamos priorizando a retirada da água para viabilizar o uso do vestiário visitante, que é o problema maior. A parte de cima, onde ficam o vestiário do Santo André, da arbitragem e a sala de antidoping, não foi atingida. Uma última hipótese seria improvisar um vestiário para o Atibaia na parte de cima, mas nosso pensamento não é esse. Não vamos pedir o adiamento. Faremos o possível, não vamos medir esforços para realizar a partida”, explicou o diretor de futebol, Juraci Catarino.

Clube no Fundação tem prejuízos

DÉREK BITTENCOURT
derekbittencourt@dgabc.com.br

O Centro Recreativo Esportivo Arthur Garbelotto, antigo CRE Fundação, no bairro de mesmo nome, em São Caetano, prevê que as aulas das escolinhas e todas as atividades que giram em torno do tradicional clube são-caetanense só voltarão ao normal em dez dias. O local foi completamente tomado pela água entre a noite de domingo e a madrugada de ontem. Funcionários tentavam limpar a lama e a sujeira que tomaram conta do ginásio e áreas sociais. Dois setores do muro que dividem o local do São Caetano EC caíram em decorrência do volume de água e da correnteza criada.

As piscinas também foram tomadas pela água suja que, segundo relatos, subiu em poucos minutos. Localizado ao lado da Avenida dos Estados, na Rua Ceará, o clube ainda sofreu perdas de materiais. “Trabalho aqui há 25 anos e nunca vi nada assim. Chorei muito. É minha casa, meu trabalho”, contou o administrador do local, Marco Cardoso, 48 anos, que estima que o complexo tenha ficado mais de dois metros submerso. “A água estourou a porta e levou bolas, material, tudo.”
 

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