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Comerciantes relatam danos causados pela tempestade

Vinícius Castelli/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

11/03/2019 | 13:47


Comerciantes que trabalham na Avenida da Paz, na região da estação Utinga da CPTM (Compahia Paulista de Trens Metropolitanos) lamentaram os danos causados pela chuva ao abrirem suas lojas hoje pela manhã. Leonardo de Jesus, 33, é dono do quiosque Bom Sabor, onde trabalha há  três anos. 

Por conta ds forte chuva de domingo, perdeu freezer e geladeiras. "Calculo um prejuízo de cerca de R$ 3 mil. Agora preciso arrumar tudo rapido. Pretendo voltar ao trabalho até sexta. E pior é que as contas não esperam", disse.

O comerciante reclama do lixo nas ruas e da falta de cuidado, tanto da população quanto do poder público. Esta não é a primeira vez que tem prejuízo no trabalho. "Quando teve aquele vento forte recente aqui na cidade perdi o toldo, a fachada e o telhadinho do quiosque."

Claudia Rodrigues, 43, e Gerson Antonio Mariani, 48, são donos da lanchonete America Brutus, na mesma avenida. Quando chegaram pela manhã ao trabalho viram que o estabelecimento havia ficado com 60 centímetros de água por causa da chuva. "Estava caótico", afirmou ela. Perderam alimentos, duas geladeiras e quatro freezers. "Trabalhamos aqui há um ano e nunca vimos nada assim", disse o comerciante.

Eles ainda não têm noção do prejuízo, mas pretendem retomar o trabalho até quarta-feira. "Agora é limpar, mandar dedetizar e seguir a vida", disse ele.

Do outro lado da rua Valter Rodrigues, 43, lavava seu salão de cabeleireiro, que estava cheio de lama pela manhã. "Não perdi equipamentos. Foi só  a sujeira mesmo. O salão ficou com uns 30 centímetros de água. As pessoas precisam parar de jogar lixo nas ruas. Só vejo bueiro entupido", disse.



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Comerciantes relatam danos causados pela tempestade

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

11/03/2019 | 13:47


Comerciantes que trabalham na Avenida da Paz, na região da estação Utinga da CPTM (Compahia Paulista de Trens Metropolitanos) lamentaram os danos causados pela chuva ao abrirem suas lojas hoje pela manhã. Leonardo de Jesus, 33, é dono do quiosque Bom Sabor, onde trabalha há  três anos. 

Por conta ds forte chuva de domingo, perdeu freezer e geladeiras. "Calculo um prejuízo de cerca de R$ 3 mil. Agora preciso arrumar tudo rapido. Pretendo voltar ao trabalho até sexta. E pior é que as contas não esperam", disse.

O comerciante reclama do lixo nas ruas e da falta de cuidado, tanto da população quanto do poder público. Esta não é a primeira vez que tem prejuízo no trabalho. "Quando teve aquele vento forte recente aqui na cidade perdi o toldo, a fachada e o telhadinho do quiosque."

Claudia Rodrigues, 43, e Gerson Antonio Mariani, 48, são donos da lanchonete America Brutus, na mesma avenida. Quando chegaram pela manhã ao trabalho viram que o estabelecimento havia ficado com 60 centímetros de água por causa da chuva. "Estava caótico", afirmou ela. Perderam alimentos, duas geladeiras e quatro freezers. "Trabalhamos aqui há um ano e nunca vimos nada assim", disse o comerciante.

Eles ainda não têm noção do prejuízo, mas pretendem retomar o trabalho até quarta-feira. "Agora é limpar, mandar dedetizar e seguir a vida", disse ele.

Do outro lado da rua Valter Rodrigues, 43, lavava seu salão de cabeleireiro, que estava cheio de lama pela manhã. "Não perdi equipamentos. Foi só  a sujeira mesmo. O salão ficou com uns 30 centímetros de água. As pessoas precisam parar de jogar lixo nas ruas. Só vejo bueiro entupido", disse.

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