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Como o maestro comanda uma orquestra?

Pixabay  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Profissional deve conhecer a função de cada instrumento


Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

10/03/2019 | 07:00


O papel de um maestro (ou maestrina, caso o cargo seja ocupado por uma mulher) é comandar a orquestra na qual trabalha por meio de gestos específicos que realiza com as mãos. As ações podem parecer um tanto quanto aleatórias para o público que não entende esse universo musical, mas os movimentos são responsáveis por fazer com que os músicos entendam momentos específicos das composições a serem tocadas nas apresentações especiais.

Em cima de um púlpito de destaque à frente da formação e de costas para o público, o regente utiliza a batuta sempre na mão direita e, com ela, determina o ritmo e o andamento da música. A mão esquerda fica livre e tem o dever de indicar como tocar cada trecho em questão, podendo exigir que os profissionais reproduzam a leitura de maneira mais alta, baixa, suave ou forte do que em um momento normal. Toda a interpretação musical conta com importantes detalhes desde o início da performance da orquestra, seja para pedir concentração a todos, exigir atenção em determinado momento ou alertando sobre a entrada de um instrumento que aguardava sua hora de aparecer.

Detalhe que o maestro precisa estudar as partituras (representação escrita dos sons com as notas musicais) para acabar memorizando diversas sequências para as composições que são escolhidas para os concertos. Nas apresentações, os músicos quase não tiram os olhos das páginas, ficando atentos aos movimentos do orientador em segundos indispensáveis. A ideia é obter o máximo de efeitos com mínimo possível de gestos. A liderança de uma orquestra surge após a pessoa conhecer a função de cada instrumento da formação.

Originalmente, o trabalho era realizado pelos próprios compositores das canções. A figura do regente profissional surgiu na segunda metade do século XIX, atuando também em corais, onde os participantes usam as vozes. 

Consulta realizada no livro Desvendando a Orquestra: Formando Plateias do Futuro, das escritoras Clarice Miranda e Liana Justus. 



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Como o maestro comanda uma orquestra?

Profissional deve conhecer a função de cada instrumento

Luís Felipe Soares
Diário do Grande ABC

10/03/2019 | 07:00


O papel de um maestro (ou maestrina, caso o cargo seja ocupado por uma mulher) é comandar a orquestra na qual trabalha por meio de gestos específicos que realiza com as mãos. As ações podem parecer um tanto quanto aleatórias para o público que não entende esse universo musical, mas os movimentos são responsáveis por fazer com que os músicos entendam momentos específicos das composições a serem tocadas nas apresentações especiais.

Em cima de um púlpito de destaque à frente da formação e de costas para o público, o regente utiliza a batuta sempre na mão direita e, com ela, determina o ritmo e o andamento da música. A mão esquerda fica livre e tem o dever de indicar como tocar cada trecho em questão, podendo exigir que os profissionais reproduzam a leitura de maneira mais alta, baixa, suave ou forte do que em um momento normal. Toda a interpretação musical conta com importantes detalhes desde o início da performance da orquestra, seja para pedir concentração a todos, exigir atenção em determinado momento ou alertando sobre a entrada de um instrumento que aguardava sua hora de aparecer.

Detalhe que o maestro precisa estudar as partituras (representação escrita dos sons com as notas musicais) para acabar memorizando diversas sequências para as composições que são escolhidas para os concertos. Nas apresentações, os músicos quase não tiram os olhos das páginas, ficando atentos aos movimentos do orientador em segundos indispensáveis. A ideia é obter o máximo de efeitos com mínimo possível de gestos. A liderança de uma orquestra surge após a pessoa conhecer a função de cada instrumento da formação.

Originalmente, o trabalho era realizado pelos próprios compositores das canções. A figura do regente profissional surgiu na segunda metade do século XIX, atuando também em corais, onde os participantes usam as vozes. 

Consulta realizada no livro Desvendando a Orquestra: Formando Plateias do Futuro, das escritoras Clarice Miranda e Liana Justus. 

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