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Grande ABC tem alta nos casos de meningite

Especialista alerta que aumento não deve causar pânico, já que maioria dos registros é do tipo viral


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/03/2019 | 07:00


 O número de casos de meningite registrou alta de 51% no Grande ABC na comparação com os dados de 2018 (com 808 ocorrências) e 2017 (534 infectados). As informações são do Datasus – banco de dados do Ministério da Saúde. 

A meningite é a inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou em decorrência de processos infecciosos. Do total de registros no ano passado, apenas 2,8% (23) foram do tipo bacteriano, que costuma ser mais grave. Da meningocócica, a mais letal, foram dez ocorrências. Neste ano, Santo André teve dez casos, São Bernardo um e Diadema quatro. Mauá não registrou nenhum infectado e as outras cidades não responderam.

O presidente da SPI (Sociedade Paulista de Infectologia), Eduardo Medeiros, explicou que as meningites virais são comuns e, normalmente, não evoluem para quadros graves. Já as bacterianas são as mais perigosas, especialmente a meningocócica, pela sua evolução rápida. “Os sintomas costumam ser os mesmos de outras doenças, por isso, às vezes, o diagnóstico não é imediato”, afirmou (veja no quadro os sinais mais comuns).

O especialista ressaltou que não há motivos para pânico com o aumento das ocorrências e que é importante adultos e crianças estarem com a imunização em dia. O SUS (Sistema Único de Saúde) disponibiliza vacina contra a meningocócica tipo C, que é a mais letal e frequente, e também para a meningite causada pela bactéria pneumococo. A imunização pentavalente, também disponível na rede pública, atua contra agentes que causam a doença. Para as meningites virais não existe imunização.



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Grande ABC tem alta nos casos de meningite

Especialista alerta que aumento não deve causar pânico, já que maioria dos registros é do tipo viral

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

07/03/2019 | 07:00


 O número de casos de meningite registrou alta de 51% no Grande ABC na comparação com os dados de 2018 (com 808 ocorrências) e 2017 (534 infectados). As informações são do Datasus – banco de dados do Ministério da Saúde. 

A meningite é a inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos ou em decorrência de processos infecciosos. Do total de registros no ano passado, apenas 2,8% (23) foram do tipo bacteriano, que costuma ser mais grave. Da meningocócica, a mais letal, foram dez ocorrências. Neste ano, Santo André teve dez casos, São Bernardo um e Diadema quatro. Mauá não registrou nenhum infectado e as outras cidades não responderam.

O presidente da SPI (Sociedade Paulista de Infectologia), Eduardo Medeiros, explicou que as meningites virais são comuns e, normalmente, não evoluem para quadros graves. Já as bacterianas são as mais perigosas, especialmente a meningocócica, pela sua evolução rápida. “Os sintomas costumam ser os mesmos de outras doenças, por isso, às vezes, o diagnóstico não é imediato”, afirmou (veja no quadro os sinais mais comuns).

O especialista ressaltou que não há motivos para pânico com o aumento das ocorrências e que é importante adultos e crianças estarem com a imunização em dia. O SUS (Sistema Único de Saúde) disponibiliza vacina contra a meningocócica tipo C, que é a mais letal e frequente, e também para a meningite causada pela bactéria pneumococo. A imunização pentavalente, também disponível na rede pública, atua contra agentes que causam a doença. Para as meningites virais não existe imunização.

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