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Cem fotos de Graceland, a mansão de Elvis Presley

Paulo Basso Jr.

20/11/2019 | 15:18


Graceland, a famosa mansão de Elvis Presley, em Memphis, é a segunda residência mais visitada dos Estados Unidos, atrás apenas da Casa Branca, em Washington D.C. Mais de 30 anos após a morte do astro, o lugar segue encantando fãs e curiosos. Aproximadamente 600 mil pessoas passam por lá todos os anos.

100 fotos de Graceland, em Memphis

  • Crédito: Paulo Basso Jr.

    Graceland

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    Graceland

Graceland: quanto custa

Para entrar em Graceland, é preciso passar pelo enorme complexo que fica, na verdade, em frente ao portão que dá acesso à casa, do outro lado da avenida.

Ali, há um enorme estacionamento e um corredor, que leva a uma área coberta com guichês, onde é possível adquirir três tipos de experiências diferentes: visitar apenas a mansão (R$ 45), acessar a mansão e o museu, com direito a ver coleção de automóveis de Elvis (US$ 61), e ir a todos esses lugares e ainda entrar em dois aviões que pertenceram ao astro (US$ 66).

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Fiquei com a segunda opção e fui encaminhado para uma fila, onde me entregaram um tablet e um fone de ouvido. Numa van, segui com um grupo até a mansão. Passamos pelo portão principal e paramos bem na entrada da casa.

Àquela altura, já tinha deixado meu audioguia pronto. Há opções variadas de idiomas, inclusive português do Brasil (embora a bandeira do sistema seja de Portugal). A partir daí, a visita começa para valer

Por dentro de Graceland, em Memphis

Uma vez em Graceland, é permitido fazer fotos, mas não vídeos. Por meio do audioguia, que é bastante prático e visual, o visitante é conduzido pelos principais cômodos da mansão.

De cara, tem acesso às salas de estar e de jantar. Dá para ver um piano branco, sofás longos, uma mesa de granito escuro e uma série de detalhes em azul e dourado. Enquanto escuta histórias curiosas sobre Elvis, sua família e seus amigos, é possível observar a escada que leva ao segundo andar, mas não subi-la.

No andar superior estão o quarto do rei e também o banheiro onde ele teria morrido após sofrer uma insuficiência cardíaca (supostamente impulsionada pelo uso excessivo de remédios), em 1977. A família preferiu manter o espaço privativo.

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A partir daí, o passeio leva aos outros cômodos da casa, como o dormitório dos pais do astro, a cozinha, algumas  salas onde ele costumava relaxar e se reunir com os amigos (uma das mais emblemáticas é a Jungle Room, cuja decoração traz motivos de selva), um espaço azul e amarelo com três TVs, bares e até mesmo um salão de jogos, com mesa de sinuca e paredes revestidas por um tecido. Todos os ambientes são detalhados com histórias curiosas.

A decoração kirsch que toma conta de Graceland é o que havia de mais luxuoso à época nos Estados Unidos. Para ajudar, Elvis tinha gostos extravagantes. Ao longo dos anos, mudou muitas vezes o mobiliário e os enfeites da mansão, sempre flertando com tons fortes e reluzentes.

O túmulo de Elvis Presley

Antes de ir embora, o visitante é levado ao quintal de Graceland, onde Elvis criava cavalos. Ali, há espaços fechados que contam a história da compra da casa, da chegada da família a Memphis (o astro nasceu em Tupelo, a cerca de 1h40 de carro dali) e da vida dos Presley na mansão, com muitos detalhes e objetos pessoais.

Todos são direcionados ainda há um bar e uma quadra de squash, onde o rei teria se reunido com amigos para tocar e cantar antes de subir ao seu quarto pela última vez. Ao final, o tour leva à piscina e ao jardim de contemplação, lugar que hoje abriga o túmulo de Elvis e também os de seus pais. Ali, após cerca de uma hora, acaba o passeio em Graceland, geralmente com fãs emocionados depositando flores para o ídolo.

Elvis Experience

De volta à van, fui levado novamente ao espaço onde comprei o tíquete, do outro lado da rua. O lugar dá acesso à Elvis Experience, como é chamado o museu dedicado ao rei e construído a mando de sua ex-mulher, Priscilla Presley. Como uma boa empresária, ela transformou o complexo em um ponto turístico completo, com direito até a hotel temático.

Daí para frente, você precisará de pelo menos duas horas para conferir a exposição – se for realmente fã, é melhor separar o dia inteiro. Isso porque há detalhes minuciosos a respeito da carreira do rei do rock.

A primeira ala concentra carros, motos e barcos de Elvis. Há modelos de marcas badaladas, como Rolls-Royce, Ferrari, Mercedes-Benz e Harley-Davidson.  O célebre Cadillac cor-de-rosa do astro também está lá.

As roupas extravagantes de Elvis

Em seguida, tem-se acesso a diversos outros salões, que contam a trajetória das carreiras musical e cinematográfica de Elvis, bem como dos tempos em que ele serviu como militar na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, e dos artistas que influenciou.

Também estão expostos instrumentos, discos de ouro, acessórios (como a TV em que, uma vez, ele deu um tiro) e muitas roupas marcantes que Elvis vestiu em shows – inclusive no último deles. Os detalhes impressionam, já que revelam quantas vezes e onde o rei do rock usou cada item.

Lisa Marie e restaurante

Há ainda pôsteres, documentários, trechos de entrevistas e shows exibidos em telões por todos os lados. Isso sem contar, é claro, uma loja pega-turista conectada a cada sala, com lembrancinhas temáticas à venda.

No final do passeio, ainda dá para entrar em um espaço dedicado a Lisa Marie Presley, a filha de Elvis, e em um galpão que retrata a história do Sun Studio, onde o rei do rock gravou seus primeiros sucessos.

Quem passa muito tempo por lá pode até matar a fome ou tomar um café em um restaurante simples, mas com atmosfera de anos 1950, que serve pratos típicos americanos. Melhor do que comer em Graceland, porém, é ir embora com a certeza de ter conhecido em detalhes a história do caipira bonitão de olhos azuis que, com muita audácia, revolucionou a história da música e transformou-se no maior artista de todos os tempos.

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