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PT de Mauá questiona na Justiça posse de Atila

Denis Maciel Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Partido alega que liminar de Gilmar Mendes não detalha retorno à função e tenta impedir volta


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

18/02/2019 | 13:40


O diretório do PT de Mauá ingressou na tarde desta segunda-feira com mandado de segurança contra a posse do prefeito Atila Jacomussi (PSB). Segundo o partido, que faz oposição ao político do PSB, a liminar deferida pelo ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), libertando Atila na noite de quinta-feira – o socialista foi solto na sexta-feira do presídio em Tremembé –, referencia um habeas corpus que não cita explicitamente a possibilidade de retorno ao cargo. A posse está marcada para as 14h.

Na visão da legenda, o habeas corpus citado por Gilmar se refere apenas à soltura do político na primeira vez em que ele foi preso, em maio, no âmbito da Operação Prato Feito, acusado de ser beneficiário de esquema de desvio de recursos de contratos de merende e uniforme escolares. Atila voltou a ser detido no dia 13 de dezembro, desta vez na Operação Prato Feito, sob acusação de receber propina de fornecedora da Prefeitura e de repasse Mensalinho aos vereadores. Ele nega.

O presidente do PT local, Getúlio Júnior, conhecido como Juninho, apontou que um possível regresso de Atila à cadeira precisaria passar por crivo do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região). Foi o TRF-3 que estipulou medidas cautelares quando Atila foi solto pela primeira vez e havia impedido o político de retornar ao Paço – o veto foi derrubado por liminar de Gilmar Mendes. Desta vez, o entendimento da defesa de Atila é que a decisão de Gilmar em liberar Atila a trabalhar não foi afetada com a nova prisão.

“PT entrou com mandado de segurança porque entendemos que não há condição moral nem política de ele governar a cidade. A cidade está à deriva por conta deste vai e vem da Prefeitura. O Atila é responsável por isso. A cidade sofre por falta de remédio, mato alto. Atila não tem condições alguma de assumir a Prefeitura de Mauá”, afirmou Juninho. 



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PT de Mauá questiona na Justiça posse de Atila

Partido alega que liminar de Gilmar Mendes não detalha retorno à função e tenta impedir volta

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

18/02/2019 | 13:40


O diretório do PT de Mauá ingressou na tarde desta segunda-feira com mandado de segurança contra a posse do prefeito Atila Jacomussi (PSB). Segundo o partido, que faz oposição ao político do PSB, a liminar deferida pelo ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), libertando Atila na noite de quinta-feira – o socialista foi solto na sexta-feira do presídio em Tremembé –, referencia um habeas corpus que não cita explicitamente a possibilidade de retorno ao cargo. A posse está marcada para as 14h.

Na visão da legenda, o habeas corpus citado por Gilmar se refere apenas à soltura do político na primeira vez em que ele foi preso, em maio, no âmbito da Operação Prato Feito, acusado de ser beneficiário de esquema de desvio de recursos de contratos de merende e uniforme escolares. Atila voltou a ser detido no dia 13 de dezembro, desta vez na Operação Prato Feito, sob acusação de receber propina de fornecedora da Prefeitura e de repasse Mensalinho aos vereadores. Ele nega.

O presidente do PT local, Getúlio Júnior, conhecido como Juninho, apontou que um possível regresso de Atila à cadeira precisaria passar por crivo do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região). Foi o TRF-3 que estipulou medidas cautelares quando Atila foi solto pela primeira vez e havia impedido o político de retornar ao Paço – o veto foi derrubado por liminar de Gilmar Mendes. Desta vez, o entendimento da defesa de Atila é que a decisão de Gilmar em liberar Atila a trabalhar não foi afetada com a nova prisão.

“PT entrou com mandado de segurança porque entendemos que não há condição moral nem política de ele governar a cidade. A cidade está à deriva por conta deste vai e vem da Prefeitura. O Atila é responsável por isso. A cidade sofre por falta de remédio, mato alto. Atila não tem condições alguma de assumir a Prefeitura de Mauá”, afirmou Juninho. 

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