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Região reforça ações de combate à dengue

Nario Barbosa Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Trabalho especial vai até sexta-feira; em 2018, região teve queda de 41% em casos da doença


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

13/02/2019 | 07:00


Na Semana Estadual de Mobilização contra o Aedes Aegypti – mosquito responsável pela transmissão de doenças como a dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela –, as cidades da região intensificaram as ações de combate e de conscientização da população sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação. A campanha vai até sexta-feira.

Segundo levantamento feito pelas prefeituras, de 2017 para 2018 o número de casos de dengue – doença que está em alerta neste período de calor– em seis cidades do Grande ABC – Rio Grande da Serra não informou – caiu 41% (66 casos em 2018, contra 112 no ano anterior).

Apesar de a dengue ser um dos principais problemas de saúde pública, muitos erros são observados pelo setor de Vigilância Sanitária das cidades, entre os quais, colocar lixo em sacos plásticos e deixar a lixeira aberta, manter calhas, vasos, embalagens usadas, garrafas e pneus com acúmulo de água e caixas- d’água descobertas.

As administrações explicam que a semana de mobilização contra o Aedes é realizada estrategicamente no período pós-férias e pré-Carnaval, devido ao fluxo de pessoas que viajam, o que pode trazer a doença para a cidade. O trabalho, no entanto, é realizado o ano todo e, por esse motivo, as prefeituras mobilizam ações ao longo do período em escolas, unidades de saúde e eventos públicos.

Com visitas nas residências e comércios, os agentes municipais têm o objetivo de orientar a população e fiscalizar espaços considerados de risco. Supervisor de controle da equipe contra a dengue de Diadema, Washington Roberto Ribeiro afirma que o trabalho, feito por meio do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), é “bater na mesma tecla até que o comportamento da população mude”.

“A semana de intensificação é determina pelo Estado, entretanto, temos de realizar ações de combate o tempo todo, pois, embora os riscos e cuidados sejam amplamente divulgados, as pessoas custam a adotar as providências sugeridas e os casos continuam a aparecer”, afirma o supervisor .

Morador do jardim Campanário, em Diadema, o aposentado Célio da Paixão, 61 anos, abriu as portas de sua casa para fiscalização da equipe municipal, ontem. A residência fica de frente para extensa área verde. “Nunca vieram (agentes) aqui, mas acho muito importante ter essa fiscalização. Minha mulher já teve dengue e não quer passar pela mesma situação outra vez”, comenta.

Com a casa repleta de vasos de plantas, o cuidado com a higiene foi aprovado pela agente Rosangela Rodrigues de Souza, 30, que há 12 anos trabalha nas ações de combate e controle da dengue. “O maior problema encontrado nas casas ainda está em acúmulo de água em vasos e caixas-d’água descobertas e sem higienização. De modo geral as pessoas nos recebem bem, mas ainda há quem não dê ouvidos para nossas notificações.”



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