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Bolsa retoma nível dos 96 mil pontos com otimismo externo e Bolsonaro

Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em meio a alta generalizada das ações de Petrobras, Vale e de papéis do bloco financeiro, Ibovespa subiu quase 2%



12/02/2019 | 18:45


Uma onda externa de apetite por ativos de risco e, em menor grau, a perspectiva de que o presidente Jair Bolsonaro, com alta hospitalar iminente, bata o martelo sobre a proposta da Previdência esta semana animaram o mercado doméstico de ações. Em meio a uma alta generalizada das ações de Petrobras, Vale e de papéis do bloco financeiro, o Ibovespa subiu quase 2% e voltou ao nível dos 96 mil pontos. Foi o que bastou para que operadores voltassem a flertar com a possibilidade de que o índice retome a tendência de alta e rume para a marca dos 100 mil pontos ainda em fevereiro.

O índice já iniciou os negócios em terreno positivo com investidores celebrando a notícia de que o congresso americano havia chegado a um acordo preliminar para evitar uma paralisação parcial das atividades do governo. A bolsa ganhou ainda força à tarde e exibiu alta superior a 2%, acompanhando renovadas máximas das bolsas em Nova York, em meio à perspectiva de desenlace positivo nas negociações comerciais entre chineses e americanos.

Ao clima externo favorável somou-se a previsão de que Jair Bolsonaro tenha alta nesta quarta-feira, 13, segundo informações do médico Antonio Luiz Macedo. Mais cedo, secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que a equipe econômica já conclui o texto-base do projeto da reforma da Previdência, que deve ser apreciado por Bolsonaro assim que ele deixar o hospital.

Para o gerente da mesa de operação da Coinvalores, Marco Antônio Siqueira, a bolsa pode retomar a tendência de alta, perdida após os problemas com a Vale e as complicações no quadro de saúde do presidente. "Continuo com a perspectiva de que o índice possa buscar os 100 mil pontos", diz.

Na última hora do pregão, informações veiculadas na imprensa de que o presidente teria optado por fixar idades mínimas para aposentadorias menores do que as ventiladas chegaram a tirar momentaneamente um pouco da força do Ibovespa, que se sustentou ainda acima dos 96 mil pontos. A verdade é que questão da idade mínima tem que ser analisada à luz de outros pontos da reforma, como as regras da transição, para que haja uma avaliação do impacto fiscal das mudanças na Previdência.

Com mínima de 94.933,86 pontos e máxima de 96.571,42 pontos, o Ibovespa encerrou os negócios aos 96.168,40 pontos, alta de 1,86%. Apesar da recuperação, o índice ainda cai 1,26% em fevereiro, depois de ter subido quase 11% em janeiro.

Entre as principais altas do dia, destaque para os papéis do Banco do Brasil, que avançaram mais de 6,16%, liderando o bloco financeiro com investidores à espera da divulgação dos resultados do quarto trimestre, no dia 14. Entre as blue chips, os papéis ON da Petrobras subiram 3,60%, acompanhando a alta do petróleo, e as ações da Vale avançaram 5,43%, recuperando parte das perdas recentes.



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Bolsa retoma nível dos 96 mil pontos com otimismo externo e Bolsonaro

Em meio a alta generalizada das ações de Petrobras, Vale e de papéis do bloco financeiro, Ibovespa subiu quase 2%


12/02/2019 | 18:45


Uma onda externa de apetite por ativos de risco e, em menor grau, a perspectiva de que o presidente Jair Bolsonaro, com alta hospitalar iminente, bata o martelo sobre a proposta da Previdência esta semana animaram o mercado doméstico de ações. Em meio a uma alta generalizada das ações de Petrobras, Vale e de papéis do bloco financeiro, o Ibovespa subiu quase 2% e voltou ao nível dos 96 mil pontos. Foi o que bastou para que operadores voltassem a flertar com a possibilidade de que o índice retome a tendência de alta e rume para a marca dos 100 mil pontos ainda em fevereiro.

O índice já iniciou os negócios em terreno positivo com investidores celebrando a notícia de que o congresso americano havia chegado a um acordo preliminar para evitar uma paralisação parcial das atividades do governo. A bolsa ganhou ainda força à tarde e exibiu alta superior a 2%, acompanhando renovadas máximas das bolsas em Nova York, em meio à perspectiva de desenlace positivo nas negociações comerciais entre chineses e americanos.

Ao clima externo favorável somou-se a previsão de que Jair Bolsonaro tenha alta nesta quarta-feira, 13, segundo informações do médico Antonio Luiz Macedo. Mais cedo, secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que a equipe econômica já conclui o texto-base do projeto da reforma da Previdência, que deve ser apreciado por Bolsonaro assim que ele deixar o hospital.

Para o gerente da mesa de operação da Coinvalores, Marco Antônio Siqueira, a bolsa pode retomar a tendência de alta, perdida após os problemas com a Vale e as complicações no quadro de saúde do presidente. "Continuo com a perspectiva de que o índice possa buscar os 100 mil pontos", diz.

Na última hora do pregão, informações veiculadas na imprensa de que o presidente teria optado por fixar idades mínimas para aposentadorias menores do que as ventiladas chegaram a tirar momentaneamente um pouco da força do Ibovespa, que se sustentou ainda acima dos 96 mil pontos. A verdade é que questão da idade mínima tem que ser analisada à luz de outros pontos da reforma, como as regras da transição, para que haja uma avaliação do impacto fiscal das mudanças na Previdência.

Com mínima de 94.933,86 pontos e máxima de 96.571,42 pontos, o Ibovespa encerrou os negócios aos 96.168,40 pontos, alta de 1,86%. Apesar da recuperação, o índice ainda cai 1,26% em fevereiro, depois de ter subido quase 11% em janeiro.

Entre as principais altas do dia, destaque para os papéis do Banco do Brasil, que avançaram mais de 6,16%, liderando o bloco financeiro com investidores à espera da divulgação dos resultados do quarto trimestre, no dia 14. Entre as blue chips, os papéis ON da Petrobras subiram 3,60%, acompanhando a alta do petróleo, e as ações da Vale avançaram 5,43%, recuperando parte das perdas recentes.

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