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Juros caem com apetite a risco em emergentes e expectativa de alta de Bolsonaro



12/02/2019 | 16:56


Os juros futuros fecharam a sessão regular desta terça-feira, 12, em queda firme, mais pronunciada nos vencimentos de longo prazo, refletindo principalmente o aumento do apetite pelo risco no exterior, que, nesta terça, favorece ativos de economias emergentes e enfraquece o dólar de forma generalizada. Cerca de meia hora antes do encerramento dos negócios, as taxas longas bateram mínimas, diante da perspectiva de melhora nas relações comerciais entre a China e os Estados Unidos e declarações otimistas sobre a economia do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell. Nas ações, o Ibovespa renovou sucessivas máximas na última hora e o dólar bateu mínimas.

No fim da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 fechou em 6,480%, de 6,505% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2021 caiu de 7,232% para 7,16%. A taxa do DI para janeiro de 2023 encerrou em 8,25%, de 8,342%, e a do DI para janeiro de 2025 em 8,76% (mínima), de 8,862%.

Pela manhã, o clima já era positivo em função do acordo prévio no Congresso dos Estados Unidos para evitar a paralisação da máquina pública a partir de sábado. E o quadro melhorou ainda mais à tarde, com alívio nas tensões sobre o fechamento do acordo comercial entre chineses e norte-americanos.

Pouco antes do fechamento deste texto, o presidente Donald Trump afirmou que, se o país e a China estiverem perto de um acordo comercial em 1º de março, quando termina a trégua tarifária acordada por ele e pelo líder chinês, Xi Jinping, poderia estender o prazo para continuar as negociações. Se isso não ocorrer, as tarifas americanas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses serão elevadas a 25% a partir da data.

No Brasil, após a ata do Copom voltar a alertar sobre a importância da continuidade do processo de reformas para a queda da taxa de juros estrutural, a perspectiva de que a proposta para a Previdência possa, finalmente, começar a andar foi ampliada pela possibilidade de que o presidente Jair Bolsonaro deixe o hospital na quarta-feira.

Segundo o médico Antonio Luiz Macedo, que acompanha o quadro do presidente, Bolsonaro está nesta terça "excelente" e muito bem humorado.

Após se reunir com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que a equipe concluiu um texto base do projeto que será apresentado ao presidente assim que ele estiver recuperado.



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Juros caem com apetite a risco em emergentes e expectativa de alta de Bolsonaro


12/02/2019 | 16:56


Os juros futuros fecharam a sessão regular desta terça-feira, 12, em queda firme, mais pronunciada nos vencimentos de longo prazo, refletindo principalmente o aumento do apetite pelo risco no exterior, que, nesta terça, favorece ativos de economias emergentes e enfraquece o dólar de forma generalizada. Cerca de meia hora antes do encerramento dos negócios, as taxas longas bateram mínimas, diante da perspectiva de melhora nas relações comerciais entre a China e os Estados Unidos e declarações otimistas sobre a economia do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell. Nas ações, o Ibovespa renovou sucessivas máximas na última hora e o dólar bateu mínimas.

No fim da sessão regular, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2020 fechou em 6,480%, de 6,505% no ajuste anterior, enquanto o DI para janeiro de 2021 caiu de 7,232% para 7,16%. A taxa do DI para janeiro de 2023 encerrou em 8,25%, de 8,342%, e a do DI para janeiro de 2025 em 8,76% (mínima), de 8,862%.

Pela manhã, o clima já era positivo em função do acordo prévio no Congresso dos Estados Unidos para evitar a paralisação da máquina pública a partir de sábado. E o quadro melhorou ainda mais à tarde, com alívio nas tensões sobre o fechamento do acordo comercial entre chineses e norte-americanos.

Pouco antes do fechamento deste texto, o presidente Donald Trump afirmou que, se o país e a China estiverem perto de um acordo comercial em 1º de março, quando termina a trégua tarifária acordada por ele e pelo líder chinês, Xi Jinping, poderia estender o prazo para continuar as negociações. Se isso não ocorrer, as tarifas americanas de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses serão elevadas a 25% a partir da data.

No Brasil, após a ata do Copom voltar a alertar sobre a importância da continuidade do processo de reformas para a queda da taxa de juros estrutural, a perspectiva de que a proposta para a Previdência possa, finalmente, começar a andar foi ampliada pela possibilidade de que o presidente Jair Bolsonaro deixe o hospital na quarta-feira.

Segundo o médico Antonio Luiz Macedo, que acompanha o quadro do presidente, Bolsonaro está nesta terça "excelente" e muito bem humorado.

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