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5 dicas para preservar o bom funcionamento dos celulares

Da Redação, com assessoria

12/02/2019 | 13:18


Os celulares estão cada vez mais poderosos e com baterias mais resistentes. Mesmo assim, nem sempre as configurações garantem que os dispositivos sobrevivam ao tempo estimado de vida útil. Isso porque alguns hábitos influenciam diretamente na conservação dos dispositivos. Para que o usuário não seja deixado na mão pelo seu smartphone, os especialistas da Positivo Tecnologia, Marcelo Pataro e Alisson Fondazzi, separaram cinco dicas de uso que farão toda diferença.

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1. Evite abrir muitos apps ao mesmo tempo e armazenar todas as mídias que recebe

O primeiro sinal de que o aparelho não está com um bom desempenho é a lentidão, mas o modo de usar diz muito sobre isso. “Preste atenção ao número de aplicativos que você abre, pois o processador pode ficar sobrecarregado se houver muitas ações sendo executadas ao mesmo tempo, ainda mais quando se está usando uma conexão 3G ou 4G. Quando possível, use o Wi-Fi e feche todos os apps que ficam abertos na segunda tela. Isso evita que a bateria seja colocada a um elevado nível de consumo”, diz Pataro.

O que também compromete o desempenho é o número de arquivos armazenados no aparelho. As fotografias e vídeos que fazemos ou que recebemos ficam salvos em pastas e é preciso gerenciar bem para que não ocupem muito espaço. “Uma dica é programar para que essas mídias recebidas em aplicativos de conversas, por exemplo, fiquem armazenados na nuvem ou em um cartão microSD. Assim, sobrará mais espaço na memória do celular e ele não ficará sobrecarregado”, explica.

2. Cuidado com o local onde deixa o seu aparelho

Colocar o celular no painel do carro exposto ao sol ou em cima da pia do banheiro durante um banho quente pode prejudicar a bateria. “Todo smartphone é fabricado para trabalhar em uma temperatura ambiente somada a uma temperatura de 15°C, ou seja, até, no máximo, 45°C. No painel de um carro em um dia de sol, onde a temperatura pode passar de 70°C, a bateria pode sofrer desgaste extremo”, aponta Fondazzi.

Já no banho, as partículas de água podem entrar no aparelho e também prejudicar o funcionamento, inclusive de modelos resistentes à água. “Os celulares têm um grau de segurança, mas, quando falamos em hábitos diários e repetitivos, a resistência pode não ser o suficiente, até mesmo para o suor. Deixar o smartphone dentro do bolso durante o treino também fará mal à bateria. Locais secos e sem poeira são sempre os ideais”, alerta Pataro.

3. Use o carregador original

É comum pegar emprestado o carregador de um amigo durante uma emergência, mas cada celular vem com um carregador e não é à toa. “Se for utilizar um alimentador que não veio com o seu smartphone, o usuário deve começar verificando se o produto é certificado pela Anatel, o que já garante padrões rígidos de segurança. Além disso, deve estar atento a tensão que o carregador entrega, que geralmente chegam a 5 volts, mas podem ser maiores e com isso prejudicar o aparelho”, explica Fondazzi.

4. Carregue sempre que precisar

É importante acabar com o mito de que o usuário só deve carregar o aparelho quando estiver sem energia. As baterias de íon de lítio, que são as mais utilizadas hoje em celulares, permitem que o usuário as carregue por partes. “O ideal, inclusive, é não deixar descarregar 100%, porque quando a bateria fica zerada, pode perder a reação química que costuma utilizar”, conta Pataro.

Segundo o especialista, a bateria de um celular com vida útil de um a dois anos possui 300 ciclos de recarga e, depois disso, tem ainda uma autonomia de 60% de capacidade máxima de carga. Pataro ainda sugere: “se for deixar o celular guardado em casa e desligado, opte por deixá-lo com meia carga e não sem. Isso manterá seu processo eletroquímico em funcionamento”.

5. Atenção com a capinha

Algumas capinhas possuem tinta metalizada. Isso pode interferir na recepção e emissão da antena do aparelho. “O metal pode tanto causar interferência no caminho das ondas de radiofrequência quanto constituir um bloqueio para elas. Se você perceber que o celular, às vezes, perde o sinal, considere que pode ser a capinha e não a operadora”, finaliza Pataro.

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