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Ata: próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade e dos riscos



12/02/2019 | 09:09


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reafirmou nesta terça-feira, 12, na ata do encontro da semana passada, que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

Esta ideia já constou no comunicado do encontro da semana passada do Copom, quando a Selic (a taxa básica de juros) permaneceu em 6,50% ao ano. Foi o sétimo encontro consecutivo em que a taxa foi mantida neste patamar. "Na avaliação do Copom, a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente", disse o colegiado na ata, ao tratar de sua decisão.

Em outro trecho da ata, o BC voltou a defender a continuidade do processo de reformas e ajustes na economia brasileira, visto como "essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia".

Ao mesmo tempo, o BC repetiu na ata a ideia de que "a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes".

No documento, o Copom reiterou ainda que a atual conjuntura "prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural".

De acordo com o BC, a decisão de manter a Selic em 6,50% ao ano na semana passada "reflete seu cenário básico e balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2019 e, com peso menor e gradualmente crescente, de 2020".



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Ata: próximos passos continuarão dependendo da evolução da atividade e dos riscos


12/02/2019 | 09:09


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reafirmou nesta terça-feira, 12, na ata do encontro da semana passada, que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação.

Esta ideia já constou no comunicado do encontro da semana passada do Copom, quando a Selic (a taxa básica de juros) permaneceu em 6,50% ao ano. Foi o sétimo encontro consecutivo em que a taxa foi mantida neste patamar. "Na avaliação do Copom, a evolução do cenário básico e do balanço de riscos prescreve manutenção da taxa Selic no nível vigente", disse o colegiado na ata, ao tratar de sua decisão.

Em outro trecho da ata, o BC voltou a defender a continuidade do processo de reformas e ajustes na economia brasileira, visto como "essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia".

Ao mesmo tempo, o BC repetiu na ata a ideia de que "a percepção de continuidade da agenda de reformas afeta as expectativas e projeções macroeconômicas correntes".

No documento, o Copom reiterou ainda que a atual conjuntura "prescreve política monetária estimulativa, ou seja, com taxas de juros abaixo da taxa estrutural".

De acordo com o BC, a decisão de manter a Selic em 6,50% ao ano na semana passada "reflete seu cenário básico e balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2019 e, com peso menor e gradualmente crescente, de 2020".

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