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Estamos pregando a desjudicialização de litígios, diz Toffoli no Rio



11/02/2019 | 13:22


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse nesta segunda-feira, 11, durante lançamento de um estudo sobre a magistratura, no Rio, que tem apoiado fortemente a "desjudicialização dos litígios", para evitar que a justiça continue sobrecarregada e demore nas suas decisões.

"Temos pregado a desjudicialização dos litígios. Depois acusam que o Judiciário é sobrecarregado, que demora. Existem outras instâncias de solução de litígio, e se vai parar no Supremo é que as outras tentativas fracassaram", disse o ministro durante lançamento do estudo "Quem Somos - A magistratura que queremos", que analisa o perfil da justiça brasileira.

De acordo com notícias veiculadas nesta segunda-feira, Toffoli teria aconselhado a empresa Vale a realizar acordos extrajudiciais com as vítimas da tragédia ocorrida no dia 25 de janeiro e caminha para deixar mais de 300 mortos, após o rompimento de uma barragem da mineradora em Brumadinho, Minas Gerais.

Toffoli elogiou o estudo e destacou, com um dos pontos mais relevantes, "a preservação da dimensão do Judiciário, para que não caiamos na ideia de que um magistrado sozinho possa resolver o problema do País".



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Estamos pregando a desjudicialização de litígios, diz Toffoli no Rio


11/02/2019 | 13:22


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, disse nesta segunda-feira, 11, durante lançamento de um estudo sobre a magistratura, no Rio, que tem apoiado fortemente a "desjudicialização dos litígios", para evitar que a justiça continue sobrecarregada e demore nas suas decisões.

"Temos pregado a desjudicialização dos litígios. Depois acusam que o Judiciário é sobrecarregado, que demora. Existem outras instâncias de solução de litígio, e se vai parar no Supremo é que as outras tentativas fracassaram", disse o ministro durante lançamento do estudo "Quem Somos - A magistratura que queremos", que analisa o perfil da justiça brasileira.

De acordo com notícias veiculadas nesta segunda-feira, Toffoli teria aconselhado a empresa Vale a realizar acordos extrajudiciais com as vítimas da tragédia ocorrida no dia 25 de janeiro e caminha para deixar mais de 300 mortos, após o rompimento de uma barragem da mineradora em Brumadinho, Minas Gerais.

Toffoli elogiou o estudo e destacou, com um dos pontos mais relevantes, "a preservação da dimensão do Judiciário, para que não caiamos na ideia de que um magistrado sozinho possa resolver o problema do País".

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