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Republicanos e democratas voltam a se reunir para evitar novo shutdown nos EUA



11/02/2019 | 12:40


Negociadores dos partidos Republicano e Democrata encarregados da elaboração de uma proposta orçamentária capaz de comandar apoio bipartidário no Congresso dos Estados Unidos terão uma nova reunião nesta segunda-feira para reavivar as conversas sobre questões de segurança na fronteira, centrais na tarefa de evitar uma nova paralisação parcial do governo no sábado. Um ar de pessimismo, no entanto, perdura após a interrupção do diálogo ao longo do fim de semana.

Entre as causas do hiato estão as demandas da oposição de que haja um limite ao número de migrantes que autoridades podem deter, e os dois lados seguem separados em torno de quanto dinheiro deve ser reservado para o muro que o presidente Donald Trump exige construir na divisa com o México. No último minuto desta sexta-feira, expira o orçamento-tampão de três semanas acertado entre as duas legendas para dar tempo à tentativa de se fechar um acordo definitivo.

A disputa em torno das detenções pela Fiscalização de Imigração e Alfândegas (ICE, na sigla em inglês) vai ao âmago da visão de cada partido sobre a imigração. Republicanos se posicionam a favor de uma fiscalização rígida com base nas leis de imigração e têm pouco interesse em flexibilizá-las se os democratas se recusarem a financiar o muro fronteiriço.

Já a oposição despreza a proposta da barreira e, em troca pela verba para segurança na fronteira, quer cortar o que vê como fiscalização desnecessariamente dura pela ICE.

Em aparições nas emissoras NBC e Fox News, o chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney disse que "absolutamente não dá" para eliminar a possibilidade de um novo shutdown se um acordo não for alcançado em torno do muro de outras questões fronteiriças. "Você não pode tirar um shutdown da mesa e você não pode pegar US$ 5,7 (bilhões) da mesa", ele afirmou à NBC, "mas se você terminar em algum lugar no meio, é, então o que você provavelmente vai ver é o presidente dizer, ''É, ok, e vou achar o dinheiro em algum outro lugar", concluiu, referindo-se à soma pedida pela Casa Branca exclusivamente para construir o muro.



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Republicanos e democratas voltam a se reunir para evitar novo shutdown nos EUA


11/02/2019 | 12:40


Negociadores dos partidos Republicano e Democrata encarregados da elaboração de uma proposta orçamentária capaz de comandar apoio bipartidário no Congresso dos Estados Unidos terão uma nova reunião nesta segunda-feira para reavivar as conversas sobre questões de segurança na fronteira, centrais na tarefa de evitar uma nova paralisação parcial do governo no sábado. Um ar de pessimismo, no entanto, perdura após a interrupção do diálogo ao longo do fim de semana.

Entre as causas do hiato estão as demandas da oposição de que haja um limite ao número de migrantes que autoridades podem deter, e os dois lados seguem separados em torno de quanto dinheiro deve ser reservado para o muro que o presidente Donald Trump exige construir na divisa com o México. No último minuto desta sexta-feira, expira o orçamento-tampão de três semanas acertado entre as duas legendas para dar tempo à tentativa de se fechar um acordo definitivo.

A disputa em torno das detenções pela Fiscalização de Imigração e Alfândegas (ICE, na sigla em inglês) vai ao âmago da visão de cada partido sobre a imigração. Republicanos se posicionam a favor de uma fiscalização rígida com base nas leis de imigração e têm pouco interesse em flexibilizá-las se os democratas se recusarem a financiar o muro fronteiriço.

Já a oposição despreza a proposta da barreira e, em troca pela verba para segurança na fronteira, quer cortar o que vê como fiscalização desnecessariamente dura pela ICE.

Em aparições nas emissoras NBC e Fox News, o chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney disse que "absolutamente não dá" para eliminar a possibilidade de um novo shutdown se um acordo não for alcançado em torno do muro de outras questões fronteiriças. "Você não pode tirar um shutdown da mesa e você não pode pegar US$ 5,7 (bilhões) da mesa", ele afirmou à NBC, "mas se você terminar em algum lugar no meio, é, então o que você provavelmente vai ver é o presidente dizer, ''É, ok, e vou achar o dinheiro em algum outro lugar", concluiu, referindo-se à soma pedida pela Casa Branca exclusivamente para construir o muro.

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