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Novo salto para o agronegócio em SP


Do Diário do Grande ABC

10/02/2019 | 11:16


Nos próximos dez anos, só atitudes firmes irão atender necessidades do século XXI. É preciso alimentar população maior e mais rica. Em 2030, o planeta deverá ter 8,6 bilhões de habitantes. A classe média global vai crescer e consumir mais alimentos, especialmente proteínas. Também é preciso reduzir emissões de poluentes, conter o aquecimento global e aumentar a preservação ambiental. E dados recentes atestam que não existe melhor resultado que o obtido pela pesquisa e inovação do agronegócio brasileiro. Em quatro décadas, a produtividade nacional de trigo, arroz, milho, soja e feijão triplicou. Há 50 anos, o Brasil importava alimentos; agora, encabeça a produção mundial de soja, café, suco de laranja e açúcar. É líder global em exportação de carne bovina e de frango.

Com 64 milhões de hectares, a área cultivada no País é igual às de Espanha e França somadas. Enquanto países europeus usam de 45% a 65% de seu território com agricultura, o Brasil ocupa apenas 7,6%. Os quatro maiores países em área cultivada – Índia, Estados Unidos, China e Rússia – usam, cada um, mais que o dobro da lavoura brasileira. O agro paulista é o mais diversificado e tecnológico do Brasil, respondendo por 20% do PIB (Produto Interno Bruto) do setor. Além de líder global em itens como açúcar e suco de laranja, São Paulo tem produção relevante de carne, etanol, café, milho e produtos de base florestal, o que mostra a força do empreendedorismo no campo. Neste mês, zeramos o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)para frutas, verduras e hortaliças embaladas, em apoio a cerca de 50 mil produtores. Oferecemos condições para agregar valor e aumentar receita, reconhecendo a importância do trabalho de quem limpa, lava e embala seu produto. O governo apoia quem inova, empreende e leva mais qualidade à mesa dos brasileiros.

O setor agrário também é o maior responsável pela recuperação de áreas de nascentes e mananciais, além de ampliar a conservação de mata nativa. Graças aos produtores rurais, a cobertura vegetal atinge, hoje, 23% da área do Estado. É possível elevar a produção agrícola e preservar o meio ambiente. É assim que trabalhamos em São Paulo. O governo vai transformar em realidade o potencial multiplicador do agronegócio paulista. Vamos atrair investidores e dar segurança jurídica para plantio, produção e instalação de agroindústrias que empreguem brasileiros de todas as partes. O novo salto do agronegócio pressupõe marcos jurídicos claros, desburocratização, previsibilidade e estabilidade, pilares fortemente abalados sob a gestão do PT, que colocou a ideologia à frente dos interesses do País.

Ao eliminar entraves para investimento estrangeiro, haverá ainda mais crescimento do já pujante agronegócio brasileiro. Vamos produzir, vender e exportar com ousadia, tecnologia e respeito ao meio ambiente. Agir com firmeza é vital para a segurança alimentar mundial. Nossa agricultura deve ser vista como modelo de avanço econômico aliado à preservação ambiental. O que o Brasil faz nessas duas áreas, nenhum país do mundo fez.

João Doria é governador do Estado de São Paulo.

Palavra do leitor

Estrangeiros 

 Não bastasse o já grande número de estrangeiros no Santos, agora mais um: o peruano Christián Cueva. Caro José Carlos Peres – o péssimo presidente do Peixe –, quando foi que viu o Santástico se dando bem com tanto gringo? Por que não investir na base, mandar embora essa farsa chamada Jorge Sampaoli e contratar brasileiro que trabalhe bem com a molecada, como Dorival Júnior? Até quando vai enganar a torcida? Até agora só ganhou de time pequeno. Quando pegou um melhorzinho – Ituano, pelo Paulista – tomou goleada. Ridículo!

Thiago dos Santos

 São Caetano

Fundação 

 Bons tempos em que podíamos falar bem da FSA (Fundação Santo André). Que era orgulho dizer que tínhamos instituição de ensino superior de qualidade. Que podíamos confiar! Virou uma bagunça! Uns recebem salário, outros não. Professores desligados, outros fazendo lobby pelo reitor. Até o prefeito criticou a falta de gestão da FSA (Setecidades, dia 7). Será que ninguém pode intervir, tirar o reitor e ‘pôr ordem na casa’, como disse o prefeito, para que possa voltar a ser referência? Ministério Público, que tal pedir a intervenção na FSA?

Marília Garcia Soares

 Santo André

TIM 

 Interessante o Artigo de Célio Lana (Opinião, dia 8). Mas preciso fazê-lo saber que moro a cinco quilômetros do Centro de Santo André, cidade do Grande ABC – uma das regiões mais ricas do Brasil, cujo PIB (Produto Interno Bruto) seria o quarto do Brasil caso as sete cidades formassem um Estado, atrás apenas de São Paulo, Rio e Brasília –, entretanto, o sinal da TIM não ‘pega’ dentro da minha casa, próxima a grande clube e do estádio da cidade. Tenho de fazer malabarismos para encontrar o sinal. Informo, ainda, que meu celular tem dois chips, e com o da outra operadora não há esse tipo de problema. Então, como esse senhor pode falar em serviço ‘pioneiro em São Paulo e toda Região Metropolitana, além de mais de 200 cidades do Interior do Estado’ se a TIM não tem condições nem de oferecer o básico? Como operadora do tamanho da TIM ainda tem coragem de nos ligar oferecendo serviços e pacotes se não tem essa competência? Menos, amigo. Menos!

Gustavo Henrique Marinheiro

 Santo André

Obrigado, Deus! 

 Devemos agradecer a Deus por não ter permitido tragédias na região neste período de chuvas, porque, pelos ‘gestores’ das sete cidades, estaríamos mortos pela falta de interesse e de ações concretas para se evitar mortes.

Samanta Santos

 Mauá

Sem moral 

 Deve-se cobrar as dívidas das grandes empresas, enxugar Congresso, assembleias legislativas, prefeituras e câmaras antes de culpar a Previdência pela crise no Brasil. É só querer! Políticos gastam em excesso. Como o coitado do aposentado, que não tem dinheiro nem para comprar remédios, sacrifica a União? Só escuto, em qualquer governo, blá-blá-blá. Rodeiam, rodeiam e falam na bendita Previdência. Proponham comissão aberta, com participação popular, com economistas, advogados, professores, enfim, representantes de todas as categorias, para não deixar nas mãos desses corruptos políticos. Jamais vão querer mudar, pois só veem o lado deles. Não confio em nenhum político, muito menos nessa turma que está tomando posse agora.

Alcyone Sebastião S. Pinheiro

 Mauá



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Novo salto para o agronegócio em SP

Do Diário do Grande ABC

10/02/2019 | 11:16


Nos próximos dez anos, só atitudes firmes irão atender necessidades do século XXI. É preciso alimentar população maior e mais rica. Em 2030, o planeta deverá ter 8,6 bilhões de habitantes. A classe média global vai crescer e consumir mais alimentos, especialmente proteínas. Também é preciso reduzir emissões de poluentes, conter o aquecimento global e aumentar a preservação ambiental. E dados recentes atestam que não existe melhor resultado que o obtido pela pesquisa e inovação do agronegócio brasileiro. Em quatro décadas, a produtividade nacional de trigo, arroz, milho, soja e feijão triplicou. Há 50 anos, o Brasil importava alimentos; agora, encabeça a produção mundial de soja, café, suco de laranja e açúcar. É líder global em exportação de carne bovina e de frango.

Com 64 milhões de hectares, a área cultivada no País é igual às de Espanha e França somadas. Enquanto países europeus usam de 45% a 65% de seu território com agricultura, o Brasil ocupa apenas 7,6%. Os quatro maiores países em área cultivada – Índia, Estados Unidos, China e Rússia – usam, cada um, mais que o dobro da lavoura brasileira. O agro paulista é o mais diversificado e tecnológico do Brasil, respondendo por 20% do PIB (Produto Interno Bruto) do setor. Além de líder global em itens como açúcar e suco de laranja, São Paulo tem produção relevante de carne, etanol, café, milho e produtos de base florestal, o que mostra a força do empreendedorismo no campo. Neste mês, zeramos o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)para frutas, verduras e hortaliças embaladas, em apoio a cerca de 50 mil produtores. Oferecemos condições para agregar valor e aumentar receita, reconhecendo a importância do trabalho de quem limpa, lava e embala seu produto. O governo apoia quem inova, empreende e leva mais qualidade à mesa dos brasileiros.

O setor agrário também é o maior responsável pela recuperação de áreas de nascentes e mananciais, além de ampliar a conservação de mata nativa. Graças aos produtores rurais, a cobertura vegetal atinge, hoje, 23% da área do Estado. É possível elevar a produção agrícola e preservar o meio ambiente. É assim que trabalhamos em São Paulo. O governo vai transformar em realidade o potencial multiplicador do agronegócio paulista. Vamos atrair investidores e dar segurança jurídica para plantio, produção e instalação de agroindústrias que empreguem brasileiros de todas as partes. O novo salto do agronegócio pressupõe marcos jurídicos claros, desburocratização, previsibilidade e estabilidade, pilares fortemente abalados sob a gestão do PT, que colocou a ideologia à frente dos interesses do País.

Ao eliminar entraves para investimento estrangeiro, haverá ainda mais crescimento do já pujante agronegócio brasileiro. Vamos produzir, vender e exportar com ousadia, tecnologia e respeito ao meio ambiente. Agir com firmeza é vital para a segurança alimentar mundial. Nossa agricultura deve ser vista como modelo de avanço econômico aliado à preservação ambiental. O que o Brasil faz nessas duas áreas, nenhum país do mundo fez.

João Doria é governador do Estado de São Paulo.

Palavra do leitor

Estrangeiros 

 Não bastasse o já grande número de estrangeiros no Santos, agora mais um: o peruano Christián Cueva. Caro José Carlos Peres – o péssimo presidente do Peixe –, quando foi que viu o Santástico se dando bem com tanto gringo? Por que não investir na base, mandar embora essa farsa chamada Jorge Sampaoli e contratar brasileiro que trabalhe bem com a molecada, como Dorival Júnior? Até quando vai enganar a torcida? Até agora só ganhou de time pequeno. Quando pegou um melhorzinho – Ituano, pelo Paulista – tomou goleada. Ridículo!

Thiago dos Santos

 São Caetano

Fundação 

 Bons tempos em que podíamos falar bem da FSA (Fundação Santo André). Que era orgulho dizer que tínhamos instituição de ensino superior de qualidade. Que podíamos confiar! Virou uma bagunça! Uns recebem salário, outros não. Professores desligados, outros fazendo lobby pelo reitor. Até o prefeito criticou a falta de gestão da FSA (Setecidades, dia 7). Será que ninguém pode intervir, tirar o reitor e ‘pôr ordem na casa’, como disse o prefeito, para que possa voltar a ser referência? Ministério Público, que tal pedir a intervenção na FSA?

Marília Garcia Soares

 Santo André

TIM 

 Interessante o Artigo de Célio Lana (Opinião, dia 8). Mas preciso fazê-lo saber que moro a cinco quilômetros do Centro de Santo André, cidade do Grande ABC – uma das regiões mais ricas do Brasil, cujo PIB (Produto Interno Bruto) seria o quarto do Brasil caso as sete cidades formassem um Estado, atrás apenas de São Paulo, Rio e Brasília –, entretanto, o sinal da TIM não ‘pega’ dentro da minha casa, próxima a grande clube e do estádio da cidade. Tenho de fazer malabarismos para encontrar o sinal. Informo, ainda, que meu celular tem dois chips, e com o da outra operadora não há esse tipo de problema. Então, como esse senhor pode falar em serviço ‘pioneiro em São Paulo e toda Região Metropolitana, além de mais de 200 cidades do Interior do Estado’ se a TIM não tem condições nem de oferecer o básico? Como operadora do tamanho da TIM ainda tem coragem de nos ligar oferecendo serviços e pacotes se não tem essa competência? Menos, amigo. Menos!

Gustavo Henrique Marinheiro

 Santo André

Obrigado, Deus! 

 Devemos agradecer a Deus por não ter permitido tragédias na região neste período de chuvas, porque, pelos ‘gestores’ das sete cidades, estaríamos mortos pela falta de interesse e de ações concretas para se evitar mortes.

Samanta Santos

 Mauá

Sem moral 

 Deve-se cobrar as dívidas das grandes empresas, enxugar Congresso, assembleias legislativas, prefeituras e câmaras antes de culpar a Previdência pela crise no Brasil. É só querer! Políticos gastam em excesso. Como o coitado do aposentado, que não tem dinheiro nem para comprar remédios, sacrifica a União? Só escuto, em qualquer governo, blá-blá-blá. Rodeiam, rodeiam e falam na bendita Previdência. Proponham comissão aberta, com participação popular, com economistas, advogados, professores, enfim, representantes de todas as categorias, para não deixar nas mãos desses corruptos políticos. Jamais vão querer mudar, pois só veem o lado deles. Não confio em nenhum político, muito menos nessa turma que está tomando posse agora.

Alcyone Sebastião S. Pinheiro

 Mauá

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