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Indignação por falta de água em Santo André chega à Câmara

Denis Maciel Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Munícipes aproveitaram retorno das sessões para cobrar a normalização do abastecimento


Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

06/02/2019 | 07:00


Já são mais de 20 dias sem água em vários bairros de Santo André, como Parque Capuava, Jardim das Maravilhas, Parque João Ramalho, Alzira Franco, Jardim Santo André e Parque Novo Oratório. A situação está tão insustentável que munícipes se reuniram ontem em frente ao Paço Municipal para protestar. O encontro foi marcado nas redes sociais.

“O objetivo é chamar a atenção do prefeito (Paulo Serra – PSDB), que prometeu resolver o problema da falta de água durante a campanha. Além de não ter a água, estamos reclamando das taxas absurdas que estão sendo cobradas”, disse o guarda Irineu João da Silva, 49 anos, do Santa Teresinha. Ele foi vestido como Cascão, personagem da Turma da Mônica, para simbolizar “a fase crítica de abastecimento”.

Após a manifestação, os moradores entraram na Câmara, onde foi realizada a primeira sessão do ano. Entre outros pedidos, eles sugeriram abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o tema. O vereador Sargento Lôbo (SD) fez requerimento, mas o documento só recebeu as assinaturas dele e de Willians Bezerra (PT).

“O posicionamento do governo permanece o mesmo. Estamos trabalhando para resolver. Houve problemas técnicos pontuais, mas a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) afirmou que estão sendo equacionados. Não tem nenhuma ligação com dívida (entre Semasa e Sabesp)”, afirmou Donizeti Pereira (PV), articulador do governo na Câmara.

O prefeito Paulo Serra não apareceu no plenário. Em nota publicada no Facebook um pouco antes da manifestação, ele garantiu que a Sabesp voltou a fornecer mais água à cidade, mas que seriam necessárias 24 horas para a normalização.

A Sabesp afirmou ao Diárioque “envia regularmente a Santo André a quantidade de água suficiente para o atendimento da população do município” e que a água é repassada ao Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) para que faça a distribuição.


VEJA COMO FOI A MANIFESTAÇÃO E COMO ESTÁ A SITUAÇÃO NO JARDIM SANTO ANDRÉ:



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Indignação por falta de água em Santo André chega à Câmara

Munícipes aproveitaram retorno das sessões para cobrar a normalização do abastecimento

Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

06/02/2019 | 07:00


Já são mais de 20 dias sem água em vários bairros de Santo André, como Parque Capuava, Jardim das Maravilhas, Parque João Ramalho, Alzira Franco, Jardim Santo André e Parque Novo Oratório. A situação está tão insustentável que munícipes se reuniram ontem em frente ao Paço Municipal para protestar. O encontro foi marcado nas redes sociais.

“O objetivo é chamar a atenção do prefeito (Paulo Serra – PSDB), que prometeu resolver o problema da falta de água durante a campanha. Além de não ter a água, estamos reclamando das taxas absurdas que estão sendo cobradas”, disse o guarda Irineu João da Silva, 49 anos, do Santa Teresinha. Ele foi vestido como Cascão, personagem da Turma da Mônica, para simbolizar “a fase crítica de abastecimento”.

Após a manifestação, os moradores entraram na Câmara, onde foi realizada a primeira sessão do ano. Entre outros pedidos, eles sugeriram abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o tema. O vereador Sargento Lôbo (SD) fez requerimento, mas o documento só recebeu as assinaturas dele e de Willians Bezerra (PT).

“O posicionamento do governo permanece o mesmo. Estamos trabalhando para resolver. Houve problemas técnicos pontuais, mas a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) afirmou que estão sendo equacionados. Não tem nenhuma ligação com dívida (entre Semasa e Sabesp)”, afirmou Donizeti Pereira (PV), articulador do governo na Câmara.

O prefeito Paulo Serra não apareceu no plenário. Em nota publicada no Facebook um pouco antes da manifestação, ele garantiu que a Sabesp voltou a fornecer mais água à cidade, mas que seriam necessárias 24 horas para a normalização.

A Sabesp afirmou ao Diárioque “envia regularmente a Santo André a quantidade de água suficiente para o atendimento da população do município” e que a água é repassada ao Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) para que faça a distribuição.


VEJA COMO FOI A MANIFESTAÇÃO E COMO ESTÁ A SITUAÇÃO NO JARDIM SANTO ANDRÉ:

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