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Guardas exaltam dedicação à sociedade ao se aposentar

Celso Luiz Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Agentes integram primeira leva da corporação que encerra carreira após vigência de estatuto


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

06/02/2019 | 07:00


 A GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André iniciou processo de aposentadoria dos primeiros integrantes após a vigência do estatuto, oficializado em agosto. A equipe do Diário conversou com dois deles, a classe distinta Rosana Rodrigues da Silva, 56 anos, que se aposenta neste mês, e o inspetor João Castilioni Filho, 62, que trabalhou até 31 de janeiro. Os dois destacaram a satisfação de poder ter servido à sociedade.

Antes de ingressar na GCM, Castilioni Filho já havia servido à Marinha e atuado com segurança privada. “No começo foi difícil, mas, aos poucos, a gente vai entendendo como as coisas funcionam e vendo se materializar a possibilidade de servir à população”, afirmou. “Essa é uma questão fundamental. É preciso ter essa identificação com a comunidade.”

A percepção é corroborada pela agente Rosana. “O guarda municipal é uma pessoa próxima da comunidade. Não estamos voltados apenas para a segurança, mas também para as demandas sociais”, afirmou. Ela relembrou dos sentimentos de quando decidiu prestar concurso para integrar a GCM de Santo André – fez parte da primeira turma feminina da corporação. “Minha expectativa era estar junto da população e, nisso, fui totalmente contemplada”, pontuou.

Castilioni Filho pretende iniciar pequeno negócio na nova fase da vida, além de viajar com a mulher e passar mais tempo com o neto de 18 anos, que também sonha com carreira na segurança pública. “Espero poder deixar para meus colegas muito do que aprendi aqui”, afirmou. Rosana encerra história de amor com a guarda, já que foi na GCM que conheceu seu marido – que também é agente – e pai das duas filhas. Bacharel em Direito, Rosana quer se especializar na área administrativa da profissão e continuar servindo à comunidade. “As pessoas precisam de tantas coisas, às vezes uma palavra já muda a vida de alguém”, concluiu.



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Guardas exaltam dedicação à sociedade ao se aposentar

Agentes integram primeira leva da corporação que encerra carreira após vigência de estatuto

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

06/02/2019 | 07:00


 A GCM (Guarda Civil Municipal) de Santo André iniciou processo de aposentadoria dos primeiros integrantes após a vigência do estatuto, oficializado em agosto. A equipe do Diário conversou com dois deles, a classe distinta Rosana Rodrigues da Silva, 56 anos, que se aposenta neste mês, e o inspetor João Castilioni Filho, 62, que trabalhou até 31 de janeiro. Os dois destacaram a satisfação de poder ter servido à sociedade.

Antes de ingressar na GCM, Castilioni Filho já havia servido à Marinha e atuado com segurança privada. “No começo foi difícil, mas, aos poucos, a gente vai entendendo como as coisas funcionam e vendo se materializar a possibilidade de servir à população”, afirmou. “Essa é uma questão fundamental. É preciso ter essa identificação com a comunidade.”

A percepção é corroborada pela agente Rosana. “O guarda municipal é uma pessoa próxima da comunidade. Não estamos voltados apenas para a segurança, mas também para as demandas sociais”, afirmou. Ela relembrou dos sentimentos de quando decidiu prestar concurso para integrar a GCM de Santo André – fez parte da primeira turma feminina da corporação. “Minha expectativa era estar junto da população e, nisso, fui totalmente contemplada”, pontuou.

Castilioni Filho pretende iniciar pequeno negócio na nova fase da vida, além de viajar com a mulher e passar mais tempo com o neto de 18 anos, que também sonha com carreira na segurança pública. “Espero poder deixar para meus colegas muito do que aprendi aqui”, afirmou. Rosana encerra história de amor com a guarda, já que foi na GCM que conheceu seu marido – que também é agente – e pai das duas filhas. Bacharel em Direito, Rosana quer se especializar na área administrativa da profissão e continuar servindo à comunidade. “As pessoas precisam de tantas coisas, às vezes uma palavra já muda a vida de alguém”, concluiu.

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