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Planalto: Equipe em Brumadinho identificará possíveis sinais de contaminação



05/02/2019 | 18:44


O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, informou que as equipes que estão em Brumadinho (MG) têm feito visitas domiciliares para encontrar pessoas que tiveram contato com rejeitos da barragem da Mina do Feijão, da Vale. A ideia também é tentar identificar sinais de contaminação em água e alimentos.

"Estas equipes têm orientado as pessoas quanto aos cuidados que se deve tomar com alimentos e produtos oriundos da região do Rio Paraopeba", afirmou Rêgo Barros, em coletiva de imprensa no Hospital Albert Einstein, onde o presidente Jair Bolsonaro segue internado.

Segundo Rêgo Barros, o Programa Saúde da Família das comunidades afetadas pelo rompimento da barragem está funcionado em regime de plantão para atender a população.

Rêgo Barros disse ainda que a previsão do Ministério de Minas e Energia é que a pluma de rejeitos da mina da Vale chegue "bastante diluída" ao reservatório da represa de Retiro Baixo.

A hidrelétrica chegou a ser paralisada logo após a tragédia, sob o risco de a lama de rejeitos danificar os equipamentos. A operação foi retomada na quinta-feira, 31.



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Planalto: Equipe em Brumadinho identificará possíveis sinais de contaminação


05/02/2019 | 18:44


O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, informou que as equipes que estão em Brumadinho (MG) têm feito visitas domiciliares para encontrar pessoas que tiveram contato com rejeitos da barragem da Mina do Feijão, da Vale. A ideia também é tentar identificar sinais de contaminação em água e alimentos.

"Estas equipes têm orientado as pessoas quanto aos cuidados que se deve tomar com alimentos e produtos oriundos da região do Rio Paraopeba", afirmou Rêgo Barros, em coletiva de imprensa no Hospital Albert Einstein, onde o presidente Jair Bolsonaro segue internado.

Segundo Rêgo Barros, o Programa Saúde da Família das comunidades afetadas pelo rompimento da barragem está funcionado em regime de plantão para atender a população.

Rêgo Barros disse ainda que a previsão do Ministério de Minas e Energia é que a pluma de rejeitos da mina da Vale chegue "bastante diluída" ao reservatório da represa de Retiro Baixo.

A hidrelétrica chegou a ser paralisada logo após a tragédia, sob o risco de a lama de rejeitos danificar os equipamentos. A operação foi retomada na quinta-feira, 31.

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