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Vale: sirenes não funcionaram em razão da velocidade do rompimento da barragem



02/02/2019 | 20:41


A Vale divulgou nota neste sábado, 2, esclarecendo que o sistema de alerta sonoro, em caso de rompimento de barragem, é acionado manualmente, a partir de um Centro de Controle de Emergências e Comunicação, com funcionamento 24 horas por dia, que fica localizado fora da área da mina. "Pelas informações iniciais, que estão sendo apuradas pelas autoridades, devido à velocidade com que ocorreu o evento, não foi possível acionar as sirenes relativas à Barragem I. As causas continuam sendo apuradas", afirma a empresa.

A Vale destaca que a Barragem 1 de Brumadinho (MG) estava inativa desde 2016 e possuía todas as declarações de estabilidade aplicáveis, pois passava por constantes auditorias externas e independentes. "Havia inspeções quinzenais, reportadas à Agência Nacional de Mineração, sendo a última datada de 21 de dezembro de 2018", afirma a mineradora.

Segundo a empresa, a estrutura passou também por inspeções nos dias 8 e 22 de janeiro deste ano, com registro no sistema de monitoramento da Vale. Foram realizados ainda um simulado externo de emergência em 16 de junho de 2018, sob coordenação das Defesas Civis e com o apoio da Vale, e um treinamento interno com os empregados em 23 de outubro de 2018.

Rota de Fuga

A mineradora afirma ainda que a rota de fuga prevista no Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM) foi executada e que o treinamento interno com empregados foi realizado em outubro de 2018.

Drenagem

A Vale informa também a presença de dutos para drenagem de água também é medida padrão para garantir a segurança de barragens e trata-se, portanto, de procedimento rotineiro, utilizado mundialmente. "No caso específico da Barragem I, além dos já existentes, foram instalados, em 2018, drenos adicionais como medida complementar antes do início do processo de descomissionamento. Cabe lembrar que se tratavam de medidas preventivas, dado que os laudos técnicos indicavam a total estabilidade da estrutura", afirma a companhia.

A empresa voltou a falar ainda que a presença de profissionais em barragens, mesmo inativas, em todo o mundo, faz parte das medidas rotineiras e dos procedimentos básicos de segurança e manutenção dessas estruturas. "Permite, por exemplo, desde a leitura de instrumentos e inspeção, até a poda da grama nesses locais", informa.

"No caso específico das imagens veiculadas pela mídia na sexta-feira (01), referentes ao momento exato do rompimento da Barragem I da Mina de Córrego de Feijão, em Brumadinho, os profissionais que aparecem nas imagens na área da barragem estavam realizando tarefas rotineiras", diz.

Conforme a mineradora, uma das atividades executadas era a coleta de dados para atender ao cumprimento de requisitos legais, como determina a própria Agência Nacional de Mineração. "É importante ressaltar que a Barragem I não estava em obras", finaliza a companhia.



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Vale: sirenes não funcionaram em razão da velocidade do rompimento da barragem


02/02/2019 | 20:41


A Vale divulgou nota neste sábado, 2, esclarecendo que o sistema de alerta sonoro, em caso de rompimento de barragem, é acionado manualmente, a partir de um Centro de Controle de Emergências e Comunicação, com funcionamento 24 horas por dia, que fica localizado fora da área da mina. "Pelas informações iniciais, que estão sendo apuradas pelas autoridades, devido à velocidade com que ocorreu o evento, não foi possível acionar as sirenes relativas à Barragem I. As causas continuam sendo apuradas", afirma a empresa.

A Vale destaca que a Barragem 1 de Brumadinho (MG) estava inativa desde 2016 e possuía todas as declarações de estabilidade aplicáveis, pois passava por constantes auditorias externas e independentes. "Havia inspeções quinzenais, reportadas à Agência Nacional de Mineração, sendo a última datada de 21 de dezembro de 2018", afirma a mineradora.

Segundo a empresa, a estrutura passou também por inspeções nos dias 8 e 22 de janeiro deste ano, com registro no sistema de monitoramento da Vale. Foram realizados ainda um simulado externo de emergência em 16 de junho de 2018, sob coordenação das Defesas Civis e com o apoio da Vale, e um treinamento interno com os empregados em 23 de outubro de 2018.

Rota de Fuga

A mineradora afirma ainda que a rota de fuga prevista no Plano de Ação de Emergência de Barragens de Mineração (PAEBM) foi executada e que o treinamento interno com empregados foi realizado em outubro de 2018.

Drenagem

A Vale informa também a presença de dutos para drenagem de água também é medida padrão para garantir a segurança de barragens e trata-se, portanto, de procedimento rotineiro, utilizado mundialmente. "No caso específico da Barragem I, além dos já existentes, foram instalados, em 2018, drenos adicionais como medida complementar antes do início do processo de descomissionamento. Cabe lembrar que se tratavam de medidas preventivas, dado que os laudos técnicos indicavam a total estabilidade da estrutura", afirma a companhia.

A empresa voltou a falar ainda que a presença de profissionais em barragens, mesmo inativas, em todo o mundo, faz parte das medidas rotineiras e dos procedimentos básicos de segurança e manutenção dessas estruturas. "Permite, por exemplo, desde a leitura de instrumentos e inspeção, até a poda da grama nesses locais", informa.

"No caso específico das imagens veiculadas pela mídia na sexta-feira (01), referentes ao momento exato do rompimento da Barragem I da Mina de Córrego de Feijão, em Brumadinho, os profissionais que aparecem nas imagens na área da barragem estavam realizando tarefas rotineiras", diz.

Conforme a mineradora, uma das atividades executadas era a coleta de dados para atender ao cumprimento de requisitos legais, como determina a própria Agência Nacional de Mineração. "É importante ressaltar que a Barragem I não estava em obras", finaliza a companhia.

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