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Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado

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Em eleição recheada de polêmica, senador do DEM do Amapá desbanca Renan Calheiros (MDB-AL)


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

02/02/2019 | 19:13


O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito presidente do Senado, em um pleito interno recheado de polêmica. O democrata recebeu 42 votos e comandará a Casa no biênio 2019-2020.

O processo teve início na sexta-feira, mas indefinição sobre o rito transferiu a decisão para este sábado. O plenário havia deliberado por votação aberta, porém, às 3h, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, acatou ação e determinou votação secreta.

A sessão foi retomada na manhã deste sábado e, de cara, três candidatos retiraram seus projetos para apoiar Alcolumbre, na tentativa de derrotar Renan Calheiros (MDB-AL) – Major Olímpio (PSL-SP), Simone Tebet (MDB-MS) e Alvaro Dias (Podemos-PR). Com votação secreta, o emedebista era considerado favorito.

A votação aconteceu por cédula de papel. E, na hora da contagem, um voto a mais foi registrado – são 81 senadores, mas existiam 82 sufrágios. O clima esquentou de vez diante da indefinição. José Maranhão (MDB-PB), presidente da Casa na hora da sessão, só fez piorar a situação ao não definir o que seria feito: se haveria nova eleição ou se seria desconsiderado o voto adicional.

Diante de possibilidade de outro pleito, Renan optou por retirar a candidatura. Teceu críticas duras ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), acusando o homem-forte da administração de Jair Bolsonaro (PSL) de interferir na eleição da Casa. “Queriam abrir o voto para constranger a maioria, então paciência", disse Renan. “Não vou me submeter.”

Após a renúncia, nova polêmica sobre o rito. Os senadores não sabiam se mantinham o processo de votação ou se recomeçavam todos os prazos. Depois de quase uma hora, os parlamentares optaram por manter o pleito. Alcolumbre foi eleito em seguinte. 



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Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado

Em eleição recheada de polêmica, senador do DEM do Amapá desbanca Renan Calheiros (MDB-AL)

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

02/02/2019 | 19:13


O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito presidente do Senado, em um pleito interno recheado de polêmica. O democrata recebeu 42 votos e comandará a Casa no biênio 2019-2020.

O processo teve início na sexta-feira, mas indefinição sobre o rito transferiu a decisão para este sábado. O plenário havia deliberado por votação aberta, porém, às 3h, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, acatou ação e determinou votação secreta.

A sessão foi retomada na manhã deste sábado e, de cara, três candidatos retiraram seus projetos para apoiar Alcolumbre, na tentativa de derrotar Renan Calheiros (MDB-AL) – Major Olímpio (PSL-SP), Simone Tebet (MDB-MS) e Alvaro Dias (Podemos-PR). Com votação secreta, o emedebista era considerado favorito.

A votação aconteceu por cédula de papel. E, na hora da contagem, um voto a mais foi registrado – são 81 senadores, mas existiam 82 sufrágios. O clima esquentou de vez diante da indefinição. José Maranhão (MDB-PB), presidente da Casa na hora da sessão, só fez piorar a situação ao não definir o que seria feito: se haveria nova eleição ou se seria desconsiderado o voto adicional.

Diante de possibilidade de outro pleito, Renan optou por retirar a candidatura. Teceu críticas duras ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), acusando o homem-forte da administração de Jair Bolsonaro (PSL) de interferir na eleição da Casa. “Queriam abrir o voto para constranger a maioria, então paciência", disse Renan. “Não vou me submeter.”

Após a renúncia, nova polêmica sobre o rito. Os senadores não sabiam se mantinham o processo de votação ou se recomeçavam todos os prazos. Depois de quase uma hora, os parlamentares optaram por manter o pleito. Alcolumbre foi eleito em seguinte. 

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