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Degelo da Antártica está em seis vezes mais rápido

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pesquisadores dizem que nível do mar cresceu 1,4 centímentro desde 1979


Luís Felipe Soares

03/02/2019 | 07:10


O nível do mar em todo o mundo não para de aumentar. Isso se deve ao degelo das gigantescas placas de gelo da Antártica, no extremo Sul do planeta. Tudo isso ocorre, infelizmente, por conta das complicações trazidas pelo processo conhecido como aquecimento global, que marca a elevação da temperatura média das águas e da superfície da Terra.

Pesquisadores relataram em artigo científico para revista norte-americana que o derretimento dessas áreas está seis vezes mais rápido do que o ritmo registrado há 40 anos. Segundo o estudo, o mais longo da história sobre as massas do continente gelado, o nível do mar foi elevado em 1,4 centímetro entre 1979 e 2017. O número pode parecer baixo, mas contas anteriores estipulam que, até 2100, haverá crescimento de 1,8 metro no nível do mar, o bastante para inundar diversas cidades costeiras, inclusive brasileiras.

No período dos últimos nove anos do levantamento, a Antártica teria perdido, em média, cerca de 252 bilhões de toneladas de gelo por temporada passada. O aumento constante da temperatura dos oceanos, resultado do aquecimento global, só acelera a ação negativa. 



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Degelo da Antártica está em seis vezes mais rápido

Pesquisadores dizem que nível do mar cresceu 1,4 centímentro desde 1979

Luís Felipe Soares

03/02/2019 | 07:10


O nível do mar em todo o mundo não para de aumentar. Isso se deve ao degelo das gigantescas placas de gelo da Antártica, no extremo Sul do planeta. Tudo isso ocorre, infelizmente, por conta das complicações trazidas pelo processo conhecido como aquecimento global, que marca a elevação da temperatura média das águas e da superfície da Terra.

Pesquisadores relataram em artigo científico para revista norte-americana que o derretimento dessas áreas está seis vezes mais rápido do que o ritmo registrado há 40 anos. Segundo o estudo, o mais longo da história sobre as massas do continente gelado, o nível do mar foi elevado em 1,4 centímetro entre 1979 e 2017. O número pode parecer baixo, mas contas anteriores estipulam que, até 2100, haverá crescimento de 1,8 metro no nível do mar, o bastante para inundar diversas cidades costeiras, inclusive brasileiras.

No período dos últimos nove anos do levantamento, a Antártica teria perdido, em média, cerca de 252 bilhões de toneladas de gelo por temporada passada. O aumento constante da temperatura dos oceanos, resultado do aquecimento global, só acelera a ação negativa. 

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