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Corrida para fugir de enigmas mortais

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Salas imersivas com situações extremas estão no filme ‘Escape Room’


Luís Felipe Soares

03/02/2019 | 07:04


Ficar trancado em busca por saída pode soar assustador para algumas pessoas e desafiador para outras. Quem observa o cenário pelo viés positivo tem tudo para se divertir dentro das ‘salas escape’, nas quais o público paga para desvendar enigmas, encontrar chaves e buscar pistas para fugir em 60 minutos. Já quem não consegue se imaginar nesse tipo de brincadeira por pensar nos piores resultados pode observar tudo como cenário de filme de terror. É justamente aproveitando essa dualidade de pensamentos que Hollywood brinca com os espectadores com Escape Room, estreante nos cinemas brasileiros na quinta-feira.

A ideia do filme é expandir a temática e lidar com extremos, principalmente em torno do que pode ser perverso e insano. O diretor Adam Robitel (responsável por Sobrenatural: A Última Chave, de 2018) convoca cinco personagens para se juntar à mais imersiva sala do gênero já criada, com prêmio de US$ 1 milhão para quem conseguir sair vencedor. Claro que abrir cadeados e resolver questões lógicas simplistas não fazem parte do enredo, sendo que os seis ambientes montados no prédio querem, literalmente, acabar com os participantes – não há tempo limite, apenas situações que podem matar (ou não) cada uma das pessoas. Entre as ações enfrentadas estão forno gigante, degelo em baixa temperatura, chão que desaba e paredes que se fecham.

Não é de se espantar que o grupo possui algo em comum que eles demoram para descobrir do que se trata. Acaba sendo apenas atrativo para deixar o filme mais interessante, sendo que a resolução do suspense tem capacidade de decepcionar os espectadores experientes em obras do gênero. Escape Room é espécie de união entre a cinessérie Jogos Mortais com O Segredo da Cabana (2011). Detalhe que a premissa é semelhante à apresentada em 60 Minutos Para Morrer (2017), com maior suspense.

VIDA REAL

As ‘salas escape’ ganharam popularidade nos anos 2000 e chegaram ao Brasil na última década. Há opções para várias histórias, enigmas e dinâmicas. Dicas podem ser pedidas para os monitores no lado de fora. Geralmente, as atrações são abertas para grupos entre duas e oito pessoas, com preços cobrados individualmente (valores de R$ 60 a R$ 80, em média, por participante). Caso as soluções não sejam resolvidas por completo depois da uma hora de brincadeira, os visitantes são liberados e podem tirar dúvidas sobre os pontos onde encontraram dificuldades.

Alguns lugares do Grande ABC promovem a atração. É o caso do Escape 60’ Santo André (Rua das Figueiras, 1.389. Tel.: 2896-7708), com seis situações prontas para serem escolhidas. A partir de sexta-feira, o local amplia seu serviço com a abertura de Experimentos Mortais (R$ 84,90 por pessoa), sua primeira sala Xtreme, cujo diferencial é a presença de atores dentro do cenário para intensificar ainda mais as emoções durante a investigação – até mesmo por isso a atração é exclusiva para maiores de 15 anos. Mais informações estão na internet (www.escape60.com.br).

Em São Caetano, o Escape Now (Rua Espirito Santo, 79. Tel.: 3881-8106) oferece imersão nas histórias de Psicose, inspirada no clássico filme, e O Manicômio, para ajudar a encontrar médico desaparecido que faz experimentos com os pacientes. Todos os horários disponíveis podem ser vistos na página da unidade local no site www.escapenow.com.br.  



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Corrida para fugir de enigmas mortais

Salas imersivas com situações extremas estão no filme ‘Escape Room’

Luís Felipe Soares

03/02/2019 | 07:04


Ficar trancado em busca por saída pode soar assustador para algumas pessoas e desafiador para outras. Quem observa o cenário pelo viés positivo tem tudo para se divertir dentro das ‘salas escape’, nas quais o público paga para desvendar enigmas, encontrar chaves e buscar pistas para fugir em 60 minutos. Já quem não consegue se imaginar nesse tipo de brincadeira por pensar nos piores resultados pode observar tudo como cenário de filme de terror. É justamente aproveitando essa dualidade de pensamentos que Hollywood brinca com os espectadores com Escape Room, estreante nos cinemas brasileiros na quinta-feira.

A ideia do filme é expandir a temática e lidar com extremos, principalmente em torno do que pode ser perverso e insano. O diretor Adam Robitel (responsável por Sobrenatural: A Última Chave, de 2018) convoca cinco personagens para se juntar à mais imersiva sala do gênero já criada, com prêmio de US$ 1 milhão para quem conseguir sair vencedor. Claro que abrir cadeados e resolver questões lógicas simplistas não fazem parte do enredo, sendo que os seis ambientes montados no prédio querem, literalmente, acabar com os participantes – não há tempo limite, apenas situações que podem matar (ou não) cada uma das pessoas. Entre as ações enfrentadas estão forno gigante, degelo em baixa temperatura, chão que desaba e paredes que se fecham.

Não é de se espantar que o grupo possui algo em comum que eles demoram para descobrir do que se trata. Acaba sendo apenas atrativo para deixar o filme mais interessante, sendo que a resolução do suspense tem capacidade de decepcionar os espectadores experientes em obras do gênero. Escape Room é espécie de união entre a cinessérie Jogos Mortais com O Segredo da Cabana (2011). Detalhe que a premissa é semelhante à apresentada em 60 Minutos Para Morrer (2017), com maior suspense.

VIDA REAL

As ‘salas escape’ ganharam popularidade nos anos 2000 e chegaram ao Brasil na última década. Há opções para várias histórias, enigmas e dinâmicas. Dicas podem ser pedidas para os monitores no lado de fora. Geralmente, as atrações são abertas para grupos entre duas e oito pessoas, com preços cobrados individualmente (valores de R$ 60 a R$ 80, em média, por participante). Caso as soluções não sejam resolvidas por completo depois da uma hora de brincadeira, os visitantes são liberados e podem tirar dúvidas sobre os pontos onde encontraram dificuldades.

Alguns lugares do Grande ABC promovem a atração. É o caso do Escape 60’ Santo André (Rua das Figueiras, 1.389. Tel.: 2896-7708), com seis situações prontas para serem escolhidas. A partir de sexta-feira, o local amplia seu serviço com a abertura de Experimentos Mortais (R$ 84,90 por pessoa), sua primeira sala Xtreme, cujo diferencial é a presença de atores dentro do cenário para intensificar ainda mais as emoções durante a investigação – até mesmo por isso a atração é exclusiva para maiores de 15 anos. Mais informações estão na internet (www.escape60.com.br).

Em São Caetano, o Escape Now (Rua Espirito Santo, 79. Tel.: 3881-8106) oferece imersão nas histórias de Psicose, inspirada no clássico filme, e O Manicômio, para ajudar a encontrar médico desaparecido que faz experimentos com os pacientes. Todos os horários disponíveis podem ser vistos na página da unidade local no site www.escapenow.com.br.  

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