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Bolsas da Europa fecham sem sinal único, de olho em bancos, comércio e balanços



01/02/2019 | 16:22


As bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta sexta-feira, 1. A informação sobre uma possível denúncia da União Europeia contra oito bancos influenciou os negócios, ao lado de indicadores e balanços. Além disso, investidores mantiveram expectativa por novidades no diálogo comercial entre Estados Unidos e China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,29%, em 359,71 pontos.

A notícia de que o órgão antitruste da UE acusou oito bancos de formarem um cartel no mercado de títulos da zona do euro levou as bolsas a atingirem mínimas no dia, durante o pregão. Não houve, contudo, sinal único entre as ações do setor bancário europeu. A área antitruste da Comissão Europeia não informou quais eram os bancos envolvidos, mas parte da mídia local especulava que Credit Suisse, Credit Agricole e Deutsche Bank estariam na lista, por já terem revelado anteriormente que estavam na mira do bloco em virtude de conluio no comércio de títulos. O caso teria ocorrido entre 2007 e 2012, mas uma decisão nele poderia demorar até 5 anos, de acordo com uma fonte ouvida pela correspondente do Broadcast em Londres, Célia Froufe.

Ainda no mercado bancário, a ação do Deutsche Bank fechou em baixa de 0,59% em Frankfurt, após um balanço com prejuízo maior que o esperado no quarto trimestre. Há ainda dúvidas entre investidores sobre o futuro do banco, em meio a rumores de que pode haver uma fusão dele com o Commerzbank. De qualquer modo, o Deutsche conseguiu em 2018 seu primeiro lucro anual desde 2014. A ação do Commerzbank subiu 0,24% hoje.

Na agenda de indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro desacelerou a 1,4% na preliminar de janeiro, na comparação anual, após subir 1,6% em dezembro. A IHS Markit informou que o índice de gerentes de compras (PMI) industrial da região recuou de 51,4 em dezembro a 50,5 em janeiro, em linha com a previsão dos analistas. Na Alemanha, o PMI industrial recuou de 51,5 em dezembro a 49,7 em janeiro, na primeira leitura abaixo de 50 em mais de quatro anos - o que indica contração da atividade nessa pesquisa.

O diálogo entre EUA e China também seguiu no radar, embora sem grandes novidades após as reuniões desta semana. Na avaliação do Danske Bank, há 75% de chance de um acordo até o segundo trimestre deste ano.

Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,74%, a 7.020,22 pontos, com alta de 3,10% na comparação semanal. A mineradora Glencore recuou 1,05%, enquanto a petroleira BP avançou 0,27%. Barclays subiu 0,28%.

Em Frankfurt, o índice DAX avançou 0,07%, a 11.180,66 pontos, mas caiu 0,90% na semana. No setor de energia, E.ON caiu 0,07%, mas Deutsche Telekom teve alta de 0,14%. Thyssenkrupp se destacou, em alta de 2,68%, após o executivo-chefe da empresa, Guido Kerkhoff, afirmar que ela estava a caminho de atingir suas metas financeiras para o ano fiscal de 2019.

O índice CAC-40, da bolsa de Paris, subiu 0,53%, a 5.019,26 pontos, e 1,90% na semana. A petroleira Total teve ganho de 0,48%, mas Crédit Agricole recuou 0,48% e BNP Paribas Perdue 0,20%. Orange avançou 0,18%.

Em Milão, o índice FTSE-MIB recuou 0,78%, a 19.576,77 pontos, e teve perda de 1,18% na comparação semanal. Intesa Sanpaolo caiu 1,61% e BPM cedeu 3,41%, no setor bancário, enquanto Fiat Chrysler subiu 1,02%.

Na bolsa de Madri, o IBEX-35 caiu 0,41%, a 9.019,40 pontos, com baixa de 1,81% na semana. Santander caiu 1,51% e Banco de Sabadell teve queda forte, de 9,09%, entre os papéis mais negociados. Na contramão, BBVA subiu 0,52%.

Em Lisboa, o índice PSI-20 teve queda de 0,27%, a 5.115,02 pontos, e recuo de 0,72% na semana. O papel do Banco Comercial Português caiu 3,32%, enquanto Galp Energia avançou 0,18%. (Com informações da Dow Jones Newswires)



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Bolsas da Europa fecham sem sinal único, de olho em bancos, comércio e balanços


01/02/2019 | 16:22


As bolsas europeias fecharam sem sinal único nesta sexta-feira, 1. A informação sobre uma possível denúncia da União Europeia contra oito bancos influenciou os negócios, ao lado de indicadores e balanços. Além disso, investidores mantiveram expectativa por novidades no diálogo comercial entre Estados Unidos e China.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,29%, em 359,71 pontos.

A notícia de que o órgão antitruste da UE acusou oito bancos de formarem um cartel no mercado de títulos da zona do euro levou as bolsas a atingirem mínimas no dia, durante o pregão. Não houve, contudo, sinal único entre as ações do setor bancário europeu. A área antitruste da Comissão Europeia não informou quais eram os bancos envolvidos, mas parte da mídia local especulava que Credit Suisse, Credit Agricole e Deutsche Bank estariam na lista, por já terem revelado anteriormente que estavam na mira do bloco em virtude de conluio no comércio de títulos. O caso teria ocorrido entre 2007 e 2012, mas uma decisão nele poderia demorar até 5 anos, de acordo com uma fonte ouvida pela correspondente do Broadcast em Londres, Célia Froufe.

Ainda no mercado bancário, a ação do Deutsche Bank fechou em baixa de 0,59% em Frankfurt, após um balanço com prejuízo maior que o esperado no quarto trimestre. Há ainda dúvidas entre investidores sobre o futuro do banco, em meio a rumores de que pode haver uma fusão dele com o Commerzbank. De qualquer modo, o Deutsche conseguiu em 2018 seu primeiro lucro anual desde 2014. A ação do Commerzbank subiu 0,24% hoje.

Na agenda de indicadores, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro desacelerou a 1,4% na preliminar de janeiro, na comparação anual, após subir 1,6% em dezembro. A IHS Markit informou que o índice de gerentes de compras (PMI) industrial da região recuou de 51,4 em dezembro a 50,5 em janeiro, em linha com a previsão dos analistas. Na Alemanha, o PMI industrial recuou de 51,5 em dezembro a 49,7 em janeiro, na primeira leitura abaixo de 50 em mais de quatro anos - o que indica contração da atividade nessa pesquisa.

O diálogo entre EUA e China também seguiu no radar, embora sem grandes novidades após as reuniões desta semana. Na avaliação do Danske Bank, há 75% de chance de um acordo até o segundo trimestre deste ano.

Na bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,74%, a 7.020,22 pontos, com alta de 3,10% na comparação semanal. A mineradora Glencore recuou 1,05%, enquanto a petroleira BP avançou 0,27%. Barclays subiu 0,28%.

Em Frankfurt, o índice DAX avançou 0,07%, a 11.180,66 pontos, mas caiu 0,90% na semana. No setor de energia, E.ON caiu 0,07%, mas Deutsche Telekom teve alta de 0,14%. Thyssenkrupp se destacou, em alta de 2,68%, após o executivo-chefe da empresa, Guido Kerkhoff, afirmar que ela estava a caminho de atingir suas metas financeiras para o ano fiscal de 2019.

O índice CAC-40, da bolsa de Paris, subiu 0,53%, a 5.019,26 pontos, e 1,90% na semana. A petroleira Total teve ganho de 0,48%, mas Crédit Agricole recuou 0,48% e BNP Paribas Perdue 0,20%. Orange avançou 0,18%.

Em Milão, o índice FTSE-MIB recuou 0,78%, a 19.576,77 pontos, e teve perda de 1,18% na comparação semanal. Intesa Sanpaolo caiu 1,61% e BPM cedeu 3,41%, no setor bancário, enquanto Fiat Chrysler subiu 1,02%.

Na bolsa de Madri, o IBEX-35 caiu 0,41%, a 9.019,40 pontos, com baixa de 1,81% na semana. Santander caiu 1,51% e Banco de Sabadell teve queda forte, de 9,09%, entre os papéis mais negociados. Na contramão, BBVA subiu 0,52%.

Em Lisboa, o índice PSI-20 teve queda de 0,27%, a 5.115,02 pontos, e recuo de 0,72% na semana. O papel do Banco Comercial Português caiu 3,32%, enquanto Galp Energia avançou 0,18%. (Com informações da Dow Jones Newswires)

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