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Segurança: um assunto de Estado!


Do Diário do Grande ABC

01/02/2019 | 12:33


Recentes ataques criminosos contra os cidadãos e o Estado do Ceará não são fatos isolados. O problema se repete em outras regiões do Brasil, num ciclo intolerável de violência. Como chegamos a esse ponto? Não por acaso. O Brasil rompeu o patamar dos 60 mil homicídios anuais sob os governos do PT, que representaram uma década e meia de completa omissão na área da segurança pública. Os Estados tinham de combater o crime isolados, sem repasses, sem apoio, sem integração com outras agências, completamente no escuro. O governo federal não foi apenas incompetente: tinha visão de mundo absolutamente torta, segundo a qual criminosos não podiam ser punidos porque não passavam de pobres vítimas da sociedade.

Os brasileiros, nas urnas, disseram ‘basta’. Agora, os Estados têm como parceiro o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o homem que derrotou os criminosos do colarinho-branco e está empenhado em fazer o mesmo com o crime organizado. 

Moro e eu já nos reunimos duas vezes neste início de governo. Como resultado desse entendimento, em apenas 15 dias São Paulo realizou três megaoperações de fiscalização e segurança urbana e rural, uma delas com a Polícia Rodoviária Federal. Com 67 mil policiais nas ruas, em 72 horas prendemos 424 pessoas em flagrante, recapturamos 319 fugitivos, recuperamos 100 veículos roubados e apreendemos 90 quilos de drogas.

É preciso fazer muito mais em segurança pública. E fazer mais rápido, para devolver a tranquilidade à nossa população. Por isso autorizei o uso de espingardas calibre 12 por todas as equipes da PM paulista, dia e noite, em todas as regiões do Estado. Todos, inclusive cabos e soldados, estarão armados com 5.000 dessas novas e mais potentes armas. Há quase 20 anos, sucessivos governos paulistas vêm reduzindo os homicídios de forma sustentada. Mas isso não foi suficiente para reduzir a insegurança nas ruas.

Nosso plano de combate ao crime prevê a instalação de 17 novos Baeps (Batalhões de Ações Especiais), que levarão o padrão operacional da Rota a todas as regiões do Estado. No Grande ABC, ainda neste primeiro semestre, implantaremos em São Bernardo poderosa inovação: batalhão especial de combate ao crime, o COI (Centro de Operações Integradas), que englobará Baep, Deic, Guarda Civil Municipal e Defesa Civil. Todos no mesmo espaço, com planejamento e ações integradas para usar os recursos com máxima eficiência. Em outra frente, vamos valorizar os policiais e melhorar seus equipamentos de trabalho. Outra inovação será a criação de presídios sob administração privada, que são mais seguros para a sociedade e capacitados a recuperar os presos por meio do estudo e do trabalho.

São Paulo está pronto a encabeçar nova era da segurança pública no País. Quem já conseguiu fazer a redução histórica do índice de homicídios está pronto para dar os próximos passos. E alcançar patamar de excelência no combate ao crime.

João Doria é governador de São Paulo.

Palavra do leitor

Socorro! 

 Há construtora e uma igreja que estão vendendo imóveis irregulares em Mauá. Comprei apartamento na planta em fevereiro, por meio da Igreja Batista Água Viva em Mauá. Desde então, eu e os demais compradores estamos aguardando o início das obras. Porém, descobrimos em dezembro que isso não sairá tão cedo do papel, pois venderam o imóvel sem registro de incorporação, o terreno está contaminado e a igreja nem a construtora estão dando posicionamento aos compradores. Já temos boletim de ocorrência, denúncia no Ministério Público e na Prefeitura. Precisamos de ajuda, pois o estande de vendas encontra-se aberto. Há muitas pessoas aguardando o ressarcimento, desde julho e agosto do ano passado.

Natália Rodrigues

 Mauá

Fake news

 A MP (Medida Provisória) editada por Dilma supostamente para favorecer empresas de mineração é mais uma fake news espalhada à exaustão e, desta vez, chegou a esta Palavra do Leitor deste jornal (Brumadinho – 3, dia 29). A verdadeira MP da ex-presidente caracteriza o rompimento de barragens como desastre ambiental apenas para as vítimas, não para as empresas. Isso para que os atingidos pelas tragédias possam sacar seu FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e apenas para esse caso. Não beneficia, em hipótese alguma, as firmas que cometem o crime. Acho que alguns dos disseminadores desse tipo de mentira são incautos e inocentes úteis, e outros, ainda, maldosos de fato.

Carlos Augusto de Campos

Santo André

Convênios turismo 

 Em atenção à reportagem ‘Governo estadual cancela convênio com Ribeirão para construção de Parque Linear’ (Setecidades, ontem), a Secretaria de Turismo rescindiu 176 convênios firmados pelo governo anterior no fim de 2018. O limite orçamentário dos convênios não foi respeitado. Pela segunda vez em menos de um mês de trabalho, a nova gestão é obrigada a rescindir convênios assinados no apagar das luzes do governo anterior. E, novamente, a decisão é tomada em total respeito ao povo paulista. Os repasses prometidos somam R$ 152 milhões e não tinham empenho orçamentário, o que invalida os convênios que envolvem 35 estâncias turísticas e 60 MITs (Municípios de Interesse Turístico). Somente Guarujá e Santos receberiam, juntas, R$ 34,5 milhões, o que equivale a 23% do valor total dos convênios. O atual governo não se pauta por partidarismos e, a partir de critérios técnicos, vai receber novamente os pleitos municipais, considerando a disponibilidade orçamentária. É dever do governante agir de maneira transparente com o dinheiro público e não criar ilusões que beneficiam interesses políticos.

 Marco Vinholi, Secretário de Desenvolvimento Regional do Estado

Interesses 

 ‘O cara’ está preso há quase 300 dias, mas para vir a velório e enterro de familiar sem poder fazer comício não tem interesse (Política, ontem). Vai entender! Tem que continuar preso!

Cláudio Juchem 

 Capital

Impunidade mata

 Sim, a impunidade mata! Mas por quê? Não houve punição para as tragédias ocorridas nos últimos anos neste País! Por quê? Não seriam nossas leis afrouxadas para atender interesses escusos? Não seria a nossa Justiça leniente, quando não cúmplice, daqueles que têm muito dinheiro para comprar defesa para seus crimes contra o povo trabalhador e indefeso? E o que fazem os congressistas para corrigir distorções nas leis? Quando as excelências vão trabalhar para melhorar as leis ao invés de tratar dos interesses próprios ou usar a tribuna para defender bandidos ou tratar de perfumarias? Quando?

Aparecida Dileide Gaziolla

São Caetano

Subscrevo 

 O que acrescento na missiva do leitor diademense Arlindo Ligeirinho Ribeiro é que assino embaixo suas pertinentes considerações alusivas ao abrandamento da Lei do Fechamento de Bares às 23h (Péssima ideia, dia 28). Entre outros feitos auspiciosos das duas gestões do alcaide José de Filippi Júnior, a ‘Lei Seca’ é um deles, que tornou-se referência nacional pela queda vertiginosa de homicídios e entreveros. Se esse retrocesso tornar-se fato, os moradores das duas vias selecionadas ficarão desassossegados. Saudações antiabrandamento da LFB.

João Paulo de Oliveira

Diadema



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Segurança: um assunto de Estado!

Do Diário do Grande ABC

01/02/2019 | 12:33


Recentes ataques criminosos contra os cidadãos e o Estado do Ceará não são fatos isolados. O problema se repete em outras regiões do Brasil, num ciclo intolerável de violência. Como chegamos a esse ponto? Não por acaso. O Brasil rompeu o patamar dos 60 mil homicídios anuais sob os governos do PT, que representaram uma década e meia de completa omissão na área da segurança pública. Os Estados tinham de combater o crime isolados, sem repasses, sem apoio, sem integração com outras agências, completamente no escuro. O governo federal não foi apenas incompetente: tinha visão de mundo absolutamente torta, segundo a qual criminosos não podiam ser punidos porque não passavam de pobres vítimas da sociedade.

Os brasileiros, nas urnas, disseram ‘basta’. Agora, os Estados têm como parceiro o ministro da Justiça, Sérgio Moro, o homem que derrotou os criminosos do colarinho-branco e está empenhado em fazer o mesmo com o crime organizado. 

Moro e eu já nos reunimos duas vezes neste início de governo. Como resultado desse entendimento, em apenas 15 dias São Paulo realizou três megaoperações de fiscalização e segurança urbana e rural, uma delas com a Polícia Rodoviária Federal. Com 67 mil policiais nas ruas, em 72 horas prendemos 424 pessoas em flagrante, recapturamos 319 fugitivos, recuperamos 100 veículos roubados e apreendemos 90 quilos de drogas.

É preciso fazer muito mais em segurança pública. E fazer mais rápido, para devolver a tranquilidade à nossa população. Por isso autorizei o uso de espingardas calibre 12 por todas as equipes da PM paulista, dia e noite, em todas as regiões do Estado. Todos, inclusive cabos e soldados, estarão armados com 5.000 dessas novas e mais potentes armas. Há quase 20 anos, sucessivos governos paulistas vêm reduzindo os homicídios de forma sustentada. Mas isso não foi suficiente para reduzir a insegurança nas ruas.

Nosso plano de combate ao crime prevê a instalação de 17 novos Baeps (Batalhões de Ações Especiais), que levarão o padrão operacional da Rota a todas as regiões do Estado. No Grande ABC, ainda neste primeiro semestre, implantaremos em São Bernardo poderosa inovação: batalhão especial de combate ao crime, o COI (Centro de Operações Integradas), que englobará Baep, Deic, Guarda Civil Municipal e Defesa Civil. Todos no mesmo espaço, com planejamento e ações integradas para usar os recursos com máxima eficiência. Em outra frente, vamos valorizar os policiais e melhorar seus equipamentos de trabalho. Outra inovação será a criação de presídios sob administração privada, que são mais seguros para a sociedade e capacitados a recuperar os presos por meio do estudo e do trabalho.

São Paulo está pronto a encabeçar nova era da segurança pública no País. Quem já conseguiu fazer a redução histórica do índice de homicídios está pronto para dar os próximos passos. E alcançar patamar de excelência no combate ao crime.

João Doria é governador de São Paulo.

Palavra do leitor

Socorro! 

 Há construtora e uma igreja que estão vendendo imóveis irregulares em Mauá. Comprei apartamento na planta em fevereiro, por meio da Igreja Batista Água Viva em Mauá. Desde então, eu e os demais compradores estamos aguardando o início das obras. Porém, descobrimos em dezembro que isso não sairá tão cedo do papel, pois venderam o imóvel sem registro de incorporação, o terreno está contaminado e a igreja nem a construtora estão dando posicionamento aos compradores. Já temos boletim de ocorrência, denúncia no Ministério Público e na Prefeitura. Precisamos de ajuda, pois o estande de vendas encontra-se aberto. Há muitas pessoas aguardando o ressarcimento, desde julho e agosto do ano passado.

Natália Rodrigues

 Mauá

Fake news

 A MP (Medida Provisória) editada por Dilma supostamente para favorecer empresas de mineração é mais uma fake news espalhada à exaustão e, desta vez, chegou a esta Palavra do Leitor deste jornal (Brumadinho – 3, dia 29). A verdadeira MP da ex-presidente caracteriza o rompimento de barragens como desastre ambiental apenas para as vítimas, não para as empresas. Isso para que os atingidos pelas tragédias possam sacar seu FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e apenas para esse caso. Não beneficia, em hipótese alguma, as firmas que cometem o crime. Acho que alguns dos disseminadores desse tipo de mentira são incautos e inocentes úteis, e outros, ainda, maldosos de fato.

Carlos Augusto de Campos

Santo André

Convênios turismo 

 Em atenção à reportagem ‘Governo estadual cancela convênio com Ribeirão para construção de Parque Linear’ (Setecidades, ontem), a Secretaria de Turismo rescindiu 176 convênios firmados pelo governo anterior no fim de 2018. O limite orçamentário dos convênios não foi respeitado. Pela segunda vez em menos de um mês de trabalho, a nova gestão é obrigada a rescindir convênios assinados no apagar das luzes do governo anterior. E, novamente, a decisão é tomada em total respeito ao povo paulista. Os repasses prometidos somam R$ 152 milhões e não tinham empenho orçamentário, o que invalida os convênios que envolvem 35 estâncias turísticas e 60 MITs (Municípios de Interesse Turístico). Somente Guarujá e Santos receberiam, juntas, R$ 34,5 milhões, o que equivale a 23% do valor total dos convênios. O atual governo não se pauta por partidarismos e, a partir de critérios técnicos, vai receber novamente os pleitos municipais, considerando a disponibilidade orçamentária. É dever do governante agir de maneira transparente com o dinheiro público e não criar ilusões que beneficiam interesses políticos.

 Marco Vinholi, Secretário de Desenvolvimento Regional do Estado

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 ‘O cara’ está preso há quase 300 dias, mas para vir a velório e enterro de familiar sem poder fazer comício não tem interesse (Política, ontem). Vai entender! Tem que continuar preso!

Cláudio Juchem 

 Capital

Impunidade mata

 Sim, a impunidade mata! Mas por quê? Não houve punição para as tragédias ocorridas nos últimos anos neste País! Por quê? Não seriam nossas leis afrouxadas para atender interesses escusos? Não seria a nossa Justiça leniente, quando não cúmplice, daqueles que têm muito dinheiro para comprar defesa para seus crimes contra o povo trabalhador e indefeso? E o que fazem os congressistas para corrigir distorções nas leis? Quando as excelências vão trabalhar para melhorar as leis ao invés de tratar dos interesses próprios ou usar a tribuna para defender bandidos ou tratar de perfumarias? Quando?

Aparecida Dileide Gaziolla

São Caetano

Subscrevo 

 O que acrescento na missiva do leitor diademense Arlindo Ligeirinho Ribeiro é que assino embaixo suas pertinentes considerações alusivas ao abrandamento da Lei do Fechamento de Bares às 23h (Péssima ideia, dia 28). Entre outros feitos auspiciosos das duas gestões do alcaide José de Filippi Júnior, a ‘Lei Seca’ é um deles, que tornou-se referência nacional pela queda vertiginosa de homicídios e entreveros. Se esse retrocesso tornar-se fato, os moradores das duas vias selecionadas ficarão desassossegados. Saudações antiabrandamento da LFB.

João Paulo de Oliveira

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