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Desaceleração na China se deve mais a política doméstica que a comércio, diz S&P



01/02/2019 | 10:38


A atual desaceleração econômica na China é principalmente provocada pela formulação de políticas domésticas do governo, ao passo que as tensões comerciais com os Estados Unidos são antes um desafio de mais longo prazo ao crescimento do país, especialmente no setor de tecnologia, e menos um problema que possa descarrilar a economia chinesa em 2019, afirma a agência de classificação de risco S&P Global Ratings.

Para a agência, as medidas adotadas por Pequim para reduzir os riscos ao setor financeiro até aqui pressionaram o ritmo de expansão dos investimentos em infraestrutura e do consumo.

"Se 2018 foi duro para algumas partes da economia, então 2019 promete ser ainda mais duro", disse o economista-chefe da S&P para Ásia-Pacífico, Shaun Roache. "As áreas de resiliência que fazem esse ciclo, até agora, razoavelmente diferente do último em 2016 - propriedade e exportações - provavelmente começarão a se enfraquecer nos meses à frente."

A S&P não conta atualmente com uma grande resolução nas tensões comerciais e de investimento, ainda que algum progresso seja possível até o prazo de 1º de março, quando termina a trégua tarifária acertada entre os governos dos EUA e da China.

"Mais importante, à medida que empresas focam mais no potencial impacto de um período sustentado de fricção entre EUA e China, podemos ver o crescimento do investimento industrial (no país asiático) cair abaixo de 5% este ano, de quase 10% em 2018", alerta a agência em comunicado.



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Desaceleração na China se deve mais a política doméstica que a comércio, diz S&P


01/02/2019 | 10:38


A atual desaceleração econômica na China é principalmente provocada pela formulação de políticas domésticas do governo, ao passo que as tensões comerciais com os Estados Unidos são antes um desafio de mais longo prazo ao crescimento do país, especialmente no setor de tecnologia, e menos um problema que possa descarrilar a economia chinesa em 2019, afirma a agência de classificação de risco S&P Global Ratings.

Para a agência, as medidas adotadas por Pequim para reduzir os riscos ao setor financeiro até aqui pressionaram o ritmo de expansão dos investimentos em infraestrutura e do consumo.

"Se 2018 foi duro para algumas partes da economia, então 2019 promete ser ainda mais duro", disse o economista-chefe da S&P para Ásia-Pacífico, Shaun Roache. "As áreas de resiliência que fazem esse ciclo, até agora, razoavelmente diferente do último em 2016 - propriedade e exportações - provavelmente começarão a se enfraquecer nos meses à frente."

A S&P não conta atualmente com uma grande resolução nas tensões comerciais e de investimento, ainda que algum progresso seja possível até o prazo de 1º de março, quando termina a trégua tarifária acertada entre os governos dos EUA e da China.

"Mais importante, à medida que empresas focam mais no potencial impacto de um período sustentado de fricção entre EUA e China, podemos ver o crescimento do investimento industrial (no país asiático) cair abaixo de 5% este ano, de quase 10% em 2018", alerta a agência em comunicado.

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