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Cambuí e Córrego do Bom Jesus oferecem gastronomia diversificada

Soraia Abreu Pedrozo/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

31/01/2019 | 07:13


Caso a escolha do visitante seja montar base em Cambuí, que está à beira da Rodovia Fernão Dias, ele pode contar com diversificada culinária, que vai desde a comida típica mineira do Restaurante e Alambique Capela (Rua Firminiana Borges, sem número), cuja cachaça produzida artesanalmente é a vedete (R$ 3 a dose e R$ 30 a garrafa do tipo ouro, de 500 ml), ao lado da porção de bolinhos de tilápia (R$ 29). No entorno da Praça Coronel Justiniano, onde está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, há inúmeras opções, como a generosa e extremamente saborosa porção de tilápia (R$ 30) do Bar do Peixe (Rua Prefeito David Bueno, 91) e a tradicional lanchonete do Cabeção Lanches (R. Quintino Bocaiúva,129), com seu clássico X-salada milho (R$ 12), que conquista gerações. O local fica aberto durante a madrugada.

Se a opção for por algo mais requintado, o Pomodorini (Rua Maria Conceição Fonseca, 36) aposta em indescritível culinária italiana, que sob o comando do chef Lelis Capozzoli oferece pratos de altíssima qualidade, como o risoto de limão siciliano (da horta) com salmão ou o nhoque de batata doce com molho de tomate feito na hora – os pratos vão de R$ 36 a R$ 45. O restaurante está instalado em lugar que é atrativo à parte, e nos transporta imediatamente à Itália, com todo o encanto da Toscana.

‘CÓRGO’ - Município vizinho a Cambuí, o Córrego do Bom Jesus já começa a encantar com a vista que se tem da estradinha que liga uma cidade a outra da Serra da Mantiqueira e da Pedra de São Domingos. Dá vontade de emoldurar. Chegando no ‘Córgo’, como é carinhosamente chamada, está o Empório Serras de Minas, ao lado do escritório de informações turísticas do circuito, em que é possível provar o patrimônio imaterial de Cambuí, o virado de banana (banana com queijo de Minas e farinha de milho), por R$ 5. Biscoitão de polvilho (R$ 2) e café passado na hora (R$ 2) completam o menu. Além disso, o local vende azeites da Casa Mantiva.

Quem quiser se ‘aventurar’ pelas serras pode ir até o bairro dos Pereiras, onde está a cervejaria Confra da Mantiqueira, e provar os deliciosos chopes artesanais. Pelo caminho também há dezenas de pesqueiros que valem muito a pena.

 

Guia de viagem

COMO IR

O acesso às cidades do Circuito Turístico Serras Verdes do Sul de Minas se dá pela Rodovia Fernão Dias. De Santo André até Cambuí, sugerida como base para explorar o entorno, leva-se duas horas e meia. Se a opção for por se hospedar em Monte Verde, distância vai a três horas.


ONDE FICAR

Hotel Garfo de Ouro (Av. Pref. José Barbosa, 441, Cambuí) – Com diárias a partir de R$ 150 o casal, com café da manhã com pães e geléias feitos no local, estacionamento e acesso a internet incluídos no valor. Hotel tem piscina recém-reformada, ideal para crianças.

Pousada Provence Cottage & Bistro (R. Cedrus Libani, 380, Monte Verde) – Com diárias a partir de R$ 692, inclui café da manhã e chá da tarde. Hotel aceita pets e adultos acima de 18 anos. Conta com restaurante estrelado pelo Guia Quatro Rodas, com menu fechado em sete etapas ao custo de R$ 278 por pessoa.

 

ROTEIRO

 

1 – BOM REPOUSO

Imagem de Nossa Senhora das Graças, de 20 metros de altura, a maior do mundo, e plantações de morango, são atrativos.

 

2 – BUENO BRANDÃO

Detém título de estância climática e hidromineral, e é uma das mais belas portas de entrada para o Estado.

 

3 – CACHOEIRA DE MINAS

Cidade hospitaleira com fazendas de café e de queijo parmesão, se destaca também por suas festas juninas.

 

4 – MONTE VERDE

Distrito pertencente ao município de Camanducaia atrai principalmente casais no inverno, por paisagens e gastronomia.

 

5 – CAMBUÍ

No centro do Circuito Serras Verdes, cidade tem muitas festas, boa comida e povo hospitaleiro.

 

6 – CONGONHAL

Possui inúmeras cachoeiras, pesqueiros, serras e mirantes com vistas deslumbrantes, e é importante produtor de morango.

 

7 – CONCEIÇÃO DOS OUROS

Terra do polvilho oferece viagem aos tempos passados: sítios arqueológicos e fazendas coloniais do século XIX, com casarões, porões e senzalas.

 

8 – CONSOLAÇÃO

Menor município do circuito, tem produção de azeite e estradas são procuradas por praticantes de cicloturismo e mountain bike.

 

9 – CÓRREGO DO BOM JESUS

Aos pés da Serra da Mantiqueira, cidade santuário é destino de peregrinação à Festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus, cuja imagem chegou ao Brasil em 1873.

 

10 – ESTIVA

Terra do Morango, a maior produtora da região integra o Caminho da Fé, roteiro religioso que vai a Aparecida.

 

11 – EXTREMA

Portal de entrada do circuito, é ideal à prática de esportes de aventura, como mountain bike, voo livre, rapel, rafting e caminhadas ao ar livre.

 

12 – GONÇALVES

Clima agradável e características interioranas ganham mais charme com lindas pousadas e gastronomia variada.

 

13 – ITAPEVA

 

Em Tupi-guarani, seu nome significa pedra (ita) chata (peva), seu maior atrativo turístico. Do alto da Pedra Chata, vislumbra-se todo o lado Oeste do circuito.

 

14 – MUNHOZ

Dentre as cachoeiras, destaca-se a Cachoeira dos Nazário com uma linda queda d’água e piscinas naturais.

 

15 – PARAISÓPOLIS

Turismo começou com a passagem do Caminho da Fé, roteiro religioso que vai a Aparecida. Parque Ecológico do Brejo Grande tem represa artificial mais alta do Brasil, a 1.450 metros de altitude.

 

16 – SAPUCAÍ-MIRIM

Maior criatório de trutas da América Latina, possui clima ameno e agradável, no qual se cultivam flores exóticas.

 

17 – SENADOR AMARAL

Se destaca pelo cultivo de orquídeas e morango, além das cachoeiras de águas límpidas.

 

18 – TOCOS DO MOJI

Cativa seus visitantes com seu tradicional Pastel de Farinha de Milho e integra o Caminho da Fé, que leva a Aparecida.

 

19 – TOLEDO

Detém lago onde está sendo implantado grande parque de eventos, que já conta com prainha, equipamentos esportivos e playground para crianças.



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Cambuí e Córrego do Bom Jesus oferecem gastronomia diversificada

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

31/01/2019 | 07:13


Caso a escolha do visitante seja montar base em Cambuí, que está à beira da Rodovia Fernão Dias, ele pode contar com diversificada culinária, que vai desde a comida típica mineira do Restaurante e Alambique Capela (Rua Firminiana Borges, sem número), cuja cachaça produzida artesanalmente é a vedete (R$ 3 a dose e R$ 30 a garrafa do tipo ouro, de 500 ml), ao lado da porção de bolinhos de tilápia (R$ 29). No entorno da Praça Coronel Justiniano, onde está a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, há inúmeras opções, como a generosa e extremamente saborosa porção de tilápia (R$ 30) do Bar do Peixe (Rua Prefeito David Bueno, 91) e a tradicional lanchonete do Cabeção Lanches (R. Quintino Bocaiúva,129), com seu clássico X-salada milho (R$ 12), que conquista gerações. O local fica aberto durante a madrugada.

Se a opção for por algo mais requintado, o Pomodorini (Rua Maria Conceição Fonseca, 36) aposta em indescritível culinária italiana, que sob o comando do chef Lelis Capozzoli oferece pratos de altíssima qualidade, como o risoto de limão siciliano (da horta) com salmão ou o nhoque de batata doce com molho de tomate feito na hora – os pratos vão de R$ 36 a R$ 45. O restaurante está instalado em lugar que é atrativo à parte, e nos transporta imediatamente à Itália, com todo o encanto da Toscana.

‘CÓRGO’ - Município vizinho a Cambuí, o Córrego do Bom Jesus já começa a encantar com a vista que se tem da estradinha que liga uma cidade a outra da Serra da Mantiqueira e da Pedra de São Domingos. Dá vontade de emoldurar. Chegando no ‘Córgo’, como é carinhosamente chamada, está o Empório Serras de Minas, ao lado do escritório de informações turísticas do circuito, em que é possível provar o patrimônio imaterial de Cambuí, o virado de banana (banana com queijo de Minas e farinha de milho), por R$ 5. Biscoitão de polvilho (R$ 2) e café passado na hora (R$ 2) completam o menu. Além disso, o local vende azeites da Casa Mantiva.

Quem quiser se ‘aventurar’ pelas serras pode ir até o bairro dos Pereiras, onde está a cervejaria Confra da Mantiqueira, e provar os deliciosos chopes artesanais. Pelo caminho também há dezenas de pesqueiros que valem muito a pena.

 

Guia de viagem

COMO IR

O acesso às cidades do Circuito Turístico Serras Verdes do Sul de Minas se dá pela Rodovia Fernão Dias. De Santo André até Cambuí, sugerida como base para explorar o entorno, leva-se duas horas e meia. Se a opção for por se hospedar em Monte Verde, distância vai a três horas.


ONDE FICAR

Hotel Garfo de Ouro (Av. Pref. José Barbosa, 441, Cambuí) – Com diárias a partir de R$ 150 o casal, com café da manhã com pães e geléias feitos no local, estacionamento e acesso a internet incluídos no valor. Hotel tem piscina recém-reformada, ideal para crianças.

Pousada Provence Cottage & Bistro (R. Cedrus Libani, 380, Monte Verde) – Com diárias a partir de R$ 692, inclui café da manhã e chá da tarde. Hotel aceita pets e adultos acima de 18 anos. Conta com restaurante estrelado pelo Guia Quatro Rodas, com menu fechado em sete etapas ao custo de R$ 278 por pessoa.

 

ROTEIRO

 

1 – BOM REPOUSO

Imagem de Nossa Senhora das Graças, de 20 metros de altura, a maior do mundo, e plantações de morango, são atrativos.

 

2 – BUENO BRANDÃO

Detém título de estância climática e hidromineral, e é uma das mais belas portas de entrada para o Estado.

 

3 – CACHOEIRA DE MINAS

Cidade hospitaleira com fazendas de café e de queijo parmesão, se destaca também por suas festas juninas.

 

4 – MONTE VERDE

Distrito pertencente ao município de Camanducaia atrai principalmente casais no inverno, por paisagens e gastronomia.

 

5 – CAMBUÍ

No centro do Circuito Serras Verdes, cidade tem muitas festas, boa comida e povo hospitaleiro.

 

6 – CONGONHAL

Possui inúmeras cachoeiras, pesqueiros, serras e mirantes com vistas deslumbrantes, e é importante produtor de morango.

 

7 – CONCEIÇÃO DOS OUROS

Terra do polvilho oferece viagem aos tempos passados: sítios arqueológicos e fazendas coloniais do século XIX, com casarões, porões e senzalas.

 

8 – CONSOLAÇÃO

Menor município do circuito, tem produção de azeite e estradas são procuradas por praticantes de cicloturismo e mountain bike.

 

9 – CÓRREGO DO BOM JESUS

Aos pés da Serra da Mantiqueira, cidade santuário é destino de peregrinação à Festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus, cuja imagem chegou ao Brasil em 1873.

 

10 – ESTIVA

Terra do Morango, a maior produtora da região integra o Caminho da Fé, roteiro religioso que vai a Aparecida.

 

11 – EXTREMA

Portal de entrada do circuito, é ideal à prática de esportes de aventura, como mountain bike, voo livre, rapel, rafting e caminhadas ao ar livre.

 

12 – GONÇALVES

Clima agradável e características interioranas ganham mais charme com lindas pousadas e gastronomia variada.

 

13 – ITAPEVA

 

Em Tupi-guarani, seu nome significa pedra (ita) chata (peva), seu maior atrativo turístico. Do alto da Pedra Chata, vislumbra-se todo o lado Oeste do circuito.

 

14 – MUNHOZ

Dentre as cachoeiras, destaca-se a Cachoeira dos Nazário com uma linda queda d’água e piscinas naturais.

 

15 – PARAISÓPOLIS

Turismo começou com a passagem do Caminho da Fé, roteiro religioso que vai a Aparecida. Parque Ecológico do Brejo Grande tem represa artificial mais alta do Brasil, a 1.450 metros de altitude.

 

16 – SAPUCAÍ-MIRIM

Maior criatório de trutas da América Latina, possui clima ameno e agradável, no qual se cultivam flores exóticas.

 

17 – SENADOR AMARAL

Se destaca pelo cultivo de orquídeas e morango, além das cachoeiras de águas límpidas.

 

18 – TOCOS DO MOJI

Cativa seus visitantes com seu tradicional Pastel de Farinha de Milho e integra o Caminho da Fé, que leva a Aparecida.

 

19 – TOLEDO

Detém lago onde está sendo implantado grande parque de eventos, que já conta com prainha, equipamentos esportivos e playground para crianças.

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