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São Paulo, 465 anos de trabalho


Do Diário do Grande ABC

25/01/2019 | 17:31


Artigo

São Paulo celebra 465 anos de existência sob a marca do trabalho. Maior metrópole da América do Sul, a Capital paulista se reafirma, em seu aniversário, como principal força transformadora para a retomada do desenvolvimento socioeconômico do País. E isto só é possível graças ao espírito trabalhador de todos os brasileiros que movem São Paulo sempre adiante.

Nascida de missão comandada pelos padres jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, São Paulo encontrou uma de suas vocações logo na fundação ao redor do Pátio do Colégio. Ao longo dos séculos, o povoado surgido de uma escola cresceu e se firmou como polo de expansão agrícola e de comércio, passando a potência industrial e, finalmente, ao posto de megalópole que reúne destinos e sonhos de cidadãos do mundo.

Paulistano de nascimento e filho de migrante baiano, tive a honra de comandar a cidade logo em meu primeiro mandato como administrador público eleito pelo povo. Agora, como governador, minha missão é ainda mais desafiadora: acelerar a gestão pública para que não apenas a Região Metropolitana, mas todo o Estado siga o ritmo imposto pela Capital para recolocarmos o Brasil na rota do progresso.

Vizinho à aniversariante São Paulo, o Grande ABC é fundamental para o desenvolvimento de toda a Região Metropolitana. A Capital e os municípios do Grande ABC enfrentam desafios semelhantes. Meu compromisso é garantir que o governo do Estado atue em parceria com os sete prefeitos da região para que a população seja a maior beneficiada. Sem partidarismos ou pirotecnias ideológicas, vamos fazer aquilo que é a especialidade paulista: trabalhar.

Com eficiência e inovação, um dos desafios conjuntos que a Capital e o Grande ABC vão superar é a ampliação do serviço de transporte sobre trilhos. Em minha gestão, vamos tirar do papel a Linha 18-Bronze. Sem dinheiro público e no molde de parcerias público-privadas, vamos ligar São Bernardo, Santo André e São Caetano até a Estação Tamanduateí do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), em São Paulo.

Já na área da segurança, em junho próximo, São Bernardo será a primeira cidade paulista a sediar um Centro de Operação Integrada, que reunirá polícias Militar e Civil, bombeiros, Defesa Civil e Guarda Metropolitana.

Novo ciclo de prosperidade exige novas atitudes. Fui eleito para conduzir mudanças sociais por meio de geração de empregos, redução da pobreza, incentivo ao empreendedorismo e práticas inovadoras de gestão pública. Para tanto, meu maior exemplo é aquele oferecido por todos os brasileiros que vivem na Capital aniversariante. A política vai trocar ideologia por trabalho. Muito trabalho.

João Doria é governador de São Paulo.

Palavra do leitor

Alunos de Ribeirão
Sou moradora de Ribeirão Pires. E por causa da geolocalização na educação mandaram crianças de Ribeirão Pires fazerem matrícula em escola de Rio Grande da Serra, que, por sinal, é muito mais longe, 2,2 quilômetros, e fica no meio da comunidade. Os alunos da EE Vila Marquesa de Santos, em Ribeirão, por mais de 20 anos eram enviados para a EE Ruth Neves. Para Rafa Ruth Neves, diretora, tem alunos suficientes para abrir outra sala. O pedido foi enviado, mas não deram por enquanto a autorização. No meu caso é pior ainda, porque mudei do bairro, o que torna o caminho cinco quilômetros mais longo. Nós, mães, já mandamos mensagem para a ouvidoria da Secretaria de Educação do Estado, pois a secretária responsável, que fica em Mauá, está tratando com pouco caso, e destratando pais, mandando procurar o conselho tutelar. Mães não fizeram matrícula na escola que mandaram, pois é nosso direito permanecermos no município que moramos.
Cristiane Colucci
Ribeirão Pires

Afrouxar lei
É negativamente impressionante o projeto de vereador de Diadema (Setecidades, dia 23). Tanta coisa para fazer na cidade e esse parlamentar se preocupa com bares abertos? Para quê? aumentar criminalidade e tráfico de drogas na cidade? Isso cheira a corrupção. Por que não faz projetos para reduzir a quantidade de comunidades, aumentar a de habitação, de hospitais, médicos, escolas, vagas em creches, para asfaltar ruas, colocar mais ônibus e trem, criar mais escolas com EJA (Educação de Jovens e Adultos) e tantas outras necessidades que a cidade precisa com mais urgência? Lamentável.
Alberto Utida
Capital

Socorro!
Sou moradora de Mauá há 25 anos. Desde o dia 18 passo em médicos ortopedistas do Hospital Nardini e sempre ouço as mesmas palavras: ‘Não podemos fazer nada pela senhora, só injeção e relaxante muscular’. E continuo sofrendo com dores insuportáveis. Na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila São João, a médica mal olhou na minha cara e passou dipirona. Ainda disse que ‘se os médicos do Nardini não fizeram nada, imagina eu’. Achei falta de respeito da parte dela, que, o tempo todo mexendo no celular, não deu a mínima atenção. Presto serviço para residência inclusiva em Mauá e estou deixando a desejar no trabalho devido às dores na coluna. Meu salário é o mínimo, não tenho condições de pagar por ressonância magnética, como sugerem verbalmente – até o pedido alegam que não podem preencher. Precisamos que o descaso com usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) em Mauá diminua, porque há muitas pessoas que não sabem onde reclamar ou recorrer. A cada dia estou mais debilitada, com dores, sem conseguir andar e fazer meu trabalho, que tanto amo.
Francisca Maria Ferreira da Silva Vieira Mauá

Discurso – 1
Se Jair Bolsonaro fizesse discurso longo, iria ser cobrado a não falar demais. Como foi conciso, foi execrado, como também o foi por ter cancelado habitual entrevista coletiva pós-discurso, sendo interpretada como ‘más condições para o exercício de função física e psicologicamente exigente como a que acaba de assumir’. Como assim? Não podemos esquecer que quem fala muito dá ‘bom dia a cavalo’, no mínimo. Esqueceram que antecessores nos fizeram passar vergonha fazendo piadinhas de mau gosto ou falando ‘abobrinhas’, deixando intérpretes em maus lençóis? E os gastos com hotéis e aquela senhora que não falava ‘lé com cré’ sair bêbada de restaurante na ‘paradinha técnica’ em Portugal, após Davos. Isso é bacana?
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Discurso – 2
Prolixo é adjetivo que significa muito longo, extenso ou demorado. É empregado quando alguém fala demoradamente e com o uso excessivo de palavras, tornando a fala enfadonha e correndo o risco de cometer gafes homéricas. Exemplo disso se tem de sobra nas últimas gestões presidenciais. Em Davos o presidente Bolsonaro foi o oposto disso. Com mensagem clara e concisa, convidou o mundo a nos enxergar com outros olhos. Citando pontos que realmente interessam a público que não tem tempo a perder com proselitismos, conclamou-os a investirem no Brasil, mostrando que após período nebuloso nosso País voltou a ser economicamente viável e atrativo. Mandou bem, presidente!
Vanderlei A. Retondo
Santo André 



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São Paulo, 465 anos de trabalho

Do Diário do Grande ABC

25/01/2019 | 17:31


Artigo

São Paulo celebra 465 anos de existência sob a marca do trabalho. Maior metrópole da América do Sul, a Capital paulista se reafirma, em seu aniversário, como principal força transformadora para a retomada do desenvolvimento socioeconômico do País. E isto só é possível graças ao espírito trabalhador de todos os brasileiros que movem São Paulo sempre adiante.

Nascida de missão comandada pelos padres jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, São Paulo encontrou uma de suas vocações logo na fundação ao redor do Pátio do Colégio. Ao longo dos séculos, o povoado surgido de uma escola cresceu e se firmou como polo de expansão agrícola e de comércio, passando a potência industrial e, finalmente, ao posto de megalópole que reúne destinos e sonhos de cidadãos do mundo.

Paulistano de nascimento e filho de migrante baiano, tive a honra de comandar a cidade logo em meu primeiro mandato como administrador público eleito pelo povo. Agora, como governador, minha missão é ainda mais desafiadora: acelerar a gestão pública para que não apenas a Região Metropolitana, mas todo o Estado siga o ritmo imposto pela Capital para recolocarmos o Brasil na rota do progresso.

Vizinho à aniversariante São Paulo, o Grande ABC é fundamental para o desenvolvimento de toda a Região Metropolitana. A Capital e os municípios do Grande ABC enfrentam desafios semelhantes. Meu compromisso é garantir que o governo do Estado atue em parceria com os sete prefeitos da região para que a população seja a maior beneficiada. Sem partidarismos ou pirotecnias ideológicas, vamos fazer aquilo que é a especialidade paulista: trabalhar.

Com eficiência e inovação, um dos desafios conjuntos que a Capital e o Grande ABC vão superar é a ampliação do serviço de transporte sobre trilhos. Em minha gestão, vamos tirar do papel a Linha 18-Bronze. Sem dinheiro público e no molde de parcerias público-privadas, vamos ligar São Bernardo, Santo André e São Caetano até a Estação Tamanduateí do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), em São Paulo.

Já na área da segurança, em junho próximo, São Bernardo será a primeira cidade paulista a sediar um Centro de Operação Integrada, que reunirá polícias Militar e Civil, bombeiros, Defesa Civil e Guarda Metropolitana.

Novo ciclo de prosperidade exige novas atitudes. Fui eleito para conduzir mudanças sociais por meio de geração de empregos, redução da pobreza, incentivo ao empreendedorismo e práticas inovadoras de gestão pública. Para tanto, meu maior exemplo é aquele oferecido por todos os brasileiros que vivem na Capital aniversariante. A política vai trocar ideologia por trabalho. Muito trabalho.

João Doria é governador de São Paulo.

Palavra do leitor

Alunos de Ribeirão
Sou moradora de Ribeirão Pires. E por causa da geolocalização na educação mandaram crianças de Ribeirão Pires fazerem matrícula em escola de Rio Grande da Serra, que, por sinal, é muito mais longe, 2,2 quilômetros, e fica no meio da comunidade. Os alunos da EE Vila Marquesa de Santos, em Ribeirão, por mais de 20 anos eram enviados para a EE Ruth Neves. Para Rafa Ruth Neves, diretora, tem alunos suficientes para abrir outra sala. O pedido foi enviado, mas não deram por enquanto a autorização. No meu caso é pior ainda, porque mudei do bairro, o que torna o caminho cinco quilômetros mais longo. Nós, mães, já mandamos mensagem para a ouvidoria da Secretaria de Educação do Estado, pois a secretária responsável, que fica em Mauá, está tratando com pouco caso, e destratando pais, mandando procurar o conselho tutelar. Mães não fizeram matrícula na escola que mandaram, pois é nosso direito permanecermos no município que moramos.
Cristiane Colucci
Ribeirão Pires

Afrouxar lei
É negativamente impressionante o projeto de vereador de Diadema (Setecidades, dia 23). Tanta coisa para fazer na cidade e esse parlamentar se preocupa com bares abertos? Para quê? aumentar criminalidade e tráfico de drogas na cidade? Isso cheira a corrupção. Por que não faz projetos para reduzir a quantidade de comunidades, aumentar a de habitação, de hospitais, médicos, escolas, vagas em creches, para asfaltar ruas, colocar mais ônibus e trem, criar mais escolas com EJA (Educação de Jovens e Adultos) e tantas outras necessidades que a cidade precisa com mais urgência? Lamentável.
Alberto Utida
Capital

Socorro!
Sou moradora de Mauá há 25 anos. Desde o dia 18 passo em médicos ortopedistas do Hospital Nardini e sempre ouço as mesmas palavras: ‘Não podemos fazer nada pela senhora, só injeção e relaxante muscular’. E continuo sofrendo com dores insuportáveis. Na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila São João, a médica mal olhou na minha cara e passou dipirona. Ainda disse que ‘se os médicos do Nardini não fizeram nada, imagina eu’. Achei falta de respeito da parte dela, que, o tempo todo mexendo no celular, não deu a mínima atenção. Presto serviço para residência inclusiva em Mauá e estou deixando a desejar no trabalho devido às dores na coluna. Meu salário é o mínimo, não tenho condições de pagar por ressonância magnética, como sugerem verbalmente – até o pedido alegam que não podem preencher. Precisamos que o descaso com usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) em Mauá diminua, porque há muitas pessoas que não sabem onde reclamar ou recorrer. A cada dia estou mais debilitada, com dores, sem conseguir andar e fazer meu trabalho, que tanto amo.
Francisca Maria Ferreira da Silva Vieira Mauá

Discurso – 1
Se Jair Bolsonaro fizesse discurso longo, iria ser cobrado a não falar demais. Como foi conciso, foi execrado, como também o foi por ter cancelado habitual entrevista coletiva pós-discurso, sendo interpretada como ‘más condições para o exercício de função física e psicologicamente exigente como a que acaba de assumir’. Como assim? Não podemos esquecer que quem fala muito dá ‘bom dia a cavalo’, no mínimo. Esqueceram que antecessores nos fizeram passar vergonha fazendo piadinhas de mau gosto ou falando ‘abobrinhas’, deixando intérpretes em maus lençóis? E os gastos com hotéis e aquela senhora que não falava ‘lé com cré’ sair bêbada de restaurante na ‘paradinha técnica’ em Portugal, após Davos. Isso é bacana?
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Discurso – 2
Prolixo é adjetivo que significa muito longo, extenso ou demorado. É empregado quando alguém fala demoradamente e com o uso excessivo de palavras, tornando a fala enfadonha e correndo o risco de cometer gafes homéricas. Exemplo disso se tem de sobra nas últimas gestões presidenciais. Em Davos o presidente Bolsonaro foi o oposto disso. Com mensagem clara e concisa, convidou o mundo a nos enxergar com outros olhos. Citando pontos que realmente interessam a público que não tem tempo a perder com proselitismos, conclamou-os a investirem no Brasil, mostrando que após período nebuloso nosso País voltou a ser economicamente viável e atrativo. Mandou bem, presidente!
Vanderlei A. Retondo
Santo André 

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