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Qual é seu combustível hoje?


Do Diário do Grande ABC

22/01/2019 | 11:57


Já dizia Albert Einstein: “Loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual”. Mas quão contraditória é esta frase com o título deste Artigo, hein?! É exatamente essa provocação que quero fazer: em tempos de sustentabilidade o ‘velho’ é aquele que vai te inspirar para recriar, para reciclar, para reinventar, mas, principalmente, vai representar a ‘bagagem’ que você precisava ter para partir para o novo! Quantas vezes você já não teve que ir para o mesmo lugar, por caminhos diferentes, e descobriu coisas novas? E quantas vezes você já não teve que colocar sua resiliência à prova? Eu não conheço outra forma de conquistar a não ser essa: acreditar! Parece palavra simples e batida, sem créditos, mas é ato muito bem pensado.

Por favor, agora, volte em 1879. Consegue imaginar como era? Consegue imaginar que naquela época um homem de 32 anos, chamado Thomas Edison, já havia tentado criar a lâmpada por 1.200 vezes? Quem tenta algo por 1.200 vezes? Ele fez! É nisso que penso toda vez que me lembro que há dez anos nascia nova forma de ensinar gestão de problemas com o projeto Ambientação, por meio da Fundação Toyota do Brasil. Não foi fácil. Muitas pessoas me desafiaram. E para falar a verdade, eu fiz desses desafios meu principal combustível, o que foi fundamental para os resultados que conquistamos depois de uma década. 

Hoje, olhando os frutos mais recentes do projeto: profissionais promovidos por conta dos conhecimentos adquiridos, cidadãos mais felizes consigo mesmos por terem superado seus próprios medos, milhões e milhões de litros de água economizados, indivíduos completos pela felicidade de construir e mudar situações antigas para oportunidades fantásticas. Sem falar nas reduções de custos para os cofres públicos, inclusive para a cidade onde moro hoje.

Então, o meu feliz ano velho é um chamado para você que quer mudar! Que é inconformado com alguma situação e deseja transformação, seja qual for. Tire o projeto da gaveta. Converse com outras pessoas. Comente sobre suas ideias. Faça versões menores para conseguir os primeiros resultados. Registre seus feitos e se pergunte: qual é seu combustível hoje? O que te faz levantar da cama todos os dias e tentar? Use esse combustível a seu favor e nunca deixe que ninguém determine o tamanho de seus sonhos. 

Use 2019 para fazer parte de time feito de pessoas normais, como você e eu, que acreditam no ser humano, e que podem deixar legados ecoando! Suas experiências te trouxeram até aqui e vão levar para onde você quiser! 

Vamos?

Elaine Marques é graduada em publicidade e coordenadora de projetos da Fundação Toyota do Brasil. 

Palavra do leitor

GM

 Proativa a atitude do prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior, de reunir esforços para manter importante empresa na região e no Brasil (Economia, dia 20). Penso que antes da tomada de decisão de sair dos dois maiores mercados da América Latina (Brasil e Argentina), seus executivos reavaliem o mercado, reestruturem a empresa, canais de distribuição, cortem custos e despesas, busquem eficiência na produção, negociem com fornecedores etc para retornar a rentabilidade para seus acionistas, o que é correto. Espero que desta reunião não se dê incentivos fiscais atrelados a investimentos, ou outro qualquer, pois não faz sentido tirar dinheiro das necessidades básicas da população para manter produção de indústria madura como a automobilística.

Walmir Ciosani

São Bernardo

Começo ruim

 Já começamos bem, né? Perdemos de 2 a 0 para o ‘terrível’ Rio Claro (Esportes, dia 20). Bom, atualmente está na moda perder a virgindade logo cedo, né. Agora ao menos não temos que ficar preocupados com invencibilidade. Mas podemos ficar focados com o perigo da Série A-3. A cidade de Santo André com certeza fez belo negócio dando aquela área do Jaçatuba para o Ramalhão. De lá para cá foi só alegria.

Donizete Souza

Ribeirão Pires

Diarinho

 Como professor, educador, jornalista e pai manifesto-me sobre duas reportagens do Diarinho de domingo. Em primeiro lugar, elogio a de capa sobre a superação sobre rodas para crianças e adolescentes, muito bem escrita pela repórter Tauana Marin e que traz ótimo trabalho de informação e de inclusão desse problema na nossa sociedade, muitas vezes ainda muito preconceituosa em relação aos jovens cadeirantes. Por outro lado também registro minha indignação com o espaço dado na última página para a estreia do Big Brother Brasil 2019. Extremamente ‘sem noção’ destacar para público infantojuvenil como notícia importante a estreia de programa que não é dedicado a ele; que não acrescenta nada na formação desses jovens e que vai frontalmente contra a ideia do suplemento e o conteúdo das outras reportagens. Esse não é espaço para se discutir ‘fofocas’ ou polêmicas televisivas desse nível. Reação do filho do meu vizinho, 11 anos, quando me viu com o suplemento na mão: ‘O Diarinho está falando desse programa porcaria? Estão sem assunto, hein!’. Tremenda ‘mancada’ em edição que deveria receber os melhores elogios.

Rodolfo Carlos Bonventti

São Caetano

Taxa

 Mais uma vez este Diário publica reportagem negativa sobre Diadema, sob a responsabilidade do prefeito Lauro Michels (Política, dia 19). Desta vez diz respeito à cobrança da taxa de sinistro, embutida no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), tida como inconstitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A justificativa para mais esse golpe nos bolsos dos contribuintes é que o dinheiro destina-se a ajudar no custeio dos serviços de combate a incêndios. Ora, mas o Corpo de Bombeiros está vinculado à Secretaria da Segurança Pública, e acredito que compete ao Estado se responsabilizar com todas as despesas dessa valorosa corporação militar. Quando Lauro Michels e os vereadores foram empossados, prestaram juramento prometendo respeitar a Constituição e cumprir a legislação em vigor. E o pior disso tudo é que o contribuinte não pode se negar a pagar porque a taxa já vem embutida no IPTU. Mas, o que mais me causa espanto é como Lauro conseguiu aplicar esse golpe sem que os 21 vereadores tomassem conhecimento. E como a Justiça e o ministério estão inativos devido às férias forenses, tudo leva a crer que isso vai passar batido e o coitado do contribuinte terá que arcar com mais essa rapinagem.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Metra 

 No dia 18, às 18h30, estava no Terminal Santo André, no ponto da Linha 287, para ir para Diadema, quando o motorista do ônibus de placa DPC 4788 foi de uma falta de profissionalismo muito grande. Havia fila normal e outra para pessoas idosas e com alguma deficiência. Porém, o motorista abriu todas as portas ao mesmo tempo e pessoas que não queriam esperar na fila normal invadiram o ônibus na fila de pessoas idosas, total falta de respeito com quem estava na fila há muito tempo, já que os ônibus da Metra não saem com boa frequência e, ainda, piorado devido às fortes chuvas desse dia. Infelizmente a Metra finge que não sabe o que está acontecendo e não trata os passageiros da Linha 287 como deveria. Essa prática tem se repetido com frequência.

Leandro Aparecido Ferreira

 Diadema



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Qual é seu combustível hoje?

Do Diário do Grande ABC

22/01/2019 | 11:57


Já dizia Albert Einstein: “Loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual”. Mas quão contraditória é esta frase com o título deste Artigo, hein?! É exatamente essa provocação que quero fazer: em tempos de sustentabilidade o ‘velho’ é aquele que vai te inspirar para recriar, para reciclar, para reinventar, mas, principalmente, vai representar a ‘bagagem’ que você precisava ter para partir para o novo! Quantas vezes você já não teve que ir para o mesmo lugar, por caminhos diferentes, e descobriu coisas novas? E quantas vezes você já não teve que colocar sua resiliência à prova? Eu não conheço outra forma de conquistar a não ser essa: acreditar! Parece palavra simples e batida, sem créditos, mas é ato muito bem pensado.

Por favor, agora, volte em 1879. Consegue imaginar como era? Consegue imaginar que naquela época um homem de 32 anos, chamado Thomas Edison, já havia tentado criar a lâmpada por 1.200 vezes? Quem tenta algo por 1.200 vezes? Ele fez! É nisso que penso toda vez que me lembro que há dez anos nascia nova forma de ensinar gestão de problemas com o projeto Ambientação, por meio da Fundação Toyota do Brasil. Não foi fácil. Muitas pessoas me desafiaram. E para falar a verdade, eu fiz desses desafios meu principal combustível, o que foi fundamental para os resultados que conquistamos depois de uma década. 

Hoje, olhando os frutos mais recentes do projeto: profissionais promovidos por conta dos conhecimentos adquiridos, cidadãos mais felizes consigo mesmos por terem superado seus próprios medos, milhões e milhões de litros de água economizados, indivíduos completos pela felicidade de construir e mudar situações antigas para oportunidades fantásticas. Sem falar nas reduções de custos para os cofres públicos, inclusive para a cidade onde moro hoje.

Então, o meu feliz ano velho é um chamado para você que quer mudar! Que é inconformado com alguma situação e deseja transformação, seja qual for. Tire o projeto da gaveta. Converse com outras pessoas. Comente sobre suas ideias. Faça versões menores para conseguir os primeiros resultados. Registre seus feitos e se pergunte: qual é seu combustível hoje? O que te faz levantar da cama todos os dias e tentar? Use esse combustível a seu favor e nunca deixe que ninguém determine o tamanho de seus sonhos. 

Use 2019 para fazer parte de time feito de pessoas normais, como você e eu, que acreditam no ser humano, e que podem deixar legados ecoando! Suas experiências te trouxeram até aqui e vão levar para onde você quiser! 

Vamos?

Elaine Marques é graduada em publicidade e coordenadora de projetos da Fundação Toyota do Brasil. 

Palavra do leitor

GM

 Proativa a atitude do prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior, de reunir esforços para manter importante empresa na região e no Brasil (Economia, dia 20). Penso que antes da tomada de decisão de sair dos dois maiores mercados da América Latina (Brasil e Argentina), seus executivos reavaliem o mercado, reestruturem a empresa, canais de distribuição, cortem custos e despesas, busquem eficiência na produção, negociem com fornecedores etc para retornar a rentabilidade para seus acionistas, o que é correto. Espero que desta reunião não se dê incentivos fiscais atrelados a investimentos, ou outro qualquer, pois não faz sentido tirar dinheiro das necessidades básicas da população para manter produção de indústria madura como a automobilística.

Walmir Ciosani

São Bernardo

Começo ruim

 Já começamos bem, né? Perdemos de 2 a 0 para o ‘terrível’ Rio Claro (Esportes, dia 20). Bom, atualmente está na moda perder a virgindade logo cedo, né. Agora ao menos não temos que ficar preocupados com invencibilidade. Mas podemos ficar focados com o perigo da Série A-3. A cidade de Santo André com certeza fez belo negócio dando aquela área do Jaçatuba para o Ramalhão. De lá para cá foi só alegria.

Donizete Souza

Ribeirão Pires

Diarinho

 Como professor, educador, jornalista e pai manifesto-me sobre duas reportagens do Diarinho de domingo. Em primeiro lugar, elogio a de capa sobre a superação sobre rodas para crianças e adolescentes, muito bem escrita pela repórter Tauana Marin e que traz ótimo trabalho de informação e de inclusão desse problema na nossa sociedade, muitas vezes ainda muito preconceituosa em relação aos jovens cadeirantes. Por outro lado também registro minha indignação com o espaço dado na última página para a estreia do Big Brother Brasil 2019. Extremamente ‘sem noção’ destacar para público infantojuvenil como notícia importante a estreia de programa que não é dedicado a ele; que não acrescenta nada na formação desses jovens e que vai frontalmente contra a ideia do suplemento e o conteúdo das outras reportagens. Esse não é espaço para se discutir ‘fofocas’ ou polêmicas televisivas desse nível. Reação do filho do meu vizinho, 11 anos, quando me viu com o suplemento na mão: ‘O Diarinho está falando desse programa porcaria? Estão sem assunto, hein!’. Tremenda ‘mancada’ em edição que deveria receber os melhores elogios.

Rodolfo Carlos Bonventti

São Caetano

Taxa

 Mais uma vez este Diário publica reportagem negativa sobre Diadema, sob a responsabilidade do prefeito Lauro Michels (Política, dia 19). Desta vez diz respeito à cobrança da taxa de sinistro, embutida no IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), tida como inconstitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A justificativa para mais esse golpe nos bolsos dos contribuintes é que o dinheiro destina-se a ajudar no custeio dos serviços de combate a incêndios. Ora, mas o Corpo de Bombeiros está vinculado à Secretaria da Segurança Pública, e acredito que compete ao Estado se responsabilizar com todas as despesas dessa valorosa corporação militar. Quando Lauro Michels e os vereadores foram empossados, prestaram juramento prometendo respeitar a Constituição e cumprir a legislação em vigor. E o pior disso tudo é que o contribuinte não pode se negar a pagar porque a taxa já vem embutida no IPTU. Mas, o que mais me causa espanto é como Lauro conseguiu aplicar esse golpe sem que os 21 vereadores tomassem conhecimento. E como a Justiça e o ministério estão inativos devido às férias forenses, tudo leva a crer que isso vai passar batido e o coitado do contribuinte terá que arcar com mais essa rapinagem.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Metra 

 No dia 18, às 18h30, estava no Terminal Santo André, no ponto da Linha 287, para ir para Diadema, quando o motorista do ônibus de placa DPC 4788 foi de uma falta de profissionalismo muito grande. Havia fila normal e outra para pessoas idosas e com alguma deficiência. Porém, o motorista abriu todas as portas ao mesmo tempo e pessoas que não queriam esperar na fila normal invadiram o ônibus na fila de pessoas idosas, total falta de respeito com quem estava na fila há muito tempo, já que os ônibus da Metra não saem com boa frequência e, ainda, piorado devido às fortes chuvas desse dia. Infelizmente a Metra finge que não sabe o que está acontecendo e não trata os passageiros da Linha 287 como deveria. Essa prática tem se repetido com frequência.

Leandro Aparecido Ferreira

 Diadema

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