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Juliana Paes mergulha na cultura hindu

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mariana Trigo
Da TV Press

10/10/2008 | 07:02


Os olhos grandes, negros e rasgados aproximam Juliana Paes das mulheres indianas. Com longos cabelos tingidos de preto e um gestual cada vez mais influenciado pela imersão nos workshops sobre a cultura, a história e os costumes da Índia, a atriz parece se entregar com afinco à composição de sua primeira protagonista.

Na tez morena de Maya, em Caminho das Índias, próxima novela das oito da Globo com estréia prevista para janeiro, a niteroiense vive uma personagem de uma família tradicional hindu. Moderna para os costumes de seu país, Maya trabalha num call center e é prometida em casamento para Raj, um executivo indiano vivido por Rodrigo Lombardi.

Mas, para formar o previsível triângulo amoroso das tramas, se apaixona pelo ‘intocável' Bahuan, de Márcio Garcia. Como os ‘intocáveis', segundo os indianos, são pessoas de uma casta inferior, toda a família de Maya se revolta com a relação ‘impura'. "Mas a Maya é forte e vai tentar impor sua vontade, apesar dessa relação ser um drama para a família."

Pasma com a decolagem vertical de sua carreira, a atriz chegou a titubear quando foi convidada para viver a protagonista pela autora da trama, Glória Perez. No entanto, foi no início das gravações de A Favorita, como a jornalista Maíra, que a atriz confessa ter escutado rumores sobre ser escalada.

"Mesmo assim, construí a Maíra como se fosse ficar a novela inteira. E acho que a saída dela, atropelada pela Flora (de Patrícia Pillar), foi emblemática", comemora.

Mas foi antes de ter certeza da saída de Maíra do folhetim de João Emanuel Carneiro que Juliana decidiu conversar com o diretor Ricardo Waddington - que não tem nenhum envolvimento com a novela de Glória Perez. Ela explica que foi pedir um conselho. Afinal, segundo Juliana, Waddington é seu ‘padrinho' na tevê desde que a escalou para estrear em Laços de Família como a sensual empregada Ritinha, em 2000. "O Ricardo se preocupou com o que eu queria, com o que eu pensava. Tivemos uma conversa de amigos, sem essa hierarquia de diretor e atriz. Ele disse que eu deveria aceitar e crescer. Depois, me abençoou", emociona-se a atriz.

Mesclando uma ingenuidade juvenil com a maturidade já adquirida pelos oito anos de novelas, Juliana mal acredita que está prestes a estrear como protagonista do horário das oito. "O frio da barriga é maior ainda sabendo que eu vou ter de contar uma história tão difícil", valoriza.

Para ter referências e mais bagagem para a personagem, as gravações em cidades indianas, como Rajastão, Nova Déli e Jaipur, entre outras, não serão suficientes, segundo a atriz. Antes de embarcar para a Índia, Juliana se debruçou sobre livros, pesquisas e muitos filmes e documentários indianos. O que mais a impressionou foi o filme Umrao Jaan, de J.P. Dutta, e o livro Paixão Índia - A Verdadeira História da Princesa de Kapurthala, de Javier Moro. "Qualquer tempo que tenho, estou lendo ou colocando um DVD no laptop sobre a Índia para assistir. Mas o recheio dela vou colocar mesmo quando observar cada detalhe na Índia. Esse lado sensorial vai ser fundamental", acredita Juliana.



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