Fechar
Publicidade

Domingo, 17 de Novembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Admir tenta derrubar um dos impedimentos de Atila

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pai do prefeito preso de Mauá, vereador questiona legalidade de denúncia protocolada pelo PSL


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/01/2019 | 18:49


Vereador de Mauá, Admir Jacomussi (PRP), pai do prefeito preso Atila Jacomussi (PSB), protocolou na tarde desta quinta-feira documento na Câmara em que tenta derrubar um dos pedidos de impeachment contra o filho. O requerimento questiona a legalidade da denúncia, protocolada por Davidson Rodrigues de Souza, que se autointitula presidente do PSL municipal.

No despacho, o parlamentar sustenta que Davidson não é presidente de fato do diretório municipal do partido, o que comprometeria a denúncia, já que provocaria uma espécie de falsidade documental. No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o diretório do partido na cidade encontra-se suspenso por falta de prestação de contas. Para completar, essa mesma executiva inativa sequer é presidida por Davidson (conta o nome de Jonathan Feitosa Sampaio).

Ao Diário, o presidente do Legislativo mauaense, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), afirmou que o pedido de Admir ainda será analisado pelo setor jurídico da Casa. "É um fato novo (o impeachment), uma coisa que a gente não havia passado ainda, por isso ainda submetendo à análise dos advogados", disse o dirigente. Também nesta quinta, pela manhã, o vereador Ivan Stella (Avante), sorteado para integrar uma das comissões do impeachment, renunciou ao direito de participar do grupo por motivos de saúde - ele sofreu AVC no ano passado. Ainda não há definição sobre como deverá ocorrer a substituição.

Dois pedidos de impeachment de Atila foram aprovados pelos vereadores ontem. Um deles, protocolado pelo PT, acusa o prefeito de quebra de decoro pelos fatos narrados no inquérito da PF (Polícia Federal), que acusa Atila de receber propina de empresas fornecedoras do Paço mauaense. Já o segundo, ingressado por Davidson, fala em vacância do cargo de prefeito. A denúncia sustenta que Atila teria abandonado o cargo ao ficar mais de duas semanas afastado do cargo sem autorização legislativa. O prefeito está preso desde 13 de dezembro, quando foi detido pela segunda vez, no âmbito da Operação Trato Feito.

Ao Diário, Davidson não negou a informação de que não é presidente do PSL e alegou que entrou com a denúncia como "pessoa física”.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Admir tenta derrubar um dos impedimentos de Atila

Pai do prefeito preso de Mauá, vereador questiona legalidade de denúncia protocolada pelo PSL

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

17/01/2019 | 18:49


Vereador de Mauá, Admir Jacomussi (PRP), pai do prefeito preso Atila Jacomussi (PSB), protocolou na tarde desta quinta-feira documento na Câmara em que tenta derrubar um dos pedidos de impeachment contra o filho. O requerimento questiona a legalidade da denúncia, protocolada por Davidson Rodrigues de Souza, que se autointitula presidente do PSL municipal.

No despacho, o parlamentar sustenta que Davidson não é presidente de fato do diretório municipal do partido, o que comprometeria a denúncia, já que provocaria uma espécie de falsidade documental. No site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o diretório do partido na cidade encontra-se suspenso por falta de prestação de contas. Para completar, essa mesma executiva inativa sequer é presidida por Davidson (conta o nome de Jonathan Feitosa Sampaio).

Ao Diário, o presidente do Legislativo mauaense, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), afirmou que o pedido de Admir ainda será analisado pelo setor jurídico da Casa. "É um fato novo (o impeachment), uma coisa que a gente não havia passado ainda, por isso ainda submetendo à análise dos advogados", disse o dirigente. Também nesta quinta, pela manhã, o vereador Ivan Stella (Avante), sorteado para integrar uma das comissões do impeachment, renunciou ao direito de participar do grupo por motivos de saúde - ele sofreu AVC no ano passado. Ainda não há definição sobre como deverá ocorrer a substituição.

Dois pedidos de impeachment de Atila foram aprovados pelos vereadores ontem. Um deles, protocolado pelo PT, acusa o prefeito de quebra de decoro pelos fatos narrados no inquérito da PF (Polícia Federal), que acusa Atila de receber propina de empresas fornecedoras do Paço mauaense. Já o segundo, ingressado por Davidson, fala em vacância do cargo de prefeito. A denúncia sustenta que Atila teria abandonado o cargo ao ficar mais de duas semanas afastado do cargo sem autorização legislativa. O prefeito está preso desde 13 de dezembro, quando foi detido pela segunda vez, no âmbito da Operação Trato Feito.

Ao Diário, Davidson não negou a informação de que não é presidente do PSL e alegou que entrou com a denúncia como "pessoa física”.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;