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BI no mercado de automóveis


Do Diário do Grande ABC

16/01/2019 | 16:09


Artigo

De acordo com a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), o crescimento no mercado de automóveis reflete diretamente nas vendas de seguro auto. Em 2017 o seguro para carros teve alta de 6,7%, seguindo os passos da economia, que contribuiu com aumento nas vendas de veículos. Para este ano, a expectativa é a de que haja melhora nesse cenário, já que a economia nacional tem tudo para se recuperar. Alguns especialistas estão otimistas e esperam que o setor feche com aumento nas vendas, mantendo prêmio do seguro de veículos na casa de um dígito.

Quando observamos o mercado como um todo, percebemos que ainda há entraves ao crescimento do setor, principalmente no que diz respeito à modernização e à aposta em tecnologias que possam otimizar alguns processos burocráticos e exaustivos. Com crescimento expressivo na busca de produtividade, qualidade e eficiência, aos poucos soluções tecnológicas vêm se tornando grandes apostas para que seguradoras e montadoras consigam expandir no mercado e entregar, de fato, o que o consumidor precisa. Tais avanços de inovação puderam ser registrados na indústria ao longo dos anos. A maior parte delas no modelo de produção. Podemos perceber grande evolução impulsionada também por fatores externos – demográficos, tecnológicos, ambientais e, principalmente, por conta da melhor experiência do usuário. As informações originadas desse mercado vão abastecer seguradoras, fabricantes e todo o ecossistema criado em torno da tecnologia. Com foco em conquistar novos clientes, podemos notar a forte aposta das seguradoras em tecnologias diferenciadas, principalmente em relação à forma de atendimento e serviços prestados. É evidente que o setor automotivo está em profunda transformação e sistemas eficientes de BI (Business Intelligence – Inteligência de Negócios)) serão os pilares de sustentação para que esse movimento se consolide.

Por meio de soluções de BI será possível reduzir gargalos de informações das empresas automotivas. Dessa forma, gestores de áreas estratégicas passaram a coletar, organizar, analisar, compartilhar e monitorar informações de forma mais fácil, gerando insights valiosos para os negócios. Pois tais ferramentas permitem ações mais eficientes, custo-benefício mais vantajoso e resultados significativos que impactam na tomada de decisões e de visão de mercado. Sendo muito otimista, acredito que, para os próximos 15 anos, teremos crescimento exponencial do volume de dados coletados e o BI será a palavra-chave para o sucesso no setor. Cada vez mais seremos dependentes da tecnologia, mas sabendo usá-la a nosso favor, todos os envolvidos sairão ganhando, atuando de forma mais eficiente e oferecendo leque de informações e oportunidades para o setor.

Alexandre Ponciano é diretor comercial da empresa Solera Holding Inc.

Palavra do leitor

Previdência
Parabenizo este prestigioso Diário por brindar os leitores ‘dgabceanos’ com a coluna Previdência em Ação (Economia). Esclareço que sou favorável ao pente-fino em benefícios concedidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), levando-se em conta – também – os investigados esquemas ilícitos na concessão de benefícios fraudulentos, como, por exemplo, os hipotéticos trâmites perpetrados tendo como ‘escritório’ o gabinete de edil da minha cidade de nascença. Foi muito oportuna e relevante a informação do doutor João Badari em esclarecer aos beneficiários que benefício somente pode ser cancelado depois de esgotados todos os trâmites de recursos (dia 13). O conhecimento acima de tudo.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Começando mal
O presidente Bolsonaro começa mal sinalizando que os Estados Unidos poderão construir bases militares em território brasileiro. Quer, também, mudar a Embaixada do Brasil em Israel, de Tel Aviv para Jerusalém. Isso é, sem necessidade, hostilizar a China e a Liga Árabe, ambas grandes parceiras comerciais do Brasil. Somos País de paz e neutro, portanto, deixemos que se entendam. Eleito pela maioria dos brasileiros, pode ter boa intenção, mas já se mostrou impulsivo demais. Continuando e tendo depois que voltar atrás cairá em descrédito, provocando arrependimento de quem nele votou e consequentemente ressuscitando PT e Lula, desastroso resultado sem volta para o País. Também está se deixando influenciar por evangélicos, o que não é bom. Esse montão de falsos profetas, apóstolos, bispos, missionários e pastores, invadindo a TV aberta dia e noite, são, em sua maioria, charlatões e oportunistas vivendo da santíssima ignorância dos humildes fiéis, achacando-lhes descaradamente o pouco que têm.
Nilson Martins Altran
São Caetano

Cadê o carnê?
Gostaria de saber o que pretende o digníssimo prefeito de São Caetano. Estamos já na metade do mês de janeiro e ainda não recebemos o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Ouvi dizer que os valores estão disponíveis no site da Prefeitura. Ocorre que existe ‘N’ passos para se conseguir acessar a página correspondente. Se pessoas com mais informações têm dificuldade, o que dizer das idosas, maioria dos munícipes. Este é o segundo ano que esse fato ocorre. Ano passado recebemos o carnê depois do vencimento, com direito ao pagamento em parcela única com o mísero desconto a que temos direito e a primeira parcela já vencida, de forma a gerar multa. Como ficamos, senhor prefeito?
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Guardas patrimoniais
Que situação caótica vive Diadema! A ponto de o seu prefeito, Lauro Michels, ter que rebaixar cargos e salários de guardas patrimoniais, conforme noticia este Diário (Setecidades, ontem). Os guardas ingressaram no serviço público legalmente, por meio de concurso. Pagaram taxas de inscrição, estudaram e pesquisaram para serem aprovados e, agora, são tomados de surpresa por medida, a princípio, ilegal. Se o prefeito quer cortar gastos, deveria começar por cima, pelo seu secretariado, chefes de gabinetes e de divisões e comissionados. A guarda foi criada para zelar pelo patrimônio público e hoje é corporação militar idêntica ao 24º Batalhão da Polícia Militar. Parece que a administração está em beco sem saída. Interessante que na mesma edição tem outra notícia dando conta de que a Câmara doou 24 veículos usados para a Prefeitura (Política). Não seria mais prático leiloá-los para obter receita talvez bem mais superior do que essa anunciada, com o sacrifício aos guardas patrimoniais? Se persistir e realmente concretizar essa maléfica ideia, acho melhor que rasgue lei que disciplina o concurso público.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema
 



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BI no mercado de automóveis

Do Diário do Grande ABC

16/01/2019 | 16:09


Artigo

De acordo com a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), o crescimento no mercado de automóveis reflete diretamente nas vendas de seguro auto. Em 2017 o seguro para carros teve alta de 6,7%, seguindo os passos da economia, que contribuiu com aumento nas vendas de veículos. Para este ano, a expectativa é a de que haja melhora nesse cenário, já que a economia nacional tem tudo para se recuperar. Alguns especialistas estão otimistas e esperam que o setor feche com aumento nas vendas, mantendo prêmio do seguro de veículos na casa de um dígito.

Quando observamos o mercado como um todo, percebemos que ainda há entraves ao crescimento do setor, principalmente no que diz respeito à modernização e à aposta em tecnologias que possam otimizar alguns processos burocráticos e exaustivos. Com crescimento expressivo na busca de produtividade, qualidade e eficiência, aos poucos soluções tecnológicas vêm se tornando grandes apostas para que seguradoras e montadoras consigam expandir no mercado e entregar, de fato, o que o consumidor precisa. Tais avanços de inovação puderam ser registrados na indústria ao longo dos anos. A maior parte delas no modelo de produção. Podemos perceber grande evolução impulsionada também por fatores externos – demográficos, tecnológicos, ambientais e, principalmente, por conta da melhor experiência do usuário. As informações originadas desse mercado vão abastecer seguradoras, fabricantes e todo o ecossistema criado em torno da tecnologia. Com foco em conquistar novos clientes, podemos notar a forte aposta das seguradoras em tecnologias diferenciadas, principalmente em relação à forma de atendimento e serviços prestados. É evidente que o setor automotivo está em profunda transformação e sistemas eficientes de BI (Business Intelligence – Inteligência de Negócios)) serão os pilares de sustentação para que esse movimento se consolide.

Por meio de soluções de BI será possível reduzir gargalos de informações das empresas automotivas. Dessa forma, gestores de áreas estratégicas passaram a coletar, organizar, analisar, compartilhar e monitorar informações de forma mais fácil, gerando insights valiosos para os negócios. Pois tais ferramentas permitem ações mais eficientes, custo-benefício mais vantajoso e resultados significativos que impactam na tomada de decisões e de visão de mercado. Sendo muito otimista, acredito que, para os próximos 15 anos, teremos crescimento exponencial do volume de dados coletados e o BI será a palavra-chave para o sucesso no setor. Cada vez mais seremos dependentes da tecnologia, mas sabendo usá-la a nosso favor, todos os envolvidos sairão ganhando, atuando de forma mais eficiente e oferecendo leque de informações e oportunidades para o setor.

Alexandre Ponciano é diretor comercial da empresa Solera Holding Inc.

Palavra do leitor

Previdência
Parabenizo este prestigioso Diário por brindar os leitores ‘dgabceanos’ com a coluna Previdência em Ação (Economia). Esclareço que sou favorável ao pente-fino em benefícios concedidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), levando-se em conta – também – os investigados esquemas ilícitos na concessão de benefícios fraudulentos, como, por exemplo, os hipotéticos trâmites perpetrados tendo como ‘escritório’ o gabinete de edil da minha cidade de nascença. Foi muito oportuna e relevante a informação do doutor João Badari em esclarecer aos beneficiários que benefício somente pode ser cancelado depois de esgotados todos os trâmites de recursos (dia 13). O conhecimento acima de tudo.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Começando mal
O presidente Bolsonaro começa mal sinalizando que os Estados Unidos poderão construir bases militares em território brasileiro. Quer, também, mudar a Embaixada do Brasil em Israel, de Tel Aviv para Jerusalém. Isso é, sem necessidade, hostilizar a China e a Liga Árabe, ambas grandes parceiras comerciais do Brasil. Somos País de paz e neutro, portanto, deixemos que se entendam. Eleito pela maioria dos brasileiros, pode ter boa intenção, mas já se mostrou impulsivo demais. Continuando e tendo depois que voltar atrás cairá em descrédito, provocando arrependimento de quem nele votou e consequentemente ressuscitando PT e Lula, desastroso resultado sem volta para o País. Também está se deixando influenciar por evangélicos, o que não é bom. Esse montão de falsos profetas, apóstolos, bispos, missionários e pastores, invadindo a TV aberta dia e noite, são, em sua maioria, charlatões e oportunistas vivendo da santíssima ignorância dos humildes fiéis, achacando-lhes descaradamente o pouco que têm.
Nilson Martins Altran
São Caetano

Cadê o carnê?
Gostaria de saber o que pretende o digníssimo prefeito de São Caetano. Estamos já na metade do mês de janeiro e ainda não recebemos o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Ouvi dizer que os valores estão disponíveis no site da Prefeitura. Ocorre que existe ‘N’ passos para se conseguir acessar a página correspondente. Se pessoas com mais informações têm dificuldade, o que dizer das idosas, maioria dos munícipes. Este é o segundo ano que esse fato ocorre. Ano passado recebemos o carnê depois do vencimento, com direito ao pagamento em parcela única com o mísero desconto a que temos direito e a primeira parcela já vencida, de forma a gerar multa. Como ficamos, senhor prefeito?
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Guardas patrimoniais
Que situação caótica vive Diadema! A ponto de o seu prefeito, Lauro Michels, ter que rebaixar cargos e salários de guardas patrimoniais, conforme noticia este Diário (Setecidades, ontem). Os guardas ingressaram no serviço público legalmente, por meio de concurso. Pagaram taxas de inscrição, estudaram e pesquisaram para serem aprovados e, agora, são tomados de surpresa por medida, a princípio, ilegal. Se o prefeito quer cortar gastos, deveria começar por cima, pelo seu secretariado, chefes de gabinetes e de divisões e comissionados. A guarda foi criada para zelar pelo patrimônio público e hoje é corporação militar idêntica ao 24º Batalhão da Polícia Militar. Parece que a administração está em beco sem saída. Interessante que na mesma edição tem outra notícia dando conta de que a Câmara doou 24 veículos usados para a Prefeitura (Política). Não seria mais prático leiloá-los para obter receita talvez bem mais superior do que essa anunciada, com o sacrifício aos guardas patrimoniais? Se persistir e realmente concretizar essa maléfica ideia, acho melhor que rasgue lei que disciplina o concurso público.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema
 

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