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Venda de calçados cresce no 2º semestre, mas ainda fica estagnada até novembro

pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


15/01/2019 | 13:44


As vendas de calçados no varejo aceleraram nos momentos finais de 2018, mas o fôlego não foi suficiente para melhorar o resultado acumulado do ano. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), as vendas no varejo ficaram estagnadas de janeiro a novembro na comparação com os mesmos meses de 2017.

O setor viu um cenário mais favorável em outubro e novembro. Naqueles meses, a venda no varejo cresceu 4,9% e 5% respectivamente ante o mesmo período de 2017. Ainda não há dados relativos ao mês de dezembro de 2018.

A produção da indústria calçadista ainda acumulou queda nos onze primeiros meses do ano passado. De janeiro a novembro, o recuo foi de 1,6%. O setor observou, no entanto, um cenário mais favorável a partir de setembro. Naquele mês, a produção aumentou 5,2% na comparação anual. Em outubro e novembro também houve crescimento, de 7% e 6,4% respectivamente.

Reação em 2019

Apesar das dificuldades de 2018, a aceleração nos meses finais e as perspectivas para a demanda este ano fazem o setor encarar os próximos meses com otimismo. De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), a perspectiva para 2019 é de alta de 3% nas vendas do varejo de calçados.

"A demanda esteve reprimida e a competitividade do produtor não alcançou o que era necessário", diz o presidente da Abicalçados, Heitor Klein. Na avaliação dele, a leitura dos fabricantes é de que há melhora no ambiente econômico que deve permitir uma recuperação da demanda.

Calçadistas brasileiros expõem em São Paulo até o dia 17 de janeiro novas coleções para a temporada outono/inverno na Couromoda.

O evento dedicado a negociação de vendas de fornecedores para o varejo encolheu nos últimos anos, conforme reconhece o próprio presidente do evento, Francisco Santos.

A feira tem hoje 12 mil metros quadrados de área de exposição, mas já ultrapassou os 20 mil metros quadrados no seu auge. Segundo Santos, a expectativa é voltar a crescer no evento de 2020, respondendo a uma retomada da indústria.



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Venda de calçados cresce no 2º semestre, mas ainda fica estagnada até novembro


15/01/2019 | 13:44


As vendas de calçados no varejo aceleraram nos momentos finais de 2018, mas o fôlego não foi suficiente para melhorar o resultado acumulado do ano. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), as vendas no varejo ficaram estagnadas de janeiro a novembro na comparação com os mesmos meses de 2017.

O setor viu um cenário mais favorável em outubro e novembro. Naqueles meses, a venda no varejo cresceu 4,9% e 5% respectivamente ante o mesmo período de 2017. Ainda não há dados relativos ao mês de dezembro de 2018.

A produção da indústria calçadista ainda acumulou queda nos onze primeiros meses do ano passado. De janeiro a novembro, o recuo foi de 1,6%. O setor observou, no entanto, um cenário mais favorável a partir de setembro. Naquele mês, a produção aumentou 5,2% na comparação anual. Em outubro e novembro também houve crescimento, de 7% e 6,4% respectivamente.

Reação em 2019

Apesar das dificuldades de 2018, a aceleração nos meses finais e as perspectivas para a demanda este ano fazem o setor encarar os próximos meses com otimismo. De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), a perspectiva para 2019 é de alta de 3% nas vendas do varejo de calçados.

"A demanda esteve reprimida e a competitividade do produtor não alcançou o que era necessário", diz o presidente da Abicalçados, Heitor Klein. Na avaliação dele, a leitura dos fabricantes é de que há melhora no ambiente econômico que deve permitir uma recuperação da demanda.

Calçadistas brasileiros expõem em São Paulo até o dia 17 de janeiro novas coleções para a temporada outono/inverno na Couromoda.

O evento dedicado a negociação de vendas de fornecedores para o varejo encolheu nos últimos anos, conforme reconhece o próprio presidente do evento, Francisco Santos.

A feira tem hoje 12 mil metros quadrados de área de exposição, mas já ultrapassou os 20 mil metros quadrados no seu auge. Segundo Santos, a expectativa é voltar a crescer no evento de 2020, respondendo a uma retomada da indústria.

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