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Maranhão evita confirmar retorno para o Consórcio

Prefeito de Rio Grande cita ligação de Paulo Serra, mas não crava volta: ‘É prematuro falar sobre isso’


Daniel Tossato
Do dgabc.com.br

12/01/2019 | 07:00


O prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (sem partido), evitou cravar retorno ao Consórcio Intermunicipal do Grande ABC depois que o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), tomou posse, na terça-feira.

Em seu discurso inaugural, o tucano declarou que pretende conversar e resgatar cidades que deixaram de fazer parte do colegiado – Diadema, São Caetano e Rio Grande da Serra.

“O Paulo Serra me ligou e conversamos, mas ainda é muito prematuro dar uma resposta sobre isso. Simpatizo muito com a questão de modelo consorciado, mas o Consórcio Intermunicipal, nesse últimos anos, não fez nada que deixasse um legado”, alegou Maranhão.

O prefeito de Rio Grande da Serra rebateu as críticas recebidas do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), ex-presidente da entidade. Na terça-feira, Morando classificou a saída das cidades como “mesquinhez” e disse que Rio Grande foi muito mais contemplada financeiramente do que auxiliou o grupo.

“Um dos principais motivos que me fizeram sair do Consórcio foi a gestão de Orlando Morando. Isso criou um desgaste no Consórcio e achei melhor sair”, disse Maranhão. Quando protocolou a desfiliação, ele alegou motivos financeiros. “Todas as conquistas para Rio Grande da Serra foram em minha gestão como presidente do Consórcio (no ano de 2015) e de Luiz Marinho (PT, ex-prefeito de São Bernardo)”, avaliou Maranhão.

Apesar de Rio Grande da Serra formalizar saída da entidade, há processo de quarentena de seis meses para ser concluído. São Caetano, do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), passa pelo mesmo trâmite e aguarda o período de 180 dias para deixar o Consórcio. Nesta semana, Paulo Serra conversou com Auricchio sobre possibilidade de retorno para o colegiado. Diadema é a única cidade que oficialmente está fora do Consórcio.



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Maranhão evita confirmar retorno para o Consórcio

Prefeito de Rio Grande cita ligação de Paulo Serra, mas não crava volta: ‘É prematuro falar sobre isso’

Daniel Tossato
Do dgabc.com.br

12/01/2019 | 07:00


O prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (sem partido), evitou cravar retorno ao Consórcio Intermunicipal do Grande ABC depois que o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), tomou posse, na terça-feira.

Em seu discurso inaugural, o tucano declarou que pretende conversar e resgatar cidades que deixaram de fazer parte do colegiado – Diadema, São Caetano e Rio Grande da Serra.

“O Paulo Serra me ligou e conversamos, mas ainda é muito prematuro dar uma resposta sobre isso. Simpatizo muito com a questão de modelo consorciado, mas o Consórcio Intermunicipal, nesse últimos anos, não fez nada que deixasse um legado”, alegou Maranhão.

O prefeito de Rio Grande da Serra rebateu as críticas recebidas do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), ex-presidente da entidade. Na terça-feira, Morando classificou a saída das cidades como “mesquinhez” e disse que Rio Grande foi muito mais contemplada financeiramente do que auxiliou o grupo.

“Um dos principais motivos que me fizeram sair do Consórcio foi a gestão de Orlando Morando. Isso criou um desgaste no Consórcio e achei melhor sair”, disse Maranhão. Quando protocolou a desfiliação, ele alegou motivos financeiros. “Todas as conquistas para Rio Grande da Serra foram em minha gestão como presidente do Consórcio (no ano de 2015) e de Luiz Marinho (PT, ex-prefeito de São Bernardo)”, avaliou Maranhão.

Apesar de Rio Grande da Serra formalizar saída da entidade, há processo de quarentena de seis meses para ser concluído. São Caetano, do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), passa pelo mesmo trâmite e aguarda o período de 180 dias para deixar o Consórcio. Nesta semana, Paulo Serra conversou com Auricchio sobre possibilidade de retorno para o colegiado. Diadema é a única cidade que oficialmente está fora do Consórcio.

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