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Psol entra com pedido de cassação de Elian Santana

Anderson Silva/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Executiva do partido em Sto.André solicitou instauração de comissão de ética contra a vereadora


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/01/2019 | 18:04


O Psol de Santo André protocolou hoje à tarde pedido de cassação do mandato da vereadora Elian Santana (SD), acusada de envolvimento em esquema de aposentadorias ilegais no cadastro do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Na ação, o partido requer do Legislativo que seja instaurada comissão de ética – instrumento jurídico em vigência na Casa - com objetivo de processar a parlamentar pelo uso do gabinete, conforme indiciamento da PF (Polícia Federal), onde se permitia a atuação da estrutura da quadrilha organizada na tática de fraudes no sistema previdenciário.

Elian chegou a ser detida no caso. Mesmo afastada das funções públicas, Elian está em liberdade desde o dia 14, mediante habeas corpus. Com o requerimento do Psol, o andamento agora está sob a responsabilidade da direção da Câmara, na figura do presidente Pedrinho Botaro (PSDB). A decisão tende a ser adotada no retorno do recesso parlamentar, no começo de fevereiro. “Ainda que ela possa se defender na seara judicial, politicamente já é quebra de decoro intermediar ou deixar que se intermedie assessoria previdenciária em gabinete parlamentar”, alegou Diego Tavares, dirigente da sigla no município.

Tavares acrescentou que a mistura entre interesses públicos e privados “é inaceitável e não é raro que redunde em crimes”. “O tempo político não pode esperar o tempo judicial. Vivemos crise social, política e institucional grave. Não é mais aceitável falta de transparência e e a Câmara tem de dar uma resposta para a sociedade.”

Antes do recesso, no começo de dezembro - poucos dias após a prisão de Elian -, os vereadores mostravam-se reticentes a dar encaminhamento a pedidos de comissão de ética com base ao que havia de informações. Neste ínterim, a parlamentar obteve a soltura por decisão liminar, mas, por outro lado, a PF formalizou indiciamento por peculato, associação criminosa e estelionato previdenciário.  



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Psol entra com pedido de cassação de Elian Santana

Executiva do partido em Sto.André solicitou instauração de comissão de ética contra a vereadora

Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

11/01/2019 | 18:04


O Psol de Santo André protocolou hoje à tarde pedido de cassação do mandato da vereadora Elian Santana (SD), acusada de envolvimento em esquema de aposentadorias ilegais no cadastro do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Na ação, o partido requer do Legislativo que seja instaurada comissão de ética – instrumento jurídico em vigência na Casa - com objetivo de processar a parlamentar pelo uso do gabinete, conforme indiciamento da PF (Polícia Federal), onde se permitia a atuação da estrutura da quadrilha organizada na tática de fraudes no sistema previdenciário.

Elian chegou a ser detida no caso. Mesmo afastada das funções públicas, Elian está em liberdade desde o dia 14, mediante habeas corpus. Com o requerimento do Psol, o andamento agora está sob a responsabilidade da direção da Câmara, na figura do presidente Pedrinho Botaro (PSDB). A decisão tende a ser adotada no retorno do recesso parlamentar, no começo de fevereiro. “Ainda que ela possa se defender na seara judicial, politicamente já é quebra de decoro intermediar ou deixar que se intermedie assessoria previdenciária em gabinete parlamentar”, alegou Diego Tavares, dirigente da sigla no município.

Tavares acrescentou que a mistura entre interesses públicos e privados “é inaceitável e não é raro que redunde em crimes”. “O tempo político não pode esperar o tempo judicial. Vivemos crise social, política e institucional grave. Não é mais aceitável falta de transparência e e a Câmara tem de dar uma resposta para a sociedade.”

Antes do recesso, no começo de dezembro - poucos dias após a prisão de Elian -, os vereadores mostravam-se reticentes a dar encaminhamento a pedidos de comissão de ética com base ao que havia de informações. Neste ínterim, a parlamentar obteve a soltura por decisão liminar, mas, por outro lado, a PF formalizou indiciamento por peculato, associação criminosa e estelionato previdenciário.  

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