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Embalse El Yeso é pedaço do paraíso nos Andes

Anderson Fattori Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Anderson Fattori
Soraia Abreu Pedrozo

10/01/2019 | 07:28


Em um primeiro momento é até difícil de acreditar que a paisagem de Cajón del Maipo que se encontra na internet não tenha filtros, tamanha beleza. Mas, após desbravar a sinuosa estrada de terra que leva ao local, o visitante se surpreende com a indescritível cor da água da represa Embalse El Yeso, formada pelo degelo da Cordilheira dos Andes. É naturalmente incrível.

Para chegar ali é recomendado contratar serviço de van. Fica cerca de 75 quilômetros de distância de Santiago e o caminho exige certa destreza do motorista para driblar a estreita estrada, cheia de pedras e carros no contra-fluxo – especialmente no inverno, quando o chão fica coberto de neve. Em média, o passeio que dura o dia inteiro custa 20 mil pesos chilenos (R$ 112) e oferece aos turistas piquenique às margens da represa, regada a vinhos locais e queijos.

O caminho até esse verdadeiro pedaço do paraíso nos Andes já vale as cerca de duas horas de percurso. Durante a subida, que chega a 2.500 metros do nível do mar – para efeito de comparação, em Santiago a altitude varia de 400 a 600 metros –, a van passa por pontos de extração de gesso, cachoeiras e a junção dos rios Maipo, de água mais escura, de origem vulcânica, e Yeso, cuja água tem origem glacial.

Mas o ponto alto do passeio é a vislumbrante paisagem proporcionada pela Embalse El Yeso. A represa, que demorou dez anos para ser construída (1954 a 1964), tem capacidade para armazenar 253 milhões de metros cúbicos de água formada pelo derretimento do gelo, o que a torna a principal fonte de água potável para toda a capital chilena.

O guia turístico Hugo Jara, da Morande Turismo, explica que mesmo no calor o topo da montanha tem neve devido ao ambiente sem vegetação – o que ainda é observado em Santiago –, árido, rochoso e frio. “Aqui a chuva é dura e se transforma em neve.”  



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Embalse El Yeso é pedaço do paraíso nos Andes

Anderson Fattori
Soraia Abreu Pedrozo

10/01/2019 | 07:28


Em um primeiro momento é até difícil de acreditar que a paisagem de Cajón del Maipo que se encontra na internet não tenha filtros, tamanha beleza. Mas, após desbravar a sinuosa estrada de terra que leva ao local, o visitante se surpreende com a indescritível cor da água da represa Embalse El Yeso, formada pelo degelo da Cordilheira dos Andes. É naturalmente incrível.

Para chegar ali é recomendado contratar serviço de van. Fica cerca de 75 quilômetros de distância de Santiago e o caminho exige certa destreza do motorista para driblar a estreita estrada, cheia de pedras e carros no contra-fluxo – especialmente no inverno, quando o chão fica coberto de neve. Em média, o passeio que dura o dia inteiro custa 20 mil pesos chilenos (R$ 112) e oferece aos turistas piquenique às margens da represa, regada a vinhos locais e queijos.

O caminho até esse verdadeiro pedaço do paraíso nos Andes já vale as cerca de duas horas de percurso. Durante a subida, que chega a 2.500 metros do nível do mar – para efeito de comparação, em Santiago a altitude varia de 400 a 600 metros –, a van passa por pontos de extração de gesso, cachoeiras e a junção dos rios Maipo, de água mais escura, de origem vulcânica, e Yeso, cuja água tem origem glacial.

Mas o ponto alto do passeio é a vislumbrante paisagem proporcionada pela Embalse El Yeso. A represa, que demorou dez anos para ser construída (1954 a 1964), tem capacidade para armazenar 253 milhões de metros cúbicos de água formada pelo derretimento do gelo, o que a torna a principal fonte de água potável para toda a capital chilena.

O guia turístico Hugo Jara, da Morande Turismo, explica que mesmo no calor o topo da montanha tem neve devido ao ambiente sem vegetação – o que ainda é observado em Santiago –, árido, rochoso e frio. “Aqui a chuva é dura e se transforma em neve.”  

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