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Transmissão da crise


Fábio Martins

10/01/2019 | 07:00


Na mira da Justiça, a Câmara de Mauá tornou oficialmente público o chamamento de sessão extraordinária para votar pedido de impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB), preso desde o dia 13, no âmbito da Operação Trato Feito, e anunciou que a plenária será transmitida pelo portal do Legislativo na internet, quase que um convite para popularizar a deliberação sobre o recebimento da denúncia por crime de responsabilidade. A data foi formalizada para ocorrer na quarta-feira, às 10h. Também alvos da operação, os vereadores tentam, com a admissibilidade do processo, eximir-se da acusação, que aponta pagamento de espécie de Mensalinho em troca de apoio político na Casa. Especialistas em Direito Público já citaram ao Diário que o aval pode caracterizar atestado de culpa. Os últimos requerimentos pela cassação de Atila foram rejeitados, ano passado e sem alarde, pelos mesmos parlamentares, hoje indiciados.

Abaixo-assinado
O abaixo-assinado pelo fim do uso de carro oficial para deputados estaduais que moram a menos de 100 quilômetros da Assembleia Legislativa, de iniciativa da parlamentar Carla Morando (PSDB), atingiu o número de 3.500 adesões. A ação, segundo a tucana, pode proporcionar economia de cerca de R$ 5 milhões por ano. “(Isso porque) 62% dos deputados eleitos não utilizariam os veículos oficiais. Eu não vou usar carro oficial, vou lutar pelo fim das mordomias e uso responsável do dinheiro público. É respeito com as pessoas”, alegou Carla.

Negociações
Em sequência à polêmica sobre a composição da eleição da presidência da Câmara de Santo André, que envolveu abertura de três dos cinco espaços da mesa diretora ao PT, há relatos de que outro ajuste, na ocasião, trata de consentir o comando da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) ao vereador petista Eduardo Leite. O pleito interno às comissões permanentes acontece na primeira sessão do ano, em fevereiro.

Incômodo
Após ver praticamente naufragar a chance de assumir a Secretaria de Esportes de Santo André, o vereador Professor Minhoca (PSDB) tende a reforçar a ideia de deixar o tucanato. Diante do incômodo da derrota eleitoral, Minhoca teve o caminho pavimentado para chefiar a Pasta, mas a condução da ida ao alto escalão criou mal-estar. Dentro deste cenário, ele se reuniu ontem com os colegas do PPS Fábio Lopes e Rodolfo Donetti. 



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Transmissão da crise

Fábio Martins

10/01/2019 | 07:00


Na mira da Justiça, a Câmara de Mauá tornou oficialmente público o chamamento de sessão extraordinária para votar pedido de impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB), preso desde o dia 13, no âmbito da Operação Trato Feito, e anunciou que a plenária será transmitida pelo portal do Legislativo na internet, quase que um convite para popularizar a deliberação sobre o recebimento da denúncia por crime de responsabilidade. A data foi formalizada para ocorrer na quarta-feira, às 10h. Também alvos da operação, os vereadores tentam, com a admissibilidade do processo, eximir-se da acusação, que aponta pagamento de espécie de Mensalinho em troca de apoio político na Casa. Especialistas em Direito Público já citaram ao Diário que o aval pode caracterizar atestado de culpa. Os últimos requerimentos pela cassação de Atila foram rejeitados, ano passado e sem alarde, pelos mesmos parlamentares, hoje indiciados.

Abaixo-assinado
O abaixo-assinado pelo fim do uso de carro oficial para deputados estaduais que moram a menos de 100 quilômetros da Assembleia Legislativa, de iniciativa da parlamentar Carla Morando (PSDB), atingiu o número de 3.500 adesões. A ação, segundo a tucana, pode proporcionar economia de cerca de R$ 5 milhões por ano. “(Isso porque) 62% dos deputados eleitos não utilizariam os veículos oficiais. Eu não vou usar carro oficial, vou lutar pelo fim das mordomias e uso responsável do dinheiro público. É respeito com as pessoas”, alegou Carla.

Negociações
Em sequência à polêmica sobre a composição da eleição da presidência da Câmara de Santo André, que envolveu abertura de três dos cinco espaços da mesa diretora ao PT, há relatos de que outro ajuste, na ocasião, trata de consentir o comando da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) ao vereador petista Eduardo Leite. O pleito interno às comissões permanentes acontece na primeira sessão do ano, em fevereiro.

Incômodo
Após ver praticamente naufragar a chance de assumir a Secretaria de Esportes de Santo André, o vereador Professor Minhoca (PSDB) tende a reforçar a ideia de deixar o tucanato. Diante do incômodo da derrota eleitoral, Minhoca teve o caminho pavimentado para chefiar a Pasta, mas a condução da ida ao alto escalão criou mal-estar. Dentro deste cenário, ele se reuniu ontem com os colegas do PPS Fábio Lopes e Rodolfo Donetti. 

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