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Dilemas da idade

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‘Gatão de Meia Idade’ estreia na próxima semana com ventríloquo de São Bernardo


Miriam Gimenes

09/01/2019 | 07:45


São cinco décadas de experiência. O Gatão (Oscar Magrini) chegou à meia-idade solteiro, porém, mal resolvido. Não quer envelhecer sozinho e, por conta disso, não titubeia em se aventurar com inúmeras parceiras amorosas, todas sem sucesso. Este é o enredo de Gatão de Meia Idade, a Peça, que estreia dia 19 no Teatro das Artes, em São Paulo, e já está com os ingressos à venda.

Além do personagem principal, a história é contada pelas mulheres com quem ele se relaciona – todas interpretadas por Leona Cavalli – e um outro integrante especial do elenco, ventríloquo Yakko Sideratos, de São Bernardo. De forma inédita nos palcos brasileiros, o boneco fará a ‘consciência’ do Gatão. “O Petráki (boneco) é uma consciência ‘demoniozinho’, que fica aloprando o cara. Joga na cara do Gatão todas as besteiras que ele faz com as mulheres para ver se ele acorda para a vida”, diz Yakko, que desde 2011 começou a praticar a ventriloquia, já passou por diversos programas de televisão, faz stand up – no dia 18 se apresentará no Hillarius Bar, em Santo André – e, pela primeira vez, participa de uma peça.

Leona, que também estreia em comédia nos palcos, diz que o boneco foi essencial para ‘dar liga’ à história. “Tenho de trocar de roupas em segundos e o ventríloquo nos ajuda nisso. Dá um colorido à trama e trouxe concepção para montagem.”

A história central, que sai das tradicionais tirinhas do jornal O Globo e Jornal do Brasil e que já foi publicada até na Itália, é inspirada no livro Cama de Gato, Histórias de Cama do Gatão de Meia Idade, de Miguel Paiva, escrito em 1986, e mostra detalhes, aflições e anseios da vida deste homem que não sabe viver sozinho e tenta, de todas as maneiras, conseguir uma companheira. Só que ele é muito ingênuo e acaba sempre metendo os pés pelas mãos. “Essa peça, cuja história já passou até no cinema (em 2006), teve um novo olhar, principalmente com a questão do feminino atual, que não estava retratado nas tiras. Elas não são submissas e o gatão fica sem saber como agir com essas mulheres, porque tem uma relação de provocação com ele o tempo todo”, explica Leona. Ela estará de volta à TV em março, quando estreia Órfãos da Terra, a próxima novela das 18h, da Globo.

O diretor Eduardo Figueiredo faz sua terceira adaptação do universo dos quadrinhos para os palcos – a primeira foi Mulheres Alteradas, sucesso de público e crítica e depois Superadas, esse com versão para os palcos também de Miguel Paiva.“Após minha experiência com duas obras femininas, eu e o Miguel nos unimos para abordar o masculino. Assim, o Gatão é minha terceira adaptação dos quadrinhos para o teatro e acho que essa ideia de migrar do impresso para o palco tem uma linguagem interessante e um humor incrível, além de um apelo lúdico muito bacana. Vale a pena assistir, garantimos boas risadas”, promete o diretor.

Gatão de Meia Idade, a Peça – Teatro. Teatro das Artes (Av. Rebouças, 3.970). Sábado às 21h e domingo às 19h. Até 31 de março. Ingr.: a partir de R$ 50, à venda em www.tudus.com.br.  



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Dilemas da idade

‘Gatão de Meia Idade’ estreia na próxima semana com ventríloquo de São Bernardo

Miriam Gimenes

09/01/2019 | 07:45


São cinco décadas de experiência. O Gatão (Oscar Magrini) chegou à meia-idade solteiro, porém, mal resolvido. Não quer envelhecer sozinho e, por conta disso, não titubeia em se aventurar com inúmeras parceiras amorosas, todas sem sucesso. Este é o enredo de Gatão de Meia Idade, a Peça, que estreia dia 19 no Teatro das Artes, em São Paulo, e já está com os ingressos à venda.

Além do personagem principal, a história é contada pelas mulheres com quem ele se relaciona – todas interpretadas por Leona Cavalli – e um outro integrante especial do elenco, ventríloquo Yakko Sideratos, de São Bernardo. De forma inédita nos palcos brasileiros, o boneco fará a ‘consciência’ do Gatão. “O Petráki (boneco) é uma consciência ‘demoniozinho’, que fica aloprando o cara. Joga na cara do Gatão todas as besteiras que ele faz com as mulheres para ver se ele acorda para a vida”, diz Yakko, que desde 2011 começou a praticar a ventriloquia, já passou por diversos programas de televisão, faz stand up – no dia 18 se apresentará no Hillarius Bar, em Santo André – e, pela primeira vez, participa de uma peça.

Leona, que também estreia em comédia nos palcos, diz que o boneco foi essencial para ‘dar liga’ à história. “Tenho de trocar de roupas em segundos e o ventríloquo nos ajuda nisso. Dá um colorido à trama e trouxe concepção para montagem.”

A história central, que sai das tradicionais tirinhas do jornal O Globo e Jornal do Brasil e que já foi publicada até na Itália, é inspirada no livro Cama de Gato, Histórias de Cama do Gatão de Meia Idade, de Miguel Paiva, escrito em 1986, e mostra detalhes, aflições e anseios da vida deste homem que não sabe viver sozinho e tenta, de todas as maneiras, conseguir uma companheira. Só que ele é muito ingênuo e acaba sempre metendo os pés pelas mãos. “Essa peça, cuja história já passou até no cinema (em 2006), teve um novo olhar, principalmente com a questão do feminino atual, que não estava retratado nas tiras. Elas não são submissas e o gatão fica sem saber como agir com essas mulheres, porque tem uma relação de provocação com ele o tempo todo”, explica Leona. Ela estará de volta à TV em março, quando estreia Órfãos da Terra, a próxima novela das 18h, da Globo.

O diretor Eduardo Figueiredo faz sua terceira adaptação do universo dos quadrinhos para os palcos – a primeira foi Mulheres Alteradas, sucesso de público e crítica e depois Superadas, esse com versão para os palcos também de Miguel Paiva.“Após minha experiência com duas obras femininas, eu e o Miguel nos unimos para abordar o masculino. Assim, o Gatão é minha terceira adaptação dos quadrinhos para o teatro e acho que essa ideia de migrar do impresso para o palco tem uma linguagem interessante e um humor incrível, além de um apelo lúdico muito bacana. Vale a pena assistir, garantimos boas risadas”, promete o diretor.

Gatão de Meia Idade, a Peça – Teatro. Teatro das Artes (Av. Rebouças, 3.970). Sábado às 21h e domingo às 19h. Até 31 de março. Ingr.: a partir de R$ 50, à venda em www.tudus.com.br.  

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