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Polícia Federal indicia Atila Jacomussi, João Eduardo Gaspar e 22 vereadores

Banco de Dados Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Eles são acusados de participar de esquema de corrupção e de integrar organização criminosa


Do dgabc.com.br

07/01/2019 | 11:53


Atualizada às 16h13

Nesta segunda-feira (7), a PF (Polícia Federal) indiciou o prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PDB), assim como o ex-secretário de governo da cidade, João Eduardo Gaspar, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, além de integrar organização criminosa. Eles estão presos desde 13 de dezembro após a Operação Trato Feito. Além deles, 21 vereadores e um suplente foram indiciados por corrupção passiva e por participarem de organização criminosa.

A PF alegou que o esquema de corrupção continuou mesmo após a primeira prisão do chefe do Executivo em maio, na Operação Prato Feito. Ainda de acordo com a polícia, as empresas repassavam valores para Atila e João e que, por sua vez, repassavam parte aos vereadores em troca de apoio políticos. Essa situação teria criado esquema conhecido como mensalinho.

A operação, agora denominada Trato Feito, apurou o superfaturamento na compra de 48 mil kits de uniformes escolares. Além dos vereadores, do prefeito e do ex-secretário mais dois agentes públicos foram afastados.

Em nota, a defesa de Atila Jacomussi disse que “não se pode dar uma nova roupagem para fatos pretéritos e conhecidos”. Segundo o advogado Daniel Leon Bialski, o indiciamento pela PF é baseado em presunções sem qualquer amparo em provas cabais que possam mostrar envolvimento do prefeito afastado. “Ao menos agora esperamos que na Justiça se possa exercer o direito de defesa e contestar os equívocos e abusos ocorridos na investigação. Ademais, não se pode esquecer que nem a Polícia e a Justiça Federal tinham e têm competência para investigar, examinar e julgar a causa.  Aliás, a própria Procuradoria da República contestou a incompetência jurisdicional.”

Confira os nomes dos vereadores envolvidos:

Adelto Cachorrão (Avante)
Chiquinho do Zaíra (Avante)
Ivan Stella (Avante)
Admir Jacomussi (PRP)
Tchacabum (PRP)
Bodinho (PRP)
Cincinato Filho (PDT)
Fernando Rubinelli (PDT)
Jotão (PSDB)
Pastor José (PSDB)
Irmão Ozelito (SD)
Neycar (SD)
Professor Betinho (DC)
Sivaldo Carteiro (DC)
Gil Miranda (PRB)
Jair da Farmácia *suplente (MDB)
Melão (PPS)
Manoel Lopes (Dem)
Ricardinho da Enfermagem (PTB)
Betinho Dragões (PR)
Samuel Enfermeiro (PSB)
Severino do MSTU (Pros)



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Polícia Federal indicia Atila Jacomussi, João Eduardo Gaspar e 22 vereadores

Eles são acusados de participar de esquema de corrupção e de integrar organização criminosa

Do dgabc.com.br

07/01/2019 | 11:53


Atualizada às 16h13

Nesta segunda-feira (7), a PF (Polícia Federal) indiciou o prefeito afastado de Mauá, Atila Jacomussi (PDB), assim como o ex-secretário de governo da cidade, João Eduardo Gaspar, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, além de integrar organização criminosa. Eles estão presos desde 13 de dezembro após a Operação Trato Feito. Além deles, 21 vereadores e um suplente foram indiciados por corrupção passiva e por participarem de organização criminosa.

A PF alegou que o esquema de corrupção continuou mesmo após a primeira prisão do chefe do Executivo em maio, na Operação Prato Feito. Ainda de acordo com a polícia, as empresas repassavam valores para Atila e João e que, por sua vez, repassavam parte aos vereadores em troca de apoio políticos. Essa situação teria criado esquema conhecido como mensalinho.

A operação, agora denominada Trato Feito, apurou o superfaturamento na compra de 48 mil kits de uniformes escolares. Além dos vereadores, do prefeito e do ex-secretário mais dois agentes públicos foram afastados.

Em nota, a defesa de Atila Jacomussi disse que “não se pode dar uma nova roupagem para fatos pretéritos e conhecidos”. Segundo o advogado Daniel Leon Bialski, o indiciamento pela PF é baseado em presunções sem qualquer amparo em provas cabais que possam mostrar envolvimento do prefeito afastado. “Ao menos agora esperamos que na Justiça se possa exercer o direito de defesa e contestar os equívocos e abusos ocorridos na investigação. Ademais, não se pode esquecer que nem a Polícia e a Justiça Federal tinham e têm competência para investigar, examinar e julgar a causa.  Aliás, a própria Procuradoria da República contestou a incompetência jurisdicional.”

Confira os nomes dos vereadores envolvidos:

Adelto Cachorrão (Avante)
Chiquinho do Zaíra (Avante)
Ivan Stella (Avante)
Admir Jacomussi (PRP)
Tchacabum (PRP)
Bodinho (PRP)
Cincinato Filho (PDT)
Fernando Rubinelli (PDT)
Jotão (PSDB)
Pastor José (PSDB)
Irmão Ozelito (SD)
Neycar (SD)
Professor Betinho (DC)
Sivaldo Carteiro (DC)
Gil Miranda (PRB)
Jair da Farmácia *suplente (MDB)
Melão (PPS)
Manoel Lopes (Dem)
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