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A esperança


Do Diário do Grande ABC

01/01/2019 | 14:04


Artigo

A esperança é virtude e todas as pessoas, cristãs e não cristãs, são chamadas a ser virtuosas. É o compromisso com a ética. Até os antigos filósofos pagãos, como Platão e Aristóteles (no 4º século a. C.) refletiram sobre essas virtudes humanas, tais como a sabedoria, a fortaleza, a justiça e a temperança. Mas nós, cristãos, recebemos de Deus, como dom da sua graça, as virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade. Nós as recebemos como ‘presente especial de Deus’, por isso são chamadas de ‘teologais’, do grego theós, que significa ‘Deus’. Assim como a vinda de Jesus foi ‘esperada’ no Antigo Testamento, nós, que estamos no Novo Testamento, esperamos a vinda gloriosa de Jesus no fim da história humana.

Sim, esperamos, porque temos a virtude teologal da esperança. Como no texto que São Paulo escreve a Tito, no qual diz que Deus nos salvou ‘por sua misericórdia… por meio de nosso Salvador Jesus Cristo, para que, justificados por sua graça, nos tornássemos, na esperança, herdeiros da vida eterna’ (Tt 3,5-7). Vale lembrar que o papa Bento XVI, em 2007, publicou encíclica sobre a esperança, com o seguinte título: SPE Salvi facti sumus – é na esperança que fomos salvos. Estas palavras do título são a citação de texto do São Paulo (Rm 8,24).

Nessa mesma encíclica, o papa Bento XVI apresenta o exemplo de santa da nossa época: Santa Josefina Bakhita, africana canonizada pelo papa João Paulo II. Nascera por volta de 1869 no Sudão. Aos 9 anos foi raptada pelos traficantes de escravos, espancada barbaramente e vendida cinco vezes nos mercados do Sudão. Finalmente, em 1882, foi comprada por comerciante italiano para o cônsul Callisto Legnani, que voltou para a Itália. Aqui, depois de ‘patrões’ tão terríveis que a tiveram como sua propriedade até agora, Bakhita acabou por conhecer ‘patrão’ totalmente diferente: o Deus vivo, o Deus de Jesus Cristo. Soube que este Senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Ela era conhecida, amada e esperada; mais ainda, este ‘patrão’ tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela ‘à direita de Deus Pai’. Agora ela tinha ‘esperança’; já não aquela pequena esperança de achar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: eu sou definitivamente amada e, aconteça o que acontecer, eu sou esperada por este amor. Assim, a minha vida é boa. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava ‘redimida’, já não se sentia escrava, mas livre filha de Deus. Esta ex-escrava foi batizada e quis tornar-se religiosa, na Congregação das irmãs Canossianas. A esperança, que nascera para ela e a ‘redimira’, não podia guardá-la para si; esta esperança devia chegar a muitos, chegar a todos.

São Paulo, pouco antes de morrer, escreve a Timóteo: ‘Combati o bom combate… guardei a fé. Agora só me resta a coroa da justiça que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que aguardam com amor sua manifestação’ (2 T 4,7-8).

Esta é a nossa esperança!

Lino Rampazzo é doutor em Teologia e Coordenador do Curso de Teologia da Faculdade Canção Nova.

Palavra do leitor

Boas-Festas
O Diário recebe e retribui votos de Boas-Festas a Assessoria de Imprensa Grupo GJP Hotels & Resorts; Pablo Torres; Museu Imperial – Luz e Som; Maurício Vicente Ferreira Júnior; Flytour Global Business Travel Santo André; Educando; Orestes Rodrigues Júnior e esposa; MF Press Global; Hebert Neri; Fabiano de Abreu; Costacurta MVC – Soluções em Educação Corporativa; SulAmerica; Sabrina Feldman; Mundo Press Jornalismo Estratégico; jornalista Marli Gonçalves; Luizinho Fernandes; Eunice Gallo; Aparecida Dileide Gaziolla; Margarida Radin, Angelina Radin; Marilsa Aparecida Barbato; Juliana Barbato; João Paulo de Oliveira; Maria Rozilda dos S. e Souza, Jair Prudêncio; SLA Sports; Sérgio Oliveira e família.

Indulto
Notícias dão conta de que o presidente Temer não vai assinar o indulto (Política, ontem). Em boa hora, Temer ouviu o clamor das ruas. São pessoas que não têm segurança nem carro blindado as vítimas dos presos beneficiados pelo famigerado indulto. Bolsonaro vem aí e já sinalizou que vai acabar com essa afronta. O povo, o eterno sofredor, aguarda que providências sejam tomadas a fim de que não se coloquem nas ruas bandidos que roubam, matam e enlutam famílias inteiras. Basta de tanta violência. Ninguém mais aguenta.
Izabel Avallone
Capital

Feliz 2019!
Falta de iniciativa é realmente difícel de entender! A família Lemes, sem recursos e com ajuda de voluntários, tem disposição e consegue fazer almoço de Natal, evento fantástico e gigante demonstração de amor ao próximo em São Bernardo (Setecidades, dia 26). É exemplo positivo de preocupação com o semelhante. Já não se pode dizer o mesmo de políticos do Grande ABC, preocupados apenas em quanto mais (dinheiro e mordomias) a eles, melhor. Não demonstram o menor cuidado com os mais necessitados. Pelo contrário. Se puderem, tiram proveito de tudo e de todos. As prefeituras da região não conseguem organizar algo nesse sentido às suas populações mais carentes? Será que as preocupações neste novo ano continuarão excluindo os menos favorecidos? Apesar dessa ganância política na região, que possamos ter 2019 maravilhoso.
João Arcanjo de Lima
São Caetano

Regionalidade
Cada vez menos entendo de regionalidade. Confesso que sempre torci para que o Grande ABC fosse região unida, com cada cidade preocupada consigo e também com as demais. Vibrei quando da invenção do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC – que, a cada dia, mostra-se cada vez mais inútil –, por achar que, enfim, teríamos a tão propalada regionalidade, bloco unido, com possibilidade de um time forte a representar a região, um único Carnaval, enfim. Mas decepcionado estou. Com tudo. E, agora, enquanto em Diadema vereadores gastaram R$ 1,2 milhão em veículos zero-quilômetro sem a menor necessidade, Mauá sofre com a falta de carros no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), com apenas quatro automóveis para população de 618 mil pessoas (Setecidades, dia 26). Cada um por si e o povo que se vire como puder.
Jair Prudêncio
Ribeirão Pires

Bem-vindo, Bolsonaro
Bolsonaro, seja bem-vindo à direção do nosso majestoso Brasil, que vem cambaleando durante as três últimas décadas com administrações que não melhoraram o bem-estar dos brasileiros. Presidente, a sua responsabilidade em corresponder à expectativa geral é enorme, mas a maioria está confiando na sua postura. Sabemos que nenhum ser humano é perfeito, o senhor também não, mas os brasileiros lhe depositam enorme confiança, desejando-lhe muita sorte, sabedoria, força moral e competência para tornar a vida dos brasileiros mais aceitável. Sua excelência já começará o mandato com a colaboração plena do seu maior adversário, os petistas, que prometem não participar da linda festa que será o início de um novo tempo trazendo muita esperança aos cidadãos brasileiros.
Benone Augusto de Paiva
Capital

Mauá
O imbróglio político por que passa a cidade de Mauá mostra mais uma vez que as chapas políticas são montadas neste País por interesses que não levam em consideração o bem público. Será mesmo que a devassa de dona Alaíde Damo parte do pressuposto de que ela nada sabia sobre o esquema de superfaturamento de contratos públicos por parte do prefeito Atila Jacomussi? Ou seria apenas mais um ‘arranjo’ para salvar a pele da vice-prefeita perante a sociedade? Não é estranho que em um País em que os vices chegam com frequência cada vez maior ao poder, ainda existam ‘parcerias’ políticas em que o vice não sabe nada, não vê nada e não entende de nada do que está acontecendo na administração à qual pertence?
Rodolfo C. Bonventti
São Caetano

Deputados
Como a gente poderia classificar a notícia de que deputados querem reajuste automático ao do Supremo? Algumas das justificativas: ‘há colegas que não dependem do salário, mas outros dependem e passam necessidade’, ‘é preciso dar ao parlamentar uma melhor qualidade de vida’, ‘é melhor o parlamentar ser bem remunerado porque você pode cobrar dele a lisura’. Quem é esse defensor dos pobres coleguinhas? Um tal de Fábio Ramalho (MDB-MG), mais conhecido pelos íntimos como Fabinho, atual vice-presidente da Câmara e candidato à presidência da Casa no próximo período. As palavras para a qualificação dessa proposta e também do indivíduo são impublicáveis, portanto deixo por conta dos pagantes da esbórnia, como eu, a resposta para mais essa afronta!
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano
 



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A esperança

Do Diário do Grande ABC

01/01/2019 | 14:04


Artigo

A esperança é virtude e todas as pessoas, cristãs e não cristãs, são chamadas a ser virtuosas. É o compromisso com a ética. Até os antigos filósofos pagãos, como Platão e Aristóteles (no 4º século a. C.) refletiram sobre essas virtudes humanas, tais como a sabedoria, a fortaleza, a justiça e a temperança. Mas nós, cristãos, recebemos de Deus, como dom da sua graça, as virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade. Nós as recebemos como ‘presente especial de Deus’, por isso são chamadas de ‘teologais’, do grego theós, que significa ‘Deus’. Assim como a vinda de Jesus foi ‘esperada’ no Antigo Testamento, nós, que estamos no Novo Testamento, esperamos a vinda gloriosa de Jesus no fim da história humana.

Sim, esperamos, porque temos a virtude teologal da esperança. Como no texto que São Paulo escreve a Tito, no qual diz que Deus nos salvou ‘por sua misericórdia… por meio de nosso Salvador Jesus Cristo, para que, justificados por sua graça, nos tornássemos, na esperança, herdeiros da vida eterna’ (Tt 3,5-7). Vale lembrar que o papa Bento XVI, em 2007, publicou encíclica sobre a esperança, com o seguinte título: SPE Salvi facti sumus – é na esperança que fomos salvos. Estas palavras do título são a citação de texto do São Paulo (Rm 8,24).

Nessa mesma encíclica, o papa Bento XVI apresenta o exemplo de santa da nossa época: Santa Josefina Bakhita, africana canonizada pelo papa João Paulo II. Nascera por volta de 1869 no Sudão. Aos 9 anos foi raptada pelos traficantes de escravos, espancada barbaramente e vendida cinco vezes nos mercados do Sudão. Finalmente, em 1882, foi comprada por comerciante italiano para o cônsul Callisto Legnani, que voltou para a Itália. Aqui, depois de ‘patrões’ tão terríveis que a tiveram como sua propriedade até agora, Bakhita acabou por conhecer ‘patrão’ totalmente diferente: o Deus vivo, o Deus de Jesus Cristo. Soube que este Senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Ela era conhecida, amada e esperada; mais ainda, este ‘patrão’ tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela ‘à direita de Deus Pai’. Agora ela tinha ‘esperança’; já não aquela pequena esperança de achar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: eu sou definitivamente amada e, aconteça o que acontecer, eu sou esperada por este amor. Assim, a minha vida é boa. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava ‘redimida’, já não se sentia escrava, mas livre filha de Deus. Esta ex-escrava foi batizada e quis tornar-se religiosa, na Congregação das irmãs Canossianas. A esperança, que nascera para ela e a ‘redimira’, não podia guardá-la para si; esta esperança devia chegar a muitos, chegar a todos.

São Paulo, pouco antes de morrer, escreve a Timóteo: ‘Combati o bom combate… guardei a fé. Agora só me resta a coroa da justiça que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que aguardam com amor sua manifestação’ (2 T 4,7-8).

Esta é a nossa esperança!

Lino Rampazzo é doutor em Teologia e Coordenador do Curso de Teologia da Faculdade Canção Nova.

Palavra do leitor

Boas-Festas
O Diário recebe e retribui votos de Boas-Festas a Assessoria de Imprensa Grupo GJP Hotels & Resorts; Pablo Torres; Museu Imperial – Luz e Som; Maurício Vicente Ferreira Júnior; Flytour Global Business Travel Santo André; Educando; Orestes Rodrigues Júnior e esposa; MF Press Global; Hebert Neri; Fabiano de Abreu; Costacurta MVC – Soluções em Educação Corporativa; SulAmerica; Sabrina Feldman; Mundo Press Jornalismo Estratégico; jornalista Marli Gonçalves; Luizinho Fernandes; Eunice Gallo; Aparecida Dileide Gaziolla; Margarida Radin, Angelina Radin; Marilsa Aparecida Barbato; Juliana Barbato; João Paulo de Oliveira; Maria Rozilda dos S. e Souza, Jair Prudêncio; SLA Sports; Sérgio Oliveira e família.

Indulto
Notícias dão conta de que o presidente Temer não vai assinar o indulto (Política, ontem). Em boa hora, Temer ouviu o clamor das ruas. São pessoas que não têm segurança nem carro blindado as vítimas dos presos beneficiados pelo famigerado indulto. Bolsonaro vem aí e já sinalizou que vai acabar com essa afronta. O povo, o eterno sofredor, aguarda que providências sejam tomadas a fim de que não se coloquem nas ruas bandidos que roubam, matam e enlutam famílias inteiras. Basta de tanta violência. Ninguém mais aguenta.
Izabel Avallone
Capital

Feliz 2019!
Falta de iniciativa é realmente difícel de entender! A família Lemes, sem recursos e com ajuda de voluntários, tem disposição e consegue fazer almoço de Natal, evento fantástico e gigante demonstração de amor ao próximo em São Bernardo (Setecidades, dia 26). É exemplo positivo de preocupação com o semelhante. Já não se pode dizer o mesmo de políticos do Grande ABC, preocupados apenas em quanto mais (dinheiro e mordomias) a eles, melhor. Não demonstram o menor cuidado com os mais necessitados. Pelo contrário. Se puderem, tiram proveito de tudo e de todos. As prefeituras da região não conseguem organizar algo nesse sentido às suas populações mais carentes? Será que as preocupações neste novo ano continuarão excluindo os menos favorecidos? Apesar dessa ganância política na região, que possamos ter 2019 maravilhoso.
João Arcanjo de Lima
São Caetano

Regionalidade
Cada vez menos entendo de regionalidade. Confesso que sempre torci para que o Grande ABC fosse região unida, com cada cidade preocupada consigo e também com as demais. Vibrei quando da invenção do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC – que, a cada dia, mostra-se cada vez mais inútil –, por achar que, enfim, teríamos a tão propalada regionalidade, bloco unido, com possibilidade de um time forte a representar a região, um único Carnaval, enfim. Mas decepcionado estou. Com tudo. E, agora, enquanto em Diadema vereadores gastaram R$ 1,2 milhão em veículos zero-quilômetro sem a menor necessidade, Mauá sofre com a falta de carros no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), com apenas quatro automóveis para população de 618 mil pessoas (Setecidades, dia 26). Cada um por si e o povo que se vire como puder.
Jair Prudêncio
Ribeirão Pires

Bem-vindo, Bolsonaro
Bolsonaro, seja bem-vindo à direção do nosso majestoso Brasil, que vem cambaleando durante as três últimas décadas com administrações que não melhoraram o bem-estar dos brasileiros. Presidente, a sua responsabilidade em corresponder à expectativa geral é enorme, mas a maioria está confiando na sua postura. Sabemos que nenhum ser humano é perfeito, o senhor também não, mas os brasileiros lhe depositam enorme confiança, desejando-lhe muita sorte, sabedoria, força moral e competência para tornar a vida dos brasileiros mais aceitável. Sua excelência já começará o mandato com a colaboração plena do seu maior adversário, os petistas, que prometem não participar da linda festa que será o início de um novo tempo trazendo muita esperança aos cidadãos brasileiros.
Benone Augusto de Paiva
Capital

Mauá
O imbróglio político por que passa a cidade de Mauá mostra mais uma vez que as chapas políticas são montadas neste País por interesses que não levam em consideração o bem público. Será mesmo que a devassa de dona Alaíde Damo parte do pressuposto de que ela nada sabia sobre o esquema de superfaturamento de contratos públicos por parte do prefeito Atila Jacomussi? Ou seria apenas mais um ‘arranjo’ para salvar a pele da vice-prefeita perante a sociedade? Não é estranho que em um País em que os vices chegam com frequência cada vez maior ao poder, ainda existam ‘parcerias’ políticas em que o vice não sabe nada, não vê nada e não entende de nada do que está acontecendo na administração à qual pertence?
Rodolfo C. Bonventti
São Caetano

Deputados
Como a gente poderia classificar a notícia de que deputados querem reajuste automático ao do Supremo? Algumas das justificativas: ‘há colegas que não dependem do salário, mas outros dependem e passam necessidade’, ‘é preciso dar ao parlamentar uma melhor qualidade de vida’, ‘é melhor o parlamentar ser bem remunerado porque você pode cobrar dele a lisura’. Quem é esse defensor dos pobres coleguinhas? Um tal de Fábio Ramalho (MDB-MG), mais conhecido pelos íntimos como Fabinho, atual vice-presidente da Câmara e candidato à presidência da Casa no próximo período. As palavras para a qualificação dessa proposta e também do indivíduo são impublicáveis, portanto deixo por conta dos pagantes da esbórnia, como eu, a resposta para mais essa afronta!
Aparecida Dileide Gaziolla
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