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Paixão de infância

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Escritor Sergio Faria apresenta livro que conta vida de Peter Tork, do The Monkees


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

28/12/2018 | 07:00


Após publicar John Lennon Vida e Obra, em que narra a trajetória do ex-Beatle, o escritor e pesquisador Sergio Faria traz à tona a história de Peter Tork, contrabaixista do veterano grupo The Monkees, uma de suas paixões de infância. O resultado do trabalho pode ser visto no livro Love is Understanding – A Vida e a Época de Peter Tork e os Monkees (Chiado Book, 393 páginas, R$ 52, em média).

A obra é resultado do carinho do autor pelo grupo norte-americano, mas também de todo o material jornalístico acumulado por Faria desde criança. “Esse foi o ponto de partida”, diz ele ao Diário. Além disso, foi aos Estados Unidos três vezes para colher informações em convenções do grupo e entrevistar pessoas relacionadas à sua história.

“Neste livro procuro resgatar o valor dessa unidade criativa, que mudou a cena pop a partir de 1966. Eu traço a dramática trajetória de Peter Tork, desde a infância em uma família de notórios intelectuais, passando pelo seu início como músico folk em Nova York, e chegando ao colossal sucesso que os Monkees fizeram. Recordo também de seu período de ostracismo e de sua volta triunfal na década de 1980”, explica.

Faria conta que escolheu falar de Peter Tork, especificamente, por ser o único músico do The Monkees a não ter uma biografia, embora, segundo o autor, sua vida fosse a mais dramática entre os quatro. “Por tudo o que ele passou é que eu o retrato no livro como um grande sobrevivente do rock’n’roll”, afirma.

Para o escritor, a banda pré-fabricada, que surgiu para ser protagonista de uma série de TV em 1966, nos Estados Unidos, é uma das mais injustiçadas da história. “Eles simplesmente mudaram a cena pop mundial e são considerados por muitos como uma ‘banda fake’, que não toca seus próprios instrumentos musicais, o que, em absoluto, não é verdade”, diz Faria.

Ele frisa a importância de Peter Tork, por não ser um músico qualquer. “Todos seus componentes (da banda) cantam, compõem e tocam mais de um instrumento. No caso de Peter, ele toca sete e tem formação em música clássica”, diz. “Além disso, essa banda mudou a forma de se produzir concertos de rock. Antes deles  os shows tinham 40 minutos, sem muitos atrativos visuais. Os concertos dos Monkees tinham mais de uma hora, várias trocas de  figurino, e telões”, encerra.



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