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Segurança durante as festividades


Do Diário do Grande ABC

22/12/2018 | 12:38


Férias e festas de fim de ano são a combinação perfeita para relaxar, descansar e comemorar, certo? É verdade, mas é também a combinação perfeita para os assaltos e roubos a condomínios, sejam aqueles que ficarão vazios ou aqueles que receberão grande número de ‘visitantes’, turistas da época. Por isso, as portarias são o item mais importante para manter a segurança desses lugares, casas ou apartamentos. A tecnologia proporcionada pela portaria remota chegou para mudar e colaborar um pouco mais desse cenário no Brasil. Até mesmo através do smartphone é possível ter controle maior sobre os registros do que acontece no condomínio.
Quem possui portaria remota no condomínio pode sair tranquilo para curtir os dias de descanso com a família. Isso porque ela possui aplicativo que pode ser acessado de qualquer lugar pelo morador e permite ver quem entrou e saiu de ‘sua casa’, com registro de biometria e horários. Ou seja, além dos registros efetuados pela câmera – que são enviadas junto da biometria – e registros de acessos à central de monitoramento, para se liberar a entrada de um prestador de serviço ou visitante são necessárias muitas manobras, talvez até impossíveis de se passar sem ser percebido. E se um casal pretende viajar e deixar seus filhos sozinhos em casa, por exemplo, pode constantemente monitorar os momentos em que eles saem e entram no condomínio.
Para cada condomínio são feitos estudo e análise dos pontos que devem ter mais atenção, pontos que precisam ser mudados ou adaptados, para fortalecer a segurança do local. Afinal, é exatamente isso que faz a essência da portaria remota – e a redução de custos ao condomínio vem ao longo do tempo, quando este não precisará mais fazer orçamentos e cotar serviços de terceiros para arrumar portão quebrado, por exemplo. Isso já está incluso no serviço da portaria remota.
A central de monitoramento está sempre on-line, assim como o morador pelo aplicativo, pronta para atender a qualquer tipo de ocorrência em 24 horas – não é por menos que a procura por essa tecnologia vem crescendo, ainda que lentamente. Esse modelo gera economia de 50% ao condomínio ou 22 vezes menos intervenção humana no processo de controle de acesso do condomínio, o que minimiza consideravelmente o risco de segurança por erros e falhas humanas, que são o principal fator para roubos e furtos. E, mesmo assim, apesar de todas as vantagens, apenas 2.500 condomínios no Brasil têm esse modelo de portaria; e somente 800 em São Paulo, a maior cidade do nosso País. Ainda há muito o que crescermos em conhecimento e tecnologia.

Walter Uvo é especialista em tecnologia de segurança de condomínios da empresa MinhaPortaria.com.

Palavra do Leitor

Boas-Festas
O Diário recebe e retribui votos de Boas-Festas a Bandeirantes; Larissa Rioja; Rede Nossa São Paulo e Programa Cidades Sustentáveis; ZDL Sports; Crazy Ideas; Petronotícias; Pisomania Construções Ltda; Terezinha de Cássia Cortez; ADCom Comunicação Empresarial; Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo); Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo); Editora Estação Liberdade; Beire Simões & Mercadante Advocacia e Gestão Imobiliária; Geraldo Beire Simões; Geraldo Mercadante Simões; Rafael Reis Simões; Global Press & International PR; Cecilia Sandroni; Redakteurin Il Deutsch Italia.

Suprema vergonha
A tentativa de libertar o inominável por um ministro do Supremo colocaria milhares de bandidos perigosos nas ruas, aumentando o clima de insegurança que vivenciamos. Pois é. Aí, quando alguém diz, na cara de um desses togados, que a Suprema Corte envergonha o povo, a excelência se sente ofendida e intimida o indivíduo, ameaçando-o com prisão! Que País é este, onde bandidos são privilegiados em detrimento do cidadão honesto e juízes ‘trabalham’ contra os interesses do povo e da Nação?
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Descuido
Li a missiva da leitora são-bernardense Cláudia Brandão da Silva (A praça, dia 18), que traz à baila o descuido da municipalidade com a praça, que fica em frente à residência da missivista. A leitora não informou o nome da praça, que abnegada moradora varre e recolhe o lixo. Infelizmente, este descuido não se restringe a uma única praça e também não é exclusividade de São Bernardo. Convém enfatizar que os munícipes pagam – atrelado ao IPTU – taxa de serviços urbanos, considerada, segundo alguns juristas, ilegal, mas mesmo assim o descuido é a tônica. Ouso sugerir que este prestigioso Diário faça série de reportagens sobre o cruciante descuido de muitas praças existentes no Grande ABC.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Sinuca de bico
Lendo a coluna Cena Política, do respeitável jornalista Raphael Rocha (Política, dia 18), confesso que fiquei abismado com a situação política de Mauá, que teve o seu prefeito, Atila Jacomussi, preso pela PF (Polícia Federal), pela segunda vez, na chamada Operação Trato Feito. Rocha chega a citar a LOM (Lei Orgânica do Município), que faculta ao prefeito ausentar-se do cargo por até 14 dias, sem a necessidade de aval do Legislativo. Parece que esse item não diz respeito à ausência para permanecer preso. Causa-me espanto quando o colunista deste Diário cita que vereadores têm comentado sobre a possibilidade de impeachment de Atila ao invés de discutir nova licença de 30 dias. Pela gravidade do caso em que se envolveu o prefeito socialista, a ponto de ser preso por duas vezes pela PF, não tem direito de pedir licença para ficar em uma cela. O mais correto seria a cassação do mandato de Atila desde a primeira vez em que foi detido. Agora é preciso saber se o presidente da Câmara, Admir Jacomussi, acataria pedido de impeachment do próprio filho. Enquanto os vereadores pensam, a cidade de Mauá fica sem prefeito. E o que é pior: desmoralizada perante a opinião pública. Mas uma coisa é certa: Raphael Rocha demonstrou ser bom jogador de sinuca ou, pelo menos, conhecer suas regras.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Previdência
Uma das primeiras e mais importantes e propaladas reformas a serem feitas é a da Previdência. Isso parece consenso. Pois bem, todos sabem que o desequilíbrio da Previdência está no setor público, onde se tem muitos privilégios e regalias, que precisam ser corrigidos. A distorção é muito grande entre os setores público e privado. Se o novo governo quer dar tiro curto e certeiro nesse assunto, basta aplicar a lei atual do fator 85/95 e seu respectivo teto para todos os trabalhadores do Brasil. Claro que pequenos ajustes e regras de transição precisam ser levados em consideração. Vale lembrar que essa fórmula é progressiva e, em 2026, chegará ao fator 90/100, que equilibrará todo sistema. É fórmula justa, onde todos serão tratados com igualdade. Tenho certeza de que grande parte da população estará a favor da reforma, forçando os congressistas a aderir a esse apoio. E não precisa tanta celeuma a respeito deste assunto. Fica a sugestão.
Mauri Fontes
Santo André
 



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Segurança durante as festividades

Do Diário do Grande ABC

22/12/2018 | 12:38


Férias e festas de fim de ano são a combinação perfeita para relaxar, descansar e comemorar, certo? É verdade, mas é também a combinação perfeita para os assaltos e roubos a condomínios, sejam aqueles que ficarão vazios ou aqueles que receberão grande número de ‘visitantes’, turistas da época. Por isso, as portarias são o item mais importante para manter a segurança desses lugares, casas ou apartamentos. A tecnologia proporcionada pela portaria remota chegou para mudar e colaborar um pouco mais desse cenário no Brasil. Até mesmo através do smartphone é possível ter controle maior sobre os registros do que acontece no condomínio.
Quem possui portaria remota no condomínio pode sair tranquilo para curtir os dias de descanso com a família. Isso porque ela possui aplicativo que pode ser acessado de qualquer lugar pelo morador e permite ver quem entrou e saiu de ‘sua casa’, com registro de biometria e horários. Ou seja, além dos registros efetuados pela câmera – que são enviadas junto da biometria – e registros de acessos à central de monitoramento, para se liberar a entrada de um prestador de serviço ou visitante são necessárias muitas manobras, talvez até impossíveis de se passar sem ser percebido. E se um casal pretende viajar e deixar seus filhos sozinhos em casa, por exemplo, pode constantemente monitorar os momentos em que eles saem e entram no condomínio.
Para cada condomínio são feitos estudo e análise dos pontos que devem ter mais atenção, pontos que precisam ser mudados ou adaptados, para fortalecer a segurança do local. Afinal, é exatamente isso que faz a essência da portaria remota – e a redução de custos ao condomínio vem ao longo do tempo, quando este não precisará mais fazer orçamentos e cotar serviços de terceiros para arrumar portão quebrado, por exemplo. Isso já está incluso no serviço da portaria remota.
A central de monitoramento está sempre on-line, assim como o morador pelo aplicativo, pronta para atender a qualquer tipo de ocorrência em 24 horas – não é por menos que a procura por essa tecnologia vem crescendo, ainda que lentamente. Esse modelo gera economia de 50% ao condomínio ou 22 vezes menos intervenção humana no processo de controle de acesso do condomínio, o que minimiza consideravelmente o risco de segurança por erros e falhas humanas, que são o principal fator para roubos e furtos. E, mesmo assim, apesar de todas as vantagens, apenas 2.500 condomínios no Brasil têm esse modelo de portaria; e somente 800 em São Paulo, a maior cidade do nosso País. Ainda há muito o que crescermos em conhecimento e tecnologia.

Walter Uvo é especialista em tecnologia de segurança de condomínios da empresa MinhaPortaria.com.

Palavra do Leitor

Boas-Festas
O Diário recebe e retribui votos de Boas-Festas a Bandeirantes; Larissa Rioja; Rede Nossa São Paulo e Programa Cidades Sustentáveis; ZDL Sports; Crazy Ideas; Petronotícias; Pisomania Construções Ltda; Terezinha de Cássia Cortez; ADCom Comunicação Empresarial; Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo); Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo); Editora Estação Liberdade; Beire Simões & Mercadante Advocacia e Gestão Imobiliária; Geraldo Beire Simões; Geraldo Mercadante Simões; Rafael Reis Simões; Global Press & International PR; Cecilia Sandroni; Redakteurin Il Deutsch Italia.

Suprema vergonha
A tentativa de libertar o inominável por um ministro do Supremo colocaria milhares de bandidos perigosos nas ruas, aumentando o clima de insegurança que vivenciamos. Pois é. Aí, quando alguém diz, na cara de um desses togados, que a Suprema Corte envergonha o povo, a excelência se sente ofendida e intimida o indivíduo, ameaçando-o com prisão! Que País é este, onde bandidos são privilegiados em detrimento do cidadão honesto e juízes ‘trabalham’ contra os interesses do povo e da Nação?
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Descuido
Li a missiva da leitora são-bernardense Cláudia Brandão da Silva (A praça, dia 18), que traz à baila o descuido da municipalidade com a praça, que fica em frente à residência da missivista. A leitora não informou o nome da praça, que abnegada moradora varre e recolhe o lixo. Infelizmente, este descuido não se restringe a uma única praça e também não é exclusividade de São Bernardo. Convém enfatizar que os munícipes pagam – atrelado ao IPTU – taxa de serviços urbanos, considerada, segundo alguns juristas, ilegal, mas mesmo assim o descuido é a tônica. Ouso sugerir que este prestigioso Diário faça série de reportagens sobre o cruciante descuido de muitas praças existentes no Grande ABC.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Sinuca de bico
Lendo a coluna Cena Política, do respeitável jornalista Raphael Rocha (Política, dia 18), confesso que fiquei abismado com a situação política de Mauá, que teve o seu prefeito, Atila Jacomussi, preso pela PF (Polícia Federal), pela segunda vez, na chamada Operação Trato Feito. Rocha chega a citar a LOM (Lei Orgânica do Município), que faculta ao prefeito ausentar-se do cargo por até 14 dias, sem a necessidade de aval do Legislativo. Parece que esse item não diz respeito à ausência para permanecer preso. Causa-me espanto quando o colunista deste Diário cita que vereadores têm comentado sobre a possibilidade de impeachment de Atila ao invés de discutir nova licença de 30 dias. Pela gravidade do caso em que se envolveu o prefeito socialista, a ponto de ser preso por duas vezes pela PF, não tem direito de pedir licença para ficar em uma cela. O mais correto seria a cassação do mandato de Atila desde a primeira vez em que foi detido. Agora é preciso saber se o presidente da Câmara, Admir Jacomussi, acataria pedido de impeachment do próprio filho. Enquanto os vereadores pensam, a cidade de Mauá fica sem prefeito. E o que é pior: desmoralizada perante a opinião pública. Mas uma coisa é certa: Raphael Rocha demonstrou ser bom jogador de sinuca ou, pelo menos, conhecer suas regras.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Previdência
Uma das primeiras e mais importantes e propaladas reformas a serem feitas é a da Previdência. Isso parece consenso. Pois bem, todos sabem que o desequilíbrio da Previdência está no setor público, onde se tem muitos privilégios e regalias, que precisam ser corrigidos. A distorção é muito grande entre os setores público e privado. Se o novo governo quer dar tiro curto e certeiro nesse assunto, basta aplicar a lei atual do fator 85/95 e seu respectivo teto para todos os trabalhadores do Brasil. Claro que pequenos ajustes e regras de transição precisam ser levados em consideração. Vale lembrar que essa fórmula é progressiva e, em 2026, chegará ao fator 90/100, que equilibrará todo sistema. É fórmula justa, onde todos serão tratados com igualdade. Tenho certeza de que grande parte da população estará a favor da reforma, forçando os congressistas a aderir a esse apoio. E não precisa tanta celeuma a respeito deste assunto. Fica a sugestão.
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