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Rautenberg já cogita se licenciar de novo

O vereador Roberto Rautenberg (PRB), de Santo André, ficou quase um ano e meio afastado do mandato


Raphael Rocha

22/12/2018 | 07:26


O vereador Roberto Rautenberg (PRB), de Santo André, ficou quase um ano e meio afastado do mandato, tirando licenças sucessivas. Retornou em dezembro, para participar da eleição da mesa diretora, depois que seu suplente Jorge Kina (PSB) ameaçou não votar em Pedrinho Botaro (PSDB), candidato do governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). A estadia de Rautenberg na Casa, porém, deve ser breve. O republicano participou efetivamente somente da sessão que definiu a vitória de Pedrinho, já que, após o pleito, o Legislativo entrou em recesso. A volta dos trabalhos está marcada para a primeira semana de fevereiro. Os vereadores voltarão. Rautenberg, pode não retornar. Ele comentou com alguns colegas do Parlamento que deve tirar nova licença, para tratar dos negócios – é dono de rede de academias. Entretanto, apesar de somente ter participado de uma sessão, vai receber salário de dois meses – R$ 30 mil –, como diz o regimento interno. Presente de Natal antecipado.

Volta para casa
O diretório do PT de Diadema organizou encontro para comemorar a soltura do ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e seu filho, Leandro Eduardo Marinho. Os dois haviam sido presos há sete meses, após agredirem um empresário em frente ao Instituto Lula, quando o então juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente, em abril. Ambos foram soltos após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) acolher pedido de habeas corpus.

Desculpas
O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), chamou o suplente Jorge Kina (PSB) para conversar, com objetivo de pacificar a relação. O socialista entrou em rota de colisão com o tucano ao dizer que não votaria em Pedrinho Botaro (PSDB) como presidente da Câmara. Pessoas que acompanharam a conversa dizem que Kina pediu desculpas ao chefe do Executivo.

Escritório
Fora da administração desde o fim do primeiro semestre para trabalhar em campanhas eleitorais deste ano, o advogado Leandro Petrin tem usado a Prefeitura de Santo André para encontros políticos. Ele foi gestor da Unidade de Assuntos Estratégicos e secretário de Gestão Financeira, mas comentou com aliados que não retornaria tão cedo ao governo Paulo Serra (PSDB).

Centro logístico
Presidente do MDV (Movimento em Defesa da Vida), Virgílio Alcides de Farias entrou em contato com a coluna para dizer que o secretário de Meio Ambiente de Santo André, Fabio Picarelli, se comprometeu, até o dia 14, a emitir parecer competente à sua Pasta sobre o projeto de lei que altera a Luops (Lei de Uso e Ocupação do Solo) e dificulta a construção do centro logístico na Vila de Paranapiacaba. A Câmara votou no fim de novembro a proposta, mas, até agora, a Prefeitura não sancionou o projeto. Picarelli não comentou sobre quando o Paço publicaria a lei, segundo Virgílio.

Reviravolta
A convocação de sessão extraordinária para quarta-feira na Câmara de Mauá fez surgir movimento para que a Casa, em vez de analisar o pedido de licença do prefeito Atila Jacomussi (PSB), vote o impeachment do chefe do Executivo, preso na semana passada, no âmbito da Operação Trato Feito, da PF (Polícia Federal). A licença é por 30 dias e arrastaria o impasse jurídico por esse tempo. A cassação, para quem defende esse instrumento, traria perspectiva de pacificação na cidade. 



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Rautenberg já cogita se licenciar de novo

O vereador Roberto Rautenberg (PRB), de Santo André, ficou quase um ano e meio afastado do mandato

Raphael Rocha

22/12/2018 | 07:26


O vereador Roberto Rautenberg (PRB), de Santo André, ficou quase um ano e meio afastado do mandato, tirando licenças sucessivas. Retornou em dezembro, para participar da eleição da mesa diretora, depois que seu suplente Jorge Kina (PSB) ameaçou não votar em Pedrinho Botaro (PSDB), candidato do governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). A estadia de Rautenberg na Casa, porém, deve ser breve. O republicano participou efetivamente somente da sessão que definiu a vitória de Pedrinho, já que, após o pleito, o Legislativo entrou em recesso. A volta dos trabalhos está marcada para a primeira semana de fevereiro. Os vereadores voltarão. Rautenberg, pode não retornar. Ele comentou com alguns colegas do Parlamento que deve tirar nova licença, para tratar dos negócios – é dono de rede de academias. Entretanto, apesar de somente ter participado de uma sessão, vai receber salário de dois meses – R$ 30 mil –, como diz o regimento interno. Presente de Natal antecipado.

Volta para casa
O diretório do PT de Diadema organizou encontro para comemorar a soltura do ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e seu filho, Leandro Eduardo Marinho. Os dois haviam sido presos há sete meses, após agredirem um empresário em frente ao Instituto Lula, quando o então juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente, em abril. Ambos foram soltos após o STJ (Superior Tribunal de Justiça) acolher pedido de habeas corpus.

Desculpas
O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), chamou o suplente Jorge Kina (PSB) para conversar, com objetivo de pacificar a relação. O socialista entrou em rota de colisão com o tucano ao dizer que não votaria em Pedrinho Botaro (PSDB) como presidente da Câmara. Pessoas que acompanharam a conversa dizem que Kina pediu desculpas ao chefe do Executivo.

Escritório
Fora da administração desde o fim do primeiro semestre para trabalhar em campanhas eleitorais deste ano, o advogado Leandro Petrin tem usado a Prefeitura de Santo André para encontros políticos. Ele foi gestor da Unidade de Assuntos Estratégicos e secretário de Gestão Financeira, mas comentou com aliados que não retornaria tão cedo ao governo Paulo Serra (PSDB).

Centro logístico
Presidente do MDV (Movimento em Defesa da Vida), Virgílio Alcides de Farias entrou em contato com a coluna para dizer que o secretário de Meio Ambiente de Santo André, Fabio Picarelli, se comprometeu, até o dia 14, a emitir parecer competente à sua Pasta sobre o projeto de lei que altera a Luops (Lei de Uso e Ocupação do Solo) e dificulta a construção do centro logístico na Vila de Paranapiacaba. A Câmara votou no fim de novembro a proposta, mas, até agora, a Prefeitura não sancionou o projeto. Picarelli não comentou sobre quando o Paço publicaria a lei, segundo Virgílio.

Reviravolta
A convocação de sessão extraordinária para quarta-feira na Câmara de Mauá fez surgir movimento para que a Casa, em vez de analisar o pedido de licença do prefeito Atila Jacomussi (PSB), vote o impeachment do chefe do Executivo, preso na semana passada, no âmbito da Operação Trato Feito, da PF (Polícia Federal). A licença é por 30 dias e arrastaria o impasse jurídico por esse tempo. A cassação, para quem defende esse instrumento, traria perspectiva de pacificação na cidade. 

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