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Arte de fazer o bem

pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Número de pessoas que realizam trabalhos voluntários cresceu 12% no País em 2017


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

23/12/2018 | 07:00


Dedicar horas do próprio dia para ajudar outras pessoas sem esperar nem receber nenhum pagamento em troca é hábito de muitos jovens. O número de indivíduos a partir dos 14 anos que passaram a ser voluntários tem aumentado no Brasil. Atualmente, 7,4 milhões de brasileiros, ou seja, 4,4% da população, reserva tempo para se dedicar ao próximo. Segundo a pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em abril deste ano, o índice aponta alta de 12,9% em relação a 2016.

A pesquisa nacional sobre o tema apontou que as mulheres são a maioria no voluntariado do País. “Participo do projeto Sorrir é Viver desde o ano passado, mas faço entregas de roupas e alimentos para orfanatos desde que era criança”, conta a estudante de Medicina Gabriella Izzo Luiz, 21 anos. Apesar de morar em São Paulo, a jovem realiza muito de sua atividade na região. “Buscamos levar alegria e energia positiva para as pessoas que estão adoecidas.No meu caso, sou a Flora, uma das palhaças, mas há o pessoal que faz contação de história e aqueles que cantam e tocam instrumentos.” Para Gabriella, os ganhos são enormes. “É uma troca maravilhosa. Aprendo muito e vejo o quanto o ser humano é forte e capaz de superar situações difíceis. Ser voluntária (entre uma a duas vezes por semana) me torna mais humana.”

O administrador Diego Cabral Melo, 23, de Santo André, teve inspiração para esse tipo de trabalho em casa e, atualmente, atua com pessoas em situação de rua e vulnerabilidade social. “Eu e meus pais viemos de realidade parecida com a das pessoas que ajudo hoje. Isso faz com que tenha ainda mais empatia e me sinta no dever de levar esperança de dias melhores a elas”, comenta. “Faço visitas aos locais onde moram famílias em condições precárias ou de rua, levando alimentos, roupas e outros tipos de doação, como livros e itens de higiene básica. O projeto se chama Rechance e está se tornado formal e mais estruturado para 2019.”

O administrador também leva solidariedade às crianças de comunidade carente na cidade andreense, com o projeto Geração Futuro. “Além das doações, fazemos atividades recreativas e gincanas com base nos ensinamentos bíblicos.”

A internet tem ajudado pessoas que desejam ser voluntárias a encontrarem possibilidades. Um dos destaques on-line é o site Atados (www.atados.com.br), plataforma que reúne diversas causas sociais por meio de organizações e movimentos especiais que anunciam vagas necessárias. É possível escolher a área a qual deseja se dedicar, casos de combate à pobreza e direitos humanos, e há opções em diversos pontos da Região Metropolitana de São Paulo, incluindo o Grande ABC.  



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Arte de fazer o bem

Número de pessoas que realizam trabalhos voluntários cresceu 12% no País em 2017

Tauana Marin
Diário do Grande ABC

23/12/2018 | 07:00


Dedicar horas do próprio dia para ajudar outras pessoas sem esperar nem receber nenhum pagamento em troca é hábito de muitos jovens. O número de indivíduos a partir dos 14 anos que passaram a ser voluntários tem aumentado no Brasil. Atualmente, 7,4 milhões de brasileiros, ou seja, 4,4% da população, reserva tempo para se dedicar ao próximo. Segundo a pesquisa Outras Formas de Trabalho 2017, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em abril deste ano, o índice aponta alta de 12,9% em relação a 2016.

A pesquisa nacional sobre o tema apontou que as mulheres são a maioria no voluntariado do País. “Participo do projeto Sorrir é Viver desde o ano passado, mas faço entregas de roupas e alimentos para orfanatos desde que era criança”, conta a estudante de Medicina Gabriella Izzo Luiz, 21 anos. Apesar de morar em São Paulo, a jovem realiza muito de sua atividade na região. “Buscamos levar alegria e energia positiva para as pessoas que estão adoecidas.No meu caso, sou a Flora, uma das palhaças, mas há o pessoal que faz contação de história e aqueles que cantam e tocam instrumentos.” Para Gabriella, os ganhos são enormes. “É uma troca maravilhosa. Aprendo muito e vejo o quanto o ser humano é forte e capaz de superar situações difíceis. Ser voluntária (entre uma a duas vezes por semana) me torna mais humana.”

O administrador Diego Cabral Melo, 23, de Santo André, teve inspiração para esse tipo de trabalho em casa e, atualmente, atua com pessoas em situação de rua e vulnerabilidade social. “Eu e meus pais viemos de realidade parecida com a das pessoas que ajudo hoje. Isso faz com que tenha ainda mais empatia e me sinta no dever de levar esperança de dias melhores a elas”, comenta. “Faço visitas aos locais onde moram famílias em condições precárias ou de rua, levando alimentos, roupas e outros tipos de doação, como livros e itens de higiene básica. O projeto se chama Rechance e está se tornado formal e mais estruturado para 2019.”

O administrador também leva solidariedade às crianças de comunidade carente na cidade andreense, com o projeto Geração Futuro. “Além das doações, fazemos atividades recreativas e gincanas com base nos ensinamentos bíblicos.”

A internet tem ajudado pessoas que desejam ser voluntárias a encontrarem possibilidades. Um dos destaques on-line é o site Atados (www.atados.com.br), plataforma que reúne diversas causas sociais por meio de organizações e movimentos especiais que anunciam vagas necessárias. É possível escolher a área a qual deseja se dedicar, casos de combate à pobreza e direitos humanos, e há opções em diversos pontos da Região Metropolitana de São Paulo, incluindo o Grande ABC.  

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