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Lauro compra briga com ambientalistas

Mais uma vez o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), entrou em conflito com o Comdema


Raphael Rocha

20/12/2018 | 07:38


Mais uma vez o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), entrou em conflito com o Comdema (Conselho Municipal de Meio Ambiente). A Prefeitura protocolou no dia 13 projeto de lei alterando consideravelmente o plano municipal de resíduos sólidos. São 32 páginas com novas diretrizes do setor e que o prefeito quer votar a toque de caixa. O Comdema acusa o chefe do Executivo de falta de diálogo e de regime ditatorial, até porque a Casa, na semana passada, aprovou o texto em primeira votação – a despeito de o projeto ter chegado à Casa naquela quinta-feira. O MDV (Movimento em Defesa da Vida) da região já pediu ao presidente do Legislativo, Marcos Michels (PSB), para suspender a votação. A proposta não está originalmente na ordem do dia, entretanto, há grande possibilidade de ser votada em segunda discussão. O movimento também já avisou: se Lauro sancionar a lei, ingressará na Justiça.

Homenagem
A Prefeitura de Santo André sancionou projeto de lei de autoria do vereador Edson Sardano (PTB), que denominou como Praça Hermenegildo Fattori o espaço na Avenida Perimetral, altura do número 381, onde por décadas Fattori manteve uma tradicional banca de jornais.

Sem férias
O presidente da Câmara de São Caetano, Pio Mielo (MDB), levantou recesso dos vereadores para votar três projetos antes do fim de ano, sendo dois de autoria do governo do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) e um da mesa diretora. Um texto trata da autorização para a Prefeitura conceder R$ 350 de abono para o funcionalismo. O benefício também será aplicado a servidores da Casa, sendo que aqueles que recebem até R$ 5.000 terão R$ 400 de bônus e, quem possui contracheque superior a R$ 5.000, o valor do benefício é de R$ 300. O terceiro projeto trata de subvenções do Fundo Social.

À espera
Recentemente, grupo de ambientalistas que lutam contra a instalação do centro seco na Vila de Paranapiacaba se reuniu com o secretário de Meio Ambiente de Santo André, Fabio Picarelli, para discutir o projeto e pedir que a Prefeitura impeça os avanços burocráticos para construção do empreendimento. Picarelli prometeu que até o dia 14 a alteração na Luops (Lei de Uso e Ocupação do Solo), aprovada pela Câmara em novembro como medida de restringir a atuação da Fazenda Campo Grande Empreendimentos no local, seria sancionada. Até agora, porém, nada.

Oitivas
Alguns vereadores de Mauá que já foram ouvidos pela PF (Polícia Federal) comentaram os temas levantados nas oitivas na semana passada. Houve questionamentos se eles tinham cargos na administração de Atila Jacomussi (PSB), se tinham conhecimento do suposto esquema de Mensalinho, se recebiam para votar a favor de projetos do prefeito na Câmara e até se tinham indicações em funções nas empresas terceirizadas. Também houve pergunta sobre as votações dos pedidos de impeachment de Atila. Alguns relataram que o pai do prefeito e presidente da Casa, Admir Jacomussi (PRP), intercedeu pela manutenção do filho no cargo. 



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Lauro compra briga com ambientalistas

Mais uma vez o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), entrou em conflito com o Comdema

Raphael Rocha

20/12/2018 | 07:38


Mais uma vez o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), entrou em conflito com o Comdema (Conselho Municipal de Meio Ambiente). A Prefeitura protocolou no dia 13 projeto de lei alterando consideravelmente o plano municipal de resíduos sólidos. São 32 páginas com novas diretrizes do setor e que o prefeito quer votar a toque de caixa. O Comdema acusa o chefe do Executivo de falta de diálogo e de regime ditatorial, até porque a Casa, na semana passada, aprovou o texto em primeira votação – a despeito de o projeto ter chegado à Casa naquela quinta-feira. O MDV (Movimento em Defesa da Vida) da região já pediu ao presidente do Legislativo, Marcos Michels (PSB), para suspender a votação. A proposta não está originalmente na ordem do dia, entretanto, há grande possibilidade de ser votada em segunda discussão. O movimento também já avisou: se Lauro sancionar a lei, ingressará na Justiça.

Homenagem
A Prefeitura de Santo André sancionou projeto de lei de autoria do vereador Edson Sardano (PTB), que denominou como Praça Hermenegildo Fattori o espaço na Avenida Perimetral, altura do número 381, onde por décadas Fattori manteve uma tradicional banca de jornais.

Sem férias
O presidente da Câmara de São Caetano, Pio Mielo (MDB), levantou recesso dos vereadores para votar três projetos antes do fim de ano, sendo dois de autoria do governo do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB) e um da mesa diretora. Um texto trata da autorização para a Prefeitura conceder R$ 350 de abono para o funcionalismo. O benefício também será aplicado a servidores da Casa, sendo que aqueles que recebem até R$ 5.000 terão R$ 400 de bônus e, quem possui contracheque superior a R$ 5.000, o valor do benefício é de R$ 300. O terceiro projeto trata de subvenções do Fundo Social.

À espera
Recentemente, grupo de ambientalistas que lutam contra a instalação do centro seco na Vila de Paranapiacaba se reuniu com o secretário de Meio Ambiente de Santo André, Fabio Picarelli, para discutir o projeto e pedir que a Prefeitura impeça os avanços burocráticos para construção do empreendimento. Picarelli prometeu que até o dia 14 a alteração na Luops (Lei de Uso e Ocupação do Solo), aprovada pela Câmara em novembro como medida de restringir a atuação da Fazenda Campo Grande Empreendimentos no local, seria sancionada. Até agora, porém, nada.

Oitivas
Alguns vereadores de Mauá que já foram ouvidos pela PF (Polícia Federal) comentaram os temas levantados nas oitivas na semana passada. Houve questionamentos se eles tinham cargos na administração de Atila Jacomussi (PSB), se tinham conhecimento do suposto esquema de Mensalinho, se recebiam para votar a favor de projetos do prefeito na Câmara e até se tinham indicações em funções nas empresas terceirizadas. Também houve pergunta sobre as votações dos pedidos de impeachment de Atila. Alguns relataram que o pai do prefeito e presidente da Casa, Admir Jacomussi (PRP), intercedeu pela manutenção do filho no cargo. 

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