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Plano de Atila na Câmara de Mauá ruiu


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

15/12/2018 | 07:00


Antes da Operação Trato Feito, deflagrada pela PF (Polícia Federal) na quinta-feira, o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), discutia internamente sobre mudanças que iria fazer depois de perder a eleição para a presidência da Câmara, na terça-feira. A vitória de Neycar (SD), a contragosto, gerou mal-estar, principalmente pelos votos de algumas figuras que se diziam governistas fiéis. Líder do governo até a primeira prisão de Atila, Fernando Rubinelli (PDT) votou em Neycar. Secretário de Serviços Urbanos até novembro, Chico do Judô (Patriota) também. Mas toda a tática que estava sendo desenhada ruiu com a segunda detenção do socialista. Agora, o risco iminente é que a Casa – até para buscar se safar das investigações – dê andamento ao processo de impeachment de Atila.

Avaliação
Na quarta-feira, o prefeito Atila Jacomussi (PSB) conversou com o Diário sobre a eleição da mesa diretora na Câmara de Mauá. “A Câmara é independente. Existe o Legislativo e o Executivo. Tanto o Neycar quanto Betinho (Dragões, PR) e o Chico do Judô (Patriota) eram nomes da base do governo que buscavam cada um sua articulação para que pudessem alcançar sucesso”, disse ele. “Até dentro da casa da gente tem disputas, então imagina dentro de um Parlamento aonde existem opiniões, sonhos e desejos que, às vezes, se confundem. Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Mas acho que o importante é que nenhum vereador da oposição venceu.”

Tucanato
Alvo da Operação Trato Feito, o vereador Jotão (PSDB) será destituído da presidência do tucanato de Mauá. Reunião deve acontecer neste fim de semana para confirmar a mudança e discutir o que será feito com relação ao outro vereador do partido, Pastor José, também acusado pela PF (Polícia Federal) de receber propina para votar a favor de projetos do prefeito Atila Jacomussi (PSB).

Mistério
Marcada para hoje, às 10h, a eleição para a Câmara de São Caetano tomou ar de mistério. Isso porque, nos últimos dias, passou a ser intensa a movimentação em torno da candidatura do atual líder do governo na Casa, Tite Campanella (PPS). Atual presidente, Pio Mielo (MDB) se articulou e resgatou o bloco que o conduziu ao comando do Legislativo em 2017 – são dez vereadores –, mas não se sabe se algum deles vá roer a corda na hora do voto. Edison Parra (PSB), por sua vez, garante que não retirará sua candidatura, nem que receba apenas seu sufrágio.

Chapa quase única
Foi protocolada ontem chapa bastante plural para disputa da presidência da Câmara de Diadema. A composição envolve nomes ligados ao governo do prefeito Lauro Michels (PV) e da oposição também, o que tende a resultar em chapa única no pleito. Compõem a candidatura Pretinho (DEM), como presidente, Paulo Bezerra (PV, primeiro vice), Josa Queiroz (PT, segundo vice), Marcos Michels (PSB, primeiro secretário), Zé do Bloco (PV, segundo secretário) e Albino Cardoso (PV, terceiro secretário).

Resposta – 1
Ex-superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e ex-secretário adjunto de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, Sebastião Ney Vaz Júnior e Fabrício França, respectivamente, entraram em contato com esta coluna para esclarecer o trabalho que fazem junto à Fazenda Campo Grande, empresa que pretende construir centro logístico na vila.

Resposta – 2
“O publicitário Fabrício França e o engenheiro Sebastião Ney Vaz não praticam lobby e sim consultoria ao Centro Logístico Campo Grande. São técnicos da área de desenvolvimento sustentável reconhecidamente pelas suas experiências. O projeto está localizado em zona de desenvolvimento econômico compatível e de acordo com o Plano Diretor e a Lei da Billings. O projeto atende aos objetivos da Agenda 2030 da ONU”, posicionaram. 



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Plano de Atila na Câmara de Mauá ruiu

Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

15/12/2018 | 07:00


Antes da Operação Trato Feito, deflagrada pela PF (Polícia Federal) na quinta-feira, o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), discutia internamente sobre mudanças que iria fazer depois de perder a eleição para a presidência da Câmara, na terça-feira. A vitória de Neycar (SD), a contragosto, gerou mal-estar, principalmente pelos votos de algumas figuras que se diziam governistas fiéis. Líder do governo até a primeira prisão de Atila, Fernando Rubinelli (PDT) votou em Neycar. Secretário de Serviços Urbanos até novembro, Chico do Judô (Patriota) também. Mas toda a tática que estava sendo desenhada ruiu com a segunda detenção do socialista. Agora, o risco iminente é que a Casa – até para buscar se safar das investigações – dê andamento ao processo de impeachment de Atila.

Avaliação
Na quarta-feira, o prefeito Atila Jacomussi (PSB) conversou com o Diário sobre a eleição da mesa diretora na Câmara de Mauá. “A Câmara é independente. Existe o Legislativo e o Executivo. Tanto o Neycar quanto Betinho (Dragões, PR) e o Chico do Judô (Patriota) eram nomes da base do governo que buscavam cada um sua articulação para que pudessem alcançar sucesso”, disse ele. “Até dentro da casa da gente tem disputas, então imagina dentro de um Parlamento aonde existem opiniões, sonhos e desejos que, às vezes, se confundem. Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Mas acho que o importante é que nenhum vereador da oposição venceu.”

Tucanato
Alvo da Operação Trato Feito, o vereador Jotão (PSDB) será destituído da presidência do tucanato de Mauá. Reunião deve acontecer neste fim de semana para confirmar a mudança e discutir o que será feito com relação ao outro vereador do partido, Pastor José, também acusado pela PF (Polícia Federal) de receber propina para votar a favor de projetos do prefeito Atila Jacomussi (PSB).

Mistério
Marcada para hoje, às 10h, a eleição para a Câmara de São Caetano tomou ar de mistério. Isso porque, nos últimos dias, passou a ser intensa a movimentação em torno da candidatura do atual líder do governo na Casa, Tite Campanella (PPS). Atual presidente, Pio Mielo (MDB) se articulou e resgatou o bloco que o conduziu ao comando do Legislativo em 2017 – são dez vereadores –, mas não se sabe se algum deles vá roer a corda na hora do voto. Edison Parra (PSB), por sua vez, garante que não retirará sua candidatura, nem que receba apenas seu sufrágio.

Chapa quase única
Foi protocolada ontem chapa bastante plural para disputa da presidência da Câmara de Diadema. A composição envolve nomes ligados ao governo do prefeito Lauro Michels (PV) e da oposição também, o que tende a resultar em chapa única no pleito. Compõem a candidatura Pretinho (DEM), como presidente, Paulo Bezerra (PV, primeiro vice), Josa Queiroz (PT, segundo vice), Marcos Michels (PSB, primeiro secretário), Zé do Bloco (PV, segundo secretário) e Albino Cardoso (PV, terceiro secretário).

Resposta – 1
Ex-superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) e ex-secretário adjunto de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, Sebastião Ney Vaz Júnior e Fabrício França, respectivamente, entraram em contato com esta coluna para esclarecer o trabalho que fazem junto à Fazenda Campo Grande, empresa que pretende construir centro logístico na vila.

Resposta – 2
“O publicitário Fabrício França e o engenheiro Sebastião Ney Vaz não praticam lobby e sim consultoria ao Centro Logístico Campo Grande. São técnicos da área de desenvolvimento sustentável reconhecidamente pelas suas experiências. O projeto está localizado em zona de desenvolvimento econômico compatível e de acordo com o Plano Diretor e a Lei da Billings. O projeto atende aos objetivos da Agenda 2030 da ONU”, posicionaram. 

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