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O que será de Mauá?


Raphael Rocha

14/12/2018 | 07:00


A Operação Trato Feito, desdobramento da Prato Feito, realizada em conjunto pela PF (Polícia Federal) e CGU (Controladoria-Geral da União) varreu a classe política de Mauá. Muitos daqueles que, em maio, quando o prefeito Atila Jacomussi (PSB) foi preso pela primeira vez, se vangloriavam, foram atingidos, impondo à cidade crise política sem precedentes. Tanto que ontem, no curso da operação, muitas teorias foram colocadas à mesa: convocação de outra eleição, cassação de Atila, renúncia do chefe do Executivo, chamamento dos suplentes dos vereadores citados. Fato é que as próximas semanas – ou meses, ou anos – serão de muita apreensão para o morador de Mauá, que fica com cada vez menos opções para escolher um representante que possa tirar o município de sua crise financeira.

BASTIDORES

Adiado
Ficou para semana que vem a definição sobre emenda apresentada pelo deputado estadual Teonilio Barba (PT) para aumentar o repasse para a Linha 18-Bronze no Orçamento do Estado. O governo de Márcio França (PSB) reservou apenas R$ 40 para tentar tirar do papel o modal, que ligará o Grande ABC ao sistema do Metrô da Capital. O petista sugeriu supressão de verbas em publicidade para elevar para R$ 10 milhões o aporte à Linha 18.

Reviravolta
No PT de Mauá, o vereador Marcelo Oliveira viveu semana de gangorra interna. Na terça-feira, após votar em Neycar (SD) para presidente da Câmara, teve a postura condenada por militantes, que pediam que ele lançasse projeto próprio ou se abstivesse da votação. Ao figurar fora da lista do Mensalinho apontada pela PF (Polícia Federal), passou a ser considerado o nome mais forte para concorrer à Prefeitura em 2020.

Acompanhamento
Durante a ação de policiais federais na Prefeitura e na Câmara de Mauá, o ex-prefeito interino e ex-vereador Diniz Lopes (PSB) acompanhou a atividade. Conversou com alguns agentes da PF (Polícia Federal) e servidores que estavam do lado de fora, buscando entender a situação. Diniz chegou a atuar no governo de Atila Jacomussi (PSB), como gestor da Hurbam (Habitação Popular de Mauá), mas foi exonerado e rompeu com o chefe do Executivo.

Recado
Rompida com o prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), a ex-deputada estadual Vanessa Damo utilizou as redes sociais para comentar a prisão do ex-aliado. Compartilhou trecho da Bíblia, que diz: “Pois não há nada de escondido que não venha a ser revelado e não existe nada de oculto que não venha a ser conhecido”. Aliados da ex-parlamentar já celebravam a possibilidade de retorno de Alaíde Damo (MDB), hoje vice, ao comando do Paço.
Sugestão

Consórcio
O ex-vereador Paulo Eugenio Pereira Júnior (PT) se antecipou e defendeu que o partido apresente pedido para cassar o mandato do prefeito Atila Jacomussi (PSB). Na primeira prisão, em maio, a legenda não fez esse movimento, embora Marcelo Oliveira, o único vereador petista na cidade, tenha votado a favor do impeachment de Atila.

Consórcio
O Consórcio Intermunicipal decidiu manter a reunião para hoje pela manhã, a despeito da prisão do prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB). Isso porque a entidade tem até este mês para escolher seu próximo presidente. A pauta será decidir como será o pleito sem a presença de Atila. 



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