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Rodrigo Vellozo apresenta novo disco

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Artista paulistano aposta em sonoridade retrô, mas sem deixar de lado as pitadas de jazz


Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

05/12/2018 | 07:00


Paulistano criado no Rio de Janeiro, Rodrigo Vellozo tem a música no sangue. Filho de um dos nomes mais importantes do cenário musical brasileiro, o cantor e compositor Benito Di Paula, o artista segue firme em sua jornada musical e dá mais um passo na carreira.

Após seu disco de estreia, Samba de Câmara, e de prestar homenagem ao seu pai no álbum Como é Bonito, Benito, ele tira do bolso seu terceiro título, Cada Lugar na Sua Coisa, que ganha vida ilustrado por 11 composições.

Com direção musical assinada por Alexandre Fontanetti e direção artística de Marcus Preto, o disco de Vellozo é resultado de repertório criado entre o artista e o diretor artístico. “No estúdio, a gente ficou procurando, em cada música, que região ficava mais bonita para a voz dele porque ele tem muita extensão. Ele tem uma voz estranha, no bom sentido, uma voz incomum e o legal é explorar o máximo possível dessas nuances em que ele é capaz de chegar”, conta Preto.

O trabalho apresenta sonoridade ao mesmo tempo retrô, mas com pitadas contemporâneas. Até jazz faz parte da receita sonora do novo disco de Vellozo, como pode ser visto em faixas como Farrapo Humano, Tranquilo e Alívio, por exemplo.

“O casamento de tudo isso com o talento do Rodrigo, a voz dele e a facilidade de ele se adequar ao que a gente pede para ele fazer no estúdio, de mudar as coisas na hora e pegar facilmente, de ter uma visão harmônica de um superpianista, que ele também é, fizeram com que conseguíssemos fazer um todo muito bacana”, explica Fontanetti.

Para o autor da obra, o processo de gravação “foi o de entrar em contato com o mais pessoal e sincero que eu posso expressar através da minha voz. Um exercício libertador e muito sensível de aceitação das minhas possibilidades e limitações como cantor. Sinto como se fosse o meu primeiro disco. Acho que a entrega e o empenho de todos os envolvidos tanto na parte artística quanto na parte técnica foram essenciais para que eu pudesse chegar o mais perto possível da minha essência enquanto pessoa e enquanto artista.”



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Rodrigo Vellozo apresenta novo disco

Artista paulistano aposta em sonoridade retrô, mas sem deixar de lado as pitadas de jazz

Vinícius Castelli
Do Diário do Grande ABC

05/12/2018 | 07:00


Paulistano criado no Rio de Janeiro, Rodrigo Vellozo tem a música no sangue. Filho de um dos nomes mais importantes do cenário musical brasileiro, o cantor e compositor Benito Di Paula, o artista segue firme em sua jornada musical e dá mais um passo na carreira.

Após seu disco de estreia, Samba de Câmara, e de prestar homenagem ao seu pai no álbum Como é Bonito, Benito, ele tira do bolso seu terceiro título, Cada Lugar na Sua Coisa, que ganha vida ilustrado por 11 composições.

Com direção musical assinada por Alexandre Fontanetti e direção artística de Marcus Preto, o disco de Vellozo é resultado de repertório criado entre o artista e o diretor artístico. “No estúdio, a gente ficou procurando, em cada música, que região ficava mais bonita para a voz dele porque ele tem muita extensão. Ele tem uma voz estranha, no bom sentido, uma voz incomum e o legal é explorar o máximo possível dessas nuances em que ele é capaz de chegar”, conta Preto.

O trabalho apresenta sonoridade ao mesmo tempo retrô, mas com pitadas contemporâneas. Até jazz faz parte da receita sonora do novo disco de Vellozo, como pode ser visto em faixas como Farrapo Humano, Tranquilo e Alívio, por exemplo.

“O casamento de tudo isso com o talento do Rodrigo, a voz dele e a facilidade de ele se adequar ao que a gente pede para ele fazer no estúdio, de mudar as coisas na hora e pegar facilmente, de ter uma visão harmônica de um superpianista, que ele também é, fizeram com que conseguíssemos fazer um todo muito bacana”, explica Fontanetti.

Para o autor da obra, o processo de gravação “foi o de entrar em contato com o mais pessoal e sincero que eu posso expressar através da minha voz. Um exercício libertador e muito sensível de aceitação das minhas possibilidades e limitações como cantor. Sinto como se fosse o meu primeiro disco. Acho que a entrega e o empenho de todos os envolvidos tanto na parte artística quanto na parte técnica foram essenciais para que eu pudesse chegar o mais perto possível da minha essência enquanto pessoa e enquanto artista.”

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