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Manifestantes ganham apoio de milhares de estudantes na França



04/12/2018 | 06:03


Mais de cem escolas secundárias foram bloqueadas na segunda-feira, 3, parcial ou totalmente, em toda a França, em protesto contra as reformas educacionais empreendidas pelo governo do presidente Emmanuel Macron. Os milhares de estudantes que aderiram aos protestos deram apoio ao movimento dos "coletes amarelos", segundo o Ministério da Educação.

A região de Toulouse, no sudoeste do país, foi a mais afetada. Das 40 escolas, 35 foram fechadas em razão dos protestos. "É preciso protestar contra a reforma educacional excludente que está sendo promovida por esse governo", disse o estudante Dylan Champeau.

A região parisiense foi a segunda mais afetada, com 20 escolas secundárias fechadas ou com aulas interrompidas. Um carro foi queimado e uma loja de telefones foi saqueada perto de uma escola secundária em Aubervilliers, ao norte da capital.

Em Dijon, cerca de 500 estudantes marcharam pelas ruas da cidade e entraram em confronto com a polícia. Os jovens atiraram pedras nos policiais, que responderam com bombas de gás lacrimogêneo. Em Nice, cerca de mil estudantes do ensino médio demonstraram apoio aos "coletes amarelos", gritando "Macron, renuncie".

Pelo menos 100 universidades também foram bloqueadas na França, de forma total ou parcial, para protestar contra a reforma educacional. Movimentos estudantis, como a União Nacional de Estudantes de Bacharelado (UNL, na sigla em francês) e o Sindicato Geral de Estudantes de Bacharelado (SGL), denunciam as reformas e o novo acesso ao ensino superior implementado por Mácron.

Adesão

Na segunda, pelo menos cem motoristas de ambulâncias bloquearam a Praça da Concórdia, no centro de Paris. Eles exigem o fim da reforma do financiamento dos transportes sanitários que, segundo eles, seria uma ameaça para as pequenas e médias empresas do setor. A categoria já está paralisada há cerca de dez dias, mas apenas ontem manifestou apoio ao protestos dos "coletes amarelos". (Com agências)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Manifestantes ganham apoio de milhares de estudantes na França


04/12/2018 | 06:03


Mais de cem escolas secundárias foram bloqueadas na segunda-feira, 3, parcial ou totalmente, em toda a França, em protesto contra as reformas educacionais empreendidas pelo governo do presidente Emmanuel Macron. Os milhares de estudantes que aderiram aos protestos deram apoio ao movimento dos "coletes amarelos", segundo o Ministério da Educação.

A região de Toulouse, no sudoeste do país, foi a mais afetada. Das 40 escolas, 35 foram fechadas em razão dos protestos. "É preciso protestar contra a reforma educacional excludente que está sendo promovida por esse governo", disse o estudante Dylan Champeau.

A região parisiense foi a segunda mais afetada, com 20 escolas secundárias fechadas ou com aulas interrompidas. Um carro foi queimado e uma loja de telefones foi saqueada perto de uma escola secundária em Aubervilliers, ao norte da capital.

Em Dijon, cerca de 500 estudantes marcharam pelas ruas da cidade e entraram em confronto com a polícia. Os jovens atiraram pedras nos policiais, que responderam com bombas de gás lacrimogêneo. Em Nice, cerca de mil estudantes do ensino médio demonstraram apoio aos "coletes amarelos", gritando "Macron, renuncie".

Pelo menos 100 universidades também foram bloqueadas na França, de forma total ou parcial, para protestar contra a reforma educacional. Movimentos estudantis, como a União Nacional de Estudantes de Bacharelado (UNL, na sigla em francês) e o Sindicato Geral de Estudantes de Bacharelado (SGL), denunciam as reformas e o novo acesso ao ensino superior implementado por Mácron.

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Na segunda, pelo menos cem motoristas de ambulâncias bloquearam a Praça da Concórdia, no centro de Paris. Eles exigem o fim da reforma do financiamento dos transportes sanitários que, segundo eles, seria uma ameaça para as pequenas e médias empresas do setor. A categoria já está paralisada há cerca de dez dias, mas apenas ontem manifestou apoio ao protestos dos "coletes amarelos". (Com agências)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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