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Superintendente do Imasf entrega plano de recuperação ao Paço

Ricardo Cassin/PMSBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Proposta do instituto de assistência médica de servidores inclui aumento de repasse de S.Bernardo


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/12/2018 | 07:36


O superintendente do Imasf (Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo), Luiz Carlos Gonçalves da Silva, entregou ontem ao prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), plano de recuperação da autarquia que administra o plano de saúde dos servidores e dependentes.

O Diário mostrou, na semana passada, que descompasso nas contas do setor, amplificado na gestão do ex-prefeito Luiz Marinho (PT), tem comprometido o futuro do instituto, até porque há rombo de R$ 1 milhão ao mês por causa de política de reajuste de preços distintas da adotada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Dentre os principais itens do plano de recuperação está o aumento da cota que a Prefeitura repassa para complementar o que é desembolsado pelo servidor ou dependente e também reajuste de assistidos e de ex-servidores que já se desligaram do Paço, mas que mantêm o convênio do Imasf.

A proposta preserva o atual quadro de funcionários, garantindo que não haverá majoração dos valores dos colaboradores da ativa – são 8.300 pessoas, a maior parte da lista. Entretanto, haveria abertura de adoção de sistema de coparticipação, no qual o servidor paga menor mensalidade, mas desembolsa uma quantia pelo atendimento prestado.

Outro trecho do plano de recuperação resgata a possibilidade de uso dos hospitais Brasil (de Santo André), Assunção (de São Bernardo) e Maternidade São Luiz (de São Caetano) para os usuários do plano especial 1 (6.100 vidas).

“Nós, da administração, temos o compromisso de resgatar o Imasf. Este é o meu compromisso e farei todo o possível e empenho para garantir que este objetivo seja alcançado para quem utiliza o serviço”, comentou Morando, após reunião com Luiz Carlos. O superintendente comentou ao Diário, na semana passada, que a intenção é fechar este ano com definição sobre o futuro da autarquia. Para isso, esse plano teria de ser avalizado pelos vereadores até o fim do mês.

Os problemas financeiros têm gerado risco de descredenciamento de complexos hospitalares e clínicas conveniadas. Nos dois últimos anos, por exemplo, Morando repassou R$ 700 mil à autarquia e até readquiriu terreno onde seria hospital do Imasf por R$ 20 milhões.

O Imasf conta com 20 mil beneficiários, sendo metade deles de servidores públicos e o restante de dependentes. Criado em 1964, viu suas contas deteriorarem no governo de Luiz Marinho (PT), em especial pela passagem de Valdir Miraglia no comando do instituto – ele deixou dívida, conforme relatório final de CPI na Câmara, de R$ 100 milhões.  



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Superintendente do Imasf entrega plano de recuperação ao Paço

Proposta do instituto de assistência médica de servidores inclui aumento de repasse de S.Bernardo

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

04/12/2018 | 07:36


O superintendente do Imasf (Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo), Luiz Carlos Gonçalves da Silva, entregou ontem ao prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), plano de recuperação da autarquia que administra o plano de saúde dos servidores e dependentes.

O Diário mostrou, na semana passada, que descompasso nas contas do setor, amplificado na gestão do ex-prefeito Luiz Marinho (PT), tem comprometido o futuro do instituto, até porque há rombo de R$ 1 milhão ao mês por causa de política de reajuste de preços distintas da adotada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Dentre os principais itens do plano de recuperação está o aumento da cota que a Prefeitura repassa para complementar o que é desembolsado pelo servidor ou dependente e também reajuste de assistidos e de ex-servidores que já se desligaram do Paço, mas que mantêm o convênio do Imasf.

A proposta preserva o atual quadro de funcionários, garantindo que não haverá majoração dos valores dos colaboradores da ativa – são 8.300 pessoas, a maior parte da lista. Entretanto, haveria abertura de adoção de sistema de coparticipação, no qual o servidor paga menor mensalidade, mas desembolsa uma quantia pelo atendimento prestado.

Outro trecho do plano de recuperação resgata a possibilidade de uso dos hospitais Brasil (de Santo André), Assunção (de São Bernardo) e Maternidade São Luiz (de São Caetano) para os usuários do plano especial 1 (6.100 vidas).

“Nós, da administração, temos o compromisso de resgatar o Imasf. Este é o meu compromisso e farei todo o possível e empenho para garantir que este objetivo seja alcançado para quem utiliza o serviço”, comentou Morando, após reunião com Luiz Carlos. O superintendente comentou ao Diário, na semana passada, que a intenção é fechar este ano com definição sobre o futuro da autarquia. Para isso, esse plano teria de ser avalizado pelos vereadores até o fim do mês.

Os problemas financeiros têm gerado risco de descredenciamento de complexos hospitalares e clínicas conveniadas. Nos dois últimos anos, por exemplo, Morando repassou R$ 700 mil à autarquia e até readquiriu terreno onde seria hospital do Imasf por R$ 20 milhões.

O Imasf conta com 20 mil beneficiários, sendo metade deles de servidores públicos e o restante de dependentes. Criado em 1964, viu suas contas deteriorarem no governo de Luiz Marinho (PT), em especial pela passagem de Valdir Miraglia no comando do instituto – ele deixou dívida, conforme relatório final de CPI na Câmara, de R$ 100 milhões.  

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