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'Palocci é a voz da razão', afirma secretário dos EUA



27/09/2005 | 00:06


O secretário do Tesouro norte-americano, John Snow, fez segunda-feira rasgados elogios ao Brasil e, principalmente, ao ministro da Fazenda, Antonio Palocci. "O ministro Palocci é a voz da razão da economia global", disse em discurso para investidores e analistas durante almoço promovido pela Câmara Brasil-EUA.

Segundo Snow, há três anos a maioria das pessoas da comunidade internacional indagava o que ocorreria com a economia brasileira. "Graças ao presidente Lula e ao ministro Palocci, coisas maravilhosas aconteceram nesse período. Seja por qualquer medida, o Brasil está indo muito bem, e o desempenho da economia apagou quaisquer dúvidas que existiam há três anos", disse Snow.

Ele citou o crescimento econômico do País e classificou a criação de 100 mil empregos formais por mês, dado divulgado pelo governo, como um "terrific number" (resultado exuberante).

Snow observou que, mesmo durante o período de turbulência política, o fato de os spreads da dívida brasileira terem caído mostra a confiança dos investidores no Brasil. "Esses líderes do Brasil (Lula e Palocci) tiveram coragem não só de abraçarem a boa política econômica, mas também de se manterem fiéis a ela", declarou. O secretário também disse que a recente emissão soberana em reais e o fato de a demanda pelos papéis ter sido superior à oferta representam um julgamento positivo que os mercados têm sobre o Brasil.

No mesmo almoço, Palocci afirmou que em 2006, "pela primeira vez em anos recentes, o Brasil reduzirá sua dívida pública durante um ano eleitoral". A afirmação foi usada pelo chefe da equipe econômica para ilustrar o que ele descreveu como o ingresso num período de "maturidade econômica" e "crescimento de longo prazo", alcançado, segundo ele, devido à "consolidação do controle da inflação e da responsabilidade fiscal".

Indagado se para conseguir a redução da dívida pública no ano que vem o governo elevará a meta de superávit primário, Palocci respondeu que não, explicando que o governo continua trabalhando com a meta de superávit de 4,25% do PIB para 2006.



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